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Estamos a pouco dias (semanas!) de terminar mais um ano de intenso trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à efetiva implementação do Programa, que culmina com a elaboração do Eco-Código (Conselho Eco-Escola, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Monitorização, Trabalho Curricular, Informação e Envolvimento da Comunidade Local e Eco-Código), apresentamos-vos aquele que é o Eco-Código e o respetivo Poster Eco-Código ESTeSL concebido este ano e cujo conteúdo (“código de conduta”) vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação, aprovado no início do ano em reunião plenária do Conselho Eco-Escola e decorrente da Auditoria Ambiental.

Poster Eco-Código ESTeSL (2016)

A “eco-árvore” apresenta como “frutos” o Programa Eco-Escolas e os nove cursos de licenciatura ministrados na ESTeSL (representando o compromisso da ESTeSL para com a educação para a cidadania e para o desenvolvimento sustentável e a relevância do envolvimento de todos os estudantes de todos os cursos, nestes processos). O póster é encimado pelo mandamento que atribui a cada um dos elementos da comunidade académica a responsabilidade pela mudança que urge fazer (“Não esperes pela mudança. TU ÉS A MUDANÇA que precisas e este é o teu… ECO-CÓDIGO!”). Os restantes mandamentos estão associados aos ramos e troncos da “eco-árvore”, sendo que a maioria das frases está na parte inferior, simbolizando de alguma forma as raízes, condição necessária para alimentar e fazer perdurar a “eco-árvore”.

No âmbito da unidade curricular de Saúde Ambiental, os estudantes do 1.º Ano do Curso de Licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), desenvolveram um trabalho que passou pela determinação da Pegada Ecológica individual de todos os elementos da turma, com recurso a uma calculadora online. Posteriormente cada um dos estudantes apresentou a sua Pegada Ecológica, justificando os resultados obtidos para cada uma das dimensões que a caracterizam (habitação, energia, climatização, higiene, eletrodomésticos, alimentação, “lixo” e transportes).

Os valores médios obtidos para o cálculo individual da Pegada Ecológica de cada um dos estudantes correspondem à emissão anual de 7,5ToCO2e, sendo que se todos tivessem os mesmos hábitos de consumo, seriam precisos 2,5 Terras para garantir a sobrevivência do Homem. Em termos médios, e promovendo a adoção de boas práticas ambientais, cada um poderia promover uma poupança anual na ordem dos 6000€, o que corresponde a aproxidamente 1900€ só naquilo que diz respeito aos consumos energéticos. Para a totalidade dos estudantes do 1.º Ano de Saúde Ambiental, estimou-se uma poupança de cerca de 62000€ associados à iluminação, à climatização, e à utilização dos diversos equipamentos elétricos e eletrónicos.

Com base neste trabalho, e de forma a garantir a sua participação no desafio “Eco-repórter da Energia” (desafio que visa a motivação para a realização de trabalhos de reportagem, com recurso  a um conjunto de investigações locais em torno da eficácia e eficiência com que a energia é utilizada), os estudantes criaram então o guião para uma pequena reportagem, assumiram o papel de “Eco-Repórter da Energia“, assim como de entrevistados, desenvolvendo alguns dos conceitos desenvolvidos e aludindo a alguns dos resultados obtidos, nomeadamente: (i) Conceito de Pegada Ecológica; (ii) Pegada Ecológica de Portugal; (iii) O papel das Instituições de Ensino Superior na construção de um futuro sustentável; (iv) Importância do cálculo da Pegada Ecológica e suas conclusões; e (v) Boas práticas ambientais e repercussão nos consumos energéticos na ESTeSL.

No âmbito da unidade curricular de Estágio em Saúde Ambiental I, do 3.º Ano do Curso de Licenciatura em Saúde Ambiental, um grupo de estudantes (Ana Catarina Neto, Andreia Carreiro, David Costa, Margarida Sousa e Rafaela Oliveira) desenvolveu um trabalho onde tentou identificar eventuais formas de diminuir a dependência da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) de entidades externas, naquilo que diz respeito ao fornecimento de energia elétrica.

O trabalho académico acabou por dar azo a uma pequena peça jornalística como forma de dar a conhecer a eventual possibilidade de se vir a adotar a solução que melhor se adequada às condições estruturais e de funcionamento do edifício da ESTeSL. Identificou-se, dentro daquilo que é a microgeração, a instalação de painéis solares fotovoltaicos como a solução mais viável, considerando o espaço disponível na cobertura do edifício, assim como a exposição solar que se verifica ao longo de todo o ano.

A microgreração fotovoltaica, tal como indicado na peça, é a produção de energia elétrica, pelo próprio consumidor, através da captação da radiação solar por um conjunto de painéis solares fotovoltaicos.

Os estudantes criaram então o guião para a pequena reportagem e assumiram o papel de Eco-Repórter da Energia, assim como de entrevistados, apresentando alguns dos fatores mais relevantes para que a microgreração fotovoltaica seja considerada uma boa aposta!

No decurso do ano passado já aqui tinhamos feito alusão ao desafio Eco-Repórter da Energia. Na edição de 2012, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi a concurso com o vídeo que apresentámos a propósito do Dia Europeu Sem Carros (2012) e que reproduzimos em baixo. Este ano, com um tema ainda por definir, voltaremos a entrar na “corrida”.

O desafio “Eco-Repórter da Energia” visa a motivação para a realização de trabalhos de reportagem em torno do tema energia, na região em que se localiza a escola.

A proposta é a da realização de um conjunto de investigações locais em torno da eficácia e eficiência com que utilizamos a energia. Os temas poderão ser diversos: das energias renováveis, aos hábitos de consumo; dos hábitos de mobilidade às implicações em termos de alterações climáticas.

Os tipos e formas de energia, as suas origens, a sua produção e consumo, ou as consequências resultantes da sua utilização, são exemplos da multiplicidade de enfoques em que pode incidir a investigação do eco-repórter da energia.

O importante é encontrar um tema-problema que possa ser investigado a nível local, através de entrevistas, inquéritos, medições, etc.

O objetivo será o de dar a conhecer casos e exemplos concretos relevantes a nivel local/regional.

As peças jornalísticas produzidas, destinar-se-ão à comunicação social local, regional, nacional ou internacional (internet).

Para já, o importante é identificar-se uma área específica a considerar para efeitos da reportagem de vídeo que iremos desenvolver. Para quem quiser saber mais um pouco acerca deste desafio, sugerimos que visitem a respetiva área especifíca em Eco-Repórter da Energia.

Ainda antes do arranque formal da nova temporada Eco-Escolas, os desafios já começam a surgir em catadupa.

Para abrir as hostilidades apresentamos o Concurso Internacional de Desenho e Fotografia – ENERGIA SOLAR, uma iniciativa do projecto europeu 10ACTION , um projeto financiado pelo programa “Energia Inteligente – Europa” da Comissão Europeia.

Em Portugal o concurso é organizado pela ADENE – Agência para a Energia, em colaboração com a ABAE – Associação Bandeira Azul da Europa, através do Programa Eco-Escolas.

Os estudantes da ESTeSL serão enquadrados no 2.º escalão, correspondendo ao concurso de fotografia, sendo que os participantes terão que ter no máximo 19 anos .

O concurso estará aberto entre 15 de setembro e 15 de outubro e os prémios são aliciantes.

Sabemos haver muitos estudantes com aptidão para a fotografia. Quem quer tentar?

E eis então que vos apresentamos o Poster Eco-Código ESTeSL (2012)

E a primeira mensagem que vos deixamos é…

Se reivindicar é importante, agir é determinante. Está na hora de assumir atitudes eco!

Está nas mãos de cada um de nós tornar a ESTeSL uma Eco-Escola!

Este é o mote para que toda a comunidade académica adopte comportamentos tendentes à redução dos consumos energéticos.

Todos nós temos a obrigação de dar o nosso contributo, alterando pequenos gestos do dia a dia.

Não deixes para amanhã os eco-gestos que podes fazer hoje!

Relembramos o primeiro eco-gesto definido no nosso Eco-Código

Se um eco-cidadão queremos ser, eco-gestos teremos que fazer.
Vamos começar já!




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