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O Programa Eco-Escolas, tim-tim por tim-tim.

Find out more about the Eco-Schools Programme co-ordinated by WWF-Malaysia in this video produced by Sunny Stories, with drawings by artist Eve Yap.

Credits to the following students from SK Sri Kelana for their contributions to the video: Danial Sulejman Mecja (Bahasa Malaysia main voice-over), Charmaine Cheong Shen May (English language main voice-over) and Jemima Laurence (additional voice-over).

Os Conselhos Eco-Escolas devem ser entendidos como a força motriz do projecto, a desenvolver no âmbito do Programa Eco-Escolas em cada uma das escolas proponentes, e devem assegurar a execução dos outros seis elementos subjacentes à metodologia própria do Programa, nomeadamente:

  1. Auditoria Ambiental;
  2. Plano de Acção;
  3. Monitorização;
  4. Trabalho Curricular;
  5. Informação e Envolvimento da Comunidade Local; e
  6. Eco-Código.

De acordo com o definido no Guia Eco-Escola, as competências dos Conselhos Eco-Escolas passam por: (i) implementar a auditoria ambiental; (ii) discutir o plano de acção; (iii) monitorizar e avaliar as actividades; (iv) e coordenar as formas de divulgação do Programa na escola e comunidade.

Face à relevância que os Conselhos Eco-Escolas têm, e atendendo à necessária adaptação ao ensino superior, estes devem ser constituídor por:

  1. Professor coordenador do Programa (que preside às reuniões);
  2. Representantes dos estudantes;
  3. Representantes dos docentes;
  4. Representantes do pessoal não docente;
  5. Representantes dos órgãos de governo; e
  6. Representantes da comunidade (elementos externos à escola).

Foi a partir destes pressupostos que se definiu a constituição do Conselho Eco-Escola da ESTeSL, que conta com a participação dos seguintes elementos:

  • Ana Almeida, docente de Análises Clínicas e Saúde Pública da ESTeSL
  • Ana Monteiro, docente de Saúde Ambiental da ESTeSL
  • Ana Raposo, do Gabinete de Comunicação da ESTeSL
  • Ana Rita Ferreira, estudante de Ortóptica (3.º ano) da ESTeSL
  • Ana Sabino, do Serviços de Infra-Estruturas, Instalações e Equipamentos da ESTeSL
  • Ana Sofia Rodrigues, estudante de Farmácia (3.º ano) da ESTeSL
  • Camila Machado, estudante de Saúde Ambiental (4.º ano) da ESTeSL
  • Célia Sousa, estudante de Saúde Ambiental (4.º ano) da ESTeSL
  • Cláudia Martins, estudante de Saúde Ambiental (3.º ano) da ESTeSL
  • Cristina Dias, do Departamento de Ambiente Urbano da Parque Expo
  • Diogo Monteiro, estudante de Cardiopneumologia (3.º ano) da ESTeSL
  • Isabel Caçador, da Divisão de Educação e Sensibilização Ambiental da CML
  • João de Almeida Pedro, Vice-Presidente da ESTeSL
  • José Manuel Rodrigues Moreno, Presidente da Direcção da AMCPN
  • Liliana Gonçalves, estudante de Saúde Ambiental (4.º ano) da ESTeSL
  • Maria de Lurdes Serrazina, Vice-Presidente do IPL
  • Maria Filomena Abreu de Sousa, docente de Enfermagem da ESEL
  • Nádia Santos, estudante de Saúde Ambiental (4.º ano) da ESTeSL
  • Pedro Varela de Matos, estudante de Fisioterapia (1.º ano) da ESTeSL
  • Tânia Silva, estudante de Dietética e Nutrição (3.º ano) da ESTeSL
  • Vítor Manteigas, docente de Saúde Ambiental da ESTeSL

A todos os conselheiros desejamos… bom trabalho!

A coordenação do Programa Eco-Escolas é feita a três níveis, nomeadamente:

  1. Na escola, através do(s) professor(es) coordenador(es) que procurará(ão) aplicar no terreno a metodologia proposta através do desenvolvimento de diversas actividades com os alunos: reuniões, auditoria; visitas de estudo; elaboração de cartazes; dramatizações; manifestações; exposições, etc.
  2. A Nível Nacional pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), com o apoio da Comissão Nacional do Projecto através de um acompanhamento directo e indirecto: contactos por mail, e-mail, telefone e fax com todas as escolas; elaboração e fornecimento de materiais de apoio; organização de reuniões com grupos de professores e com as autarquias; organização de formação creditada dirigida aos professores; promoção de concursos; organização de sessões com a participação de alunos; participação em acções concretas organizadas pelas Eco-Escolas como Dia Eco-Escola, colóquios, etc.; divulgação do Programa e dos seus objectivos; criação de parcerias para beneficio das escolas; incentivo à troca de experiências e à criação de sinergias para o desenvolvimento do Projecto. A Coordenadora Nacional do Programa é a professora Margarida Gomes (Directora Pedagógica da ABAE/FeeP, professora destacada pelo Instituto do Ambiente/Ministério da Educação).
  3. A Nível Internacional pela Fundação para a Educação Ambiental (Fee), através de acções que procuram de forma crescente integrar as Eco-Escolas portuguesas na rede europeia, incentivando o intercâmbio de experiências entre os mais de 30 países que a nível internacional desenvolvem um programa com uma metodologia comum.

Note-se que nalguns dos países onde a Fundação para a Educação Ambiental opera o Programa Eco-Escolas, como por exemplo a Suécia, ele constitui já um dos indicadores de sustentabilidade.

Apoios: Para além do apoio das pessoas e Instituições da Comissão Nacional, o Programa conta ainda com apoios específicos para algumas das suas actividades bem, como com o Mecenato do consórcio Unilever/Jerónimo Martins. O novo projecto “Escola da Energia” está a ser desenvolvido em parceria com a Galp Energia.

São ainda vários os munícipios parceiros que se associam no apoio ao Programa Eco-Escolas.

A Comissão Nacional do Projecto tem como missão o acompanhamento técnico-pedagógico do Programa, apoiando o Operador Nacional. A Comissão Nacional desempenha também as funções de Júri ao analisar todas as candidaturas ao Galardão ECO-ESCOLA (Bandeira Verde). É composta pelas seguintes entidades: Ministério da Educação – Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (ME-DGIDC); Agência Portuguesa de Ambiente (APA); Instituto da Água (INAG); Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB); Direcção Geral dos Recursos Florestais (DGRF); Agência para a Energia (ADENE); Sociedade portuguesa de Energia Solar (SPES), Secretaria Regional do Ambiente e do Mar (SRAM Açores) e Direcção Regional do Ambiente da Madeira (Dramb Madeira) – que realizam também a coordenação regional do Programa; Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE/Fee Portugal).

Fonte: Associação Bandeira Azul da Europa.

De acordo com a Associação Bandeira Azul da Europa, o Eco-Escolas é um Programa Internacional que pretende encorajar acções e reconhecer o trabalho de qualidade desenvolvido pela escola, no âmbito da Educação Ambiental/EDS. Fornece fundamentalmente metodologia, formação, materiais pedagógicos, apoio e enquadramento ao trabalho desenvolvido pela escola.

O Programa  destina-se preferencialmente às escolas do ensino básico, embora possa ser implementado em qualquer grau de ensino e pretende:

  • Encorajar acções, reconhecer e premiar o trabalho desenvolvido pela escola na melhoria do seu desempenho ambiental, gestão do espaço escolar e sensibilização da comunidade.
  • Estimular o hábito de participação envolvendo activamente as crianças e os jovens na tomada de decisões e implemetação das acções.
  • Motivar para a necessidade de mudança de atitudes e adopção de comportamentos sustentáveis no quotidiano, ao nível pessoal, familiar e comunitário.
  • Fornecer formação, enquadramento e apoio a muitas das actividades que as escolas desenvolvem.
  • Divulgar boas práticas e fortalecer o trabalho em rede a nível nacional e internacional.
  • Contribuir para a criação de parcerias e sinergias locais na perspectiva de implementação da Agenda 21 Local.

O Programa Eco-Escolas assume uma metodologia inspirada na Agenda 21 que de forma simplificada se enuncia em 7 passos: conselho eco-escolas; auditoria ambiental; plano de acção; monitorização/avaliação; trabalho curricular; divulgação à comunidade; e eco-código.

Em termos temáticos deverão ser tratados por todas as Eco-Escolas os temas base: água, resíduos e energia e ainda um dos temas propostos anualmente que no caso do ano em curso são a biodiversidade, as florestas ou o mar. Podem ainda ser desenvolvidos alguns temas complementares, nomeadamente: agricultura biológica, espaços exteriores, ruído, transportes ou ainda outro tema a propor pela escola.

Fonte: Associação Bandeira Azul da Europa.




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