Posts Tagged ‘Dia Mundial da Saúde’

No âmbito do Programa Eco-Escolas, em implementação na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), e associado ao Dia Mundial da Saúde 2011, desafiou-se toda a comunidade académica a trilhar os caminhos rumo ao verde do Parque das Nações, numa caminhada que acabou por percorrer mais de 5 quilómetros.

A caminhada, marcada para as 10 horas, iniciou-se na ESTeSL e seguiu para a zona ribeirinha do Parque das Nações, passando-se pela Torre Vasco da Gama. A primeira paragem aconteceu nos Jardins Garcia d’Orta, no Talhão de África (1) com flora representativa de Angola e Moçambique. De seguida rumou-se para a Macaronésia (2), com flora originária dos arquipélagos da Madeira, Açores e Cabo Verde.



A paragem seguinte foi por terras de São Tomé e Brasil (3) onde a paisagem se encontrava pejada de palmeiras, orquídeas, fetos e begónias.

Goa (4), antiga colónia portuguesa, faz-se representar pela densa vegetação de palmares, além de plantas mais pequenas com fins medicinais como é o caso do durião, o camomim e a laranjeira e que muito aludem às Tecnologias da Saúde. A viagem pelos Jardins Garcia d’Orta culminou no Talhão de Coloane (5), a ilha mais a sul do território de Macau. É aqui que podemos encontrar vegetação que indicia um clima sub-tropical, de floresta temperada e quente, com arbustos de cores vivas e onde as magnólias e as camélias ocupam lugar de destaque e onde as formas estranhas da orelha-de-elefante e do alfinheiro-da-china nos surpreendem.

A próxima paragem teve lugar já no Cabeço das Rolas (6), naquela que é a maior elevação do Parque das Nações, 33 metros acima no nível do rio Tejo e donde se pode contemplar toda a Av. Dom João II. É aqui, no Cabeço das Rolas, que o antigo integra o novo, com o aproveitamento do antigo tanque de combate a incêndios da refinaria, agora um lago de 2500m2 com várias espécies aquáticas.

A caminhada não poderia ser feita sem uma passagem obrigatória pelos Jardins d’Água (7) e onde nos é permitido acompanhar ao vivo um percurso de água, desde a nascente até ao estuário, com toda a vegetação que lhe está associada. É nos Jardins d’Água que podemos encontrar algumas máquinas e engenhos que ilustram um sem número de actividades ligadas à água.

Emblemática é a Alameda dos Oceanos (8), com mais de 2 quilómetros e os seus característicos vulcões. Esta alameda, composta por três troços distintos (troço Sul, troço da Estação do Oriente e troço Norte) é um espaço de eleição para o repouso, o passeio e a contemplação. As alamedas laterais encontram-se compostas com Azinheiras e os Carvalhos, de várias espécies, são predominantes.

De regresso à ESTeSL, cerca de duas horas depois, ficou a promessa de repetir a experiência com a certeza de que muito verde ainda ficou por descobrir. Da próxima vez o destino será o Parque Tejo, na zona Norte do Parque das Nações.

Da próxima vez, contamos ser acompanhados por um grupo maior!




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