Fruto do trabalho realizado no âmbito do Programa Eco-Escolas, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) foi selecionada para integrar o conjunto de 35 escolas piloto de Portugal, Espanha, França e Gibraltar associadas ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, que pretende apoiar as escolas na transição para uma economia de baixo carbono.

Projeto ClimACT promove auditoria energética na ESTeSL

No âmbito do ClimACT, o Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), um dos parceiros do projeto, começou hoje a auditoria energética na Escola, de forma a fazer a caracterização energética pormenorizada da ESTeSL e que se prolongará até ao dia 31 de maio. No decurso do dia de hoje, acompanhados pelo colaborador da ESTeSL Carlos Gonçalves, a equipa do ISQ (Cláudia Mafra, Ricardo Leandro e Rui Alves) fez a caracterização dos espaços e equipamentos.

A auditoria consistirá em efetuar medições energéticas em quadros elétricos e equipamentos, bem como fazer uma caracterização aprofundada da iluminação, equipamentos e horários de utilização de cada espaço da ESTeSL, com o objetivo de garantir o diagnóstico inicial que servirá de baseline para o trabalho a desenvolver nos próximos anos no domínio da energia.

O convite para a ESTeSL integrar este projeto decorreu do trabalho que tem vindo a ser feito desde o ano letivo 2010/2011 no âmbito do Programa Eco-Escolas e que já tem merecido, por diversas ocasiões, o reconhecimento a nível nacional e internacional.

Celebra-se hoje, dia 17 de maio, o Dia Internacional da Reciclagem.

Dia Internacional da Reciclagem

O Dia Internacional da Reciclagem foi instituído pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência, e a Cultura (UNESCO), com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a importância da reciclagem, como forma de reduzir os impactos ambientais decorrentes da crescente produção de resíduos. Recordamos que a reciclagem é o “último” dos 3 R’s (reduzir, reutilizar e reciclar).

Na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), e ao longo dos últimos anos, associado ao Programa Eco-Escolas, têm vindo a ser desenvolvidos esforços no sentido de encaminhar para reciclagem uma parte significativa dos resíduos produzidos pela comunidade académica. Neste momento garantimos a recolha e encaminhamento para reciclagem de resíduos têxteis, resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos, resíduos de papel, dentre outros.

Temos consciência do muito que ainda nos falta fazer, mas os esforços têm dado frutos e num futuro próximo esperamos poder garantir a recolha seletiva de mais algumas fileiras de resíduos.

Interreg Sudoe ClimACT (webpage)

O Interreg Sudoe ClimACT já tem disponível uma webpage dedicada especificamente ao projeto, a partir da qual poderão, de forma complementar à página do Facebook, seguir todas as atividades e ficar a saber um pouco mais acerca da “transição para uma economia de baixo carbono nas escolas” e onde a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) surge como uma das escolas piloto.

Relembramos que o ClimACT encontra-se alicerçado em quatro linhas de atuação, nomeadamente: (i) desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão que permitirão às escolas aumentar sua eficiência energética, através da gestão inteligente de recursos, energias renováveis e alteração de comportamentos; (ii) desenvolvimento de modelos de negócio e de novas estratégias de gestão energética para as escolas; (iii) desenvolvimento de ferramentas educacionais para a sensibilização em baixo carbono; e (iv) criação de uma rede temática/Living Lab na região SUDOE (Sudoeste Europeu) para promover a consciencialização e capacitação, tendo sido submetido ao programa Interreg SUDOE, que visa promover a cooperação transnacional para resolver problemas comuns às regiões do Sudoeste Europeu, estando entretanto aprovado e inserido no eixo prioritário “Economia de Baixo Teor de Carbono”.

O trabalho dos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, associado à Litter Less Campaign (ver “Beatas no chão… NÃO!” e a participação da ESTeSL na Litter Less Campaign), do qual resultou uma fotorreportagem e vídeo-reportagem, foi selecionado para representar Portugal no concurso internacional Litter Less do Young Reporters for the Environment, no escalão 19-21 anos, categoria de fotorreportagem.

Independentemente do resultado que se venha a obter no concurso internacional, este resultado é já uma “vitória” só possível em função do empenho e dedicação dos estudantes e da prestimosa colaboração do Miguel Faria, do “Portugal Sem Beatas”, a quem deixamos  o nosso muito obrigado.

Litter Less Campaign (fotorreportagem ESTeSL, Portugal)

CIGARETTE BUTTS ARE ONE OF THE CORNERSTONES OF THE PROBLEM…

It is known that cigarette butts are the type of waste most frequently found in our beaches.

The microplastics, as well as the heavy metals in cigarette butts, usually enter a cycle that affects the whole ecosystem: earth, sea, air and, naturally, animals and human beings.

In the campaign of collecting cigarette butts, performed by three Environmental Health students on the campus of the Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) and at the beach of Costa da Caparica, near Lisbon, in just one hour was collected the equivalent volume of five liters.

Associado ao Lisboa Bike Sharing (rede de bicicletas partilhadas), o Parque das Nações irá participar na fase piloto com cerca de 90 bicicletas, das quais 60 são elétricas e 30 são clássicas, que deverão começar a circular nesta zona da cidade de Lisboa já no próximo mês de maio.

Lisboa Bike Sharing

Segundo conseguimos apurar, as bicicletas públicas estarão espalhadas por estações (inicialmente 10 que passarão a 15 aquando da implementação final) entre a zona sul  e a estação de comboios de Moscavide (consultar mapa). A sua utilização durante os trinta dias da fase-piloto é gratuita para os inscritos que forem selecionados. Numa fase posterior haverá dois tipos de passe – anual de 25 euros e mensal de 15 euros, aos quais acresce uma tarifa de 10 cêntimos (bicicletas clássicas) ou 20 cêntimos (bicicletas elétricas) por cada período de meia hora de utilização, até um máximo de 40 viagens.

Para poderem integrar esta fase experimental, os interessados devem inscrever-se no site Lisboa Bike Sharing e devem ser utilizadores de smartphones, na medida em que o telemóvel será necessário para descarregar a aplicação e usar o sistema de rede.

Ultrapassada a fase de testes, a EMEL estima que a rede esteja operacional já no próximo verão em toda a cidade de Lisboa. Ao todo, estão previstas 140 estações – isto é, postos de levantamento e parqueamento de bicicletas públicas – e mais de 1400 bicicletas públicas fornecidas pela empresa portuguesa Órbitra, que venceu o concurso público.

Litter Less Campaign é um projeto internacional coordenado pela Foundation for Environmental Education (FEE), que desafia jovens de 9 países da rede Jovens Repórteres para o Ambiente a observar, interpretar, reportar e encontrar soluções mais sustentáveis para a problemática dos resíduos e que em Portugal vai já na sua terceira edição.

Depois das participações anteriores (ver #LitterLessCampaign), este ano os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, decidiram explorar um dos problemas ambientais que assolam a orla costeira portuguesa, realizando uma pequena vídeo-reportagem sobre os resíduos de cigarros e as nossas praias (Beatas no chão… NÃO!), entretanto submetida a concurso.

Estima-se que por minuto, o mercado mundial produza perto de 11 milhões de cigarros para dar resposta ao consumo de cerca de 4,5 triliões de cigarros em todo o mundo. Em Portugal, são vendidos mil milhões de cigarros por mês e, assumindo-se que 30% das beatas destes cigarros vão parar ao chão, significa que teremos, a cada minuto, mais 7000 beatas nas ruas portuguesas. Atualmente, sabe-se que as beatas de cigarro são o resíduo que podemos encontrar em maior quantidade nas nossas praias, sendo que as micropartículas, assim como os metais pesados existentes nas beatas, tendem a entrar num ciclo que afeta todo o ecossistema: terra, mar, ar e naturalmente, os animais e os seres humanos. Por todos estes motivos, importa sensibilizar a população em geral, e os fumadores em particular, fazendo-se o diagnóstico daquela que é a realidade nas praias portuguesas, identificando as causas e apontando soluções que tendem a ser estruturais mas que implicam, invariavelmente, a educação para a cidadania.

Ontem, dia 7 de abril, na celebração do Dia Mundial da Saúde, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) saiu à rua numa iniciativa integrada no Programa Eco-Escolas e no projeto Interreg Sudoe ClimACT, que abordou questões associadas, naturalmente, à saúde e ao tema deste ano («Depressão. Vamos falar!»), assim como à mobilidade sustentável.

Rota Eco-Escolas... mexa-se, pela sua saúde e por uma mobilidade sustentável!

Na iniciativa “Let’s Talk and Walk“, para além do exercício físico decorrente da caminhada de 4 quilómetros na qual participaram docentes das áreas cientificas de Saúde Ambiental, Matemática e Física, assim como um número significativo de estudantes, que aproveitaram a ocasião para se conhecerem melhor e, por exemplo, identificarem interesses comuns,  identificaram-se também situações passíveis que criar constrangimentos a uma mobilidade sustentável. Para este efeito, as estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL Ana Roque e Patrícia Duarte, adaptaram uma lista de verificação que os participantes na caminhada usaram de forma a identificar eventuais constrangimentos a uma mobilidade sustentável.

A iniciativa “Rota Eco-Escolas“, coordenada pela ABAE | Programa Eco-Escolas, integra-se no tema mobilidade sustentável  e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das crianças e jovens, professores, encarregados de educação, assistentes e auxiliares, na deteção de problemáticas na mobilidade em redor do edifício da escola e em todo o restante concelho. Pretende-se com a iniciativa que a população seja mais interventiva na comunidade local, e que seja estabelecido contacto mais direto com o município.

O desafio “Rota Eco-Escolas“, consiste em assinalar na plataforma SIG da Rota da Mobilidade as sugestões de melhoria ao nível da mobilidade do município.




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