Hoje, dia em que se celebra o Dia Europeu do Mar, chamamos a atenção para uma das problemáticas ambientais mais atuais e impactantes: o uso de plástico.

Segundo a Quercus, Portugal consome em média, por ano: (i) 721 milhões de garrafas de plástico; (ii) 259 milhões de copos de café; (iii) 1 milhar de milhões de palhinhas; (iv) 40 milhões de embalagens de fast food; e (vi) 10 mil milhões de beatas de cigarro.

Estes números são altamente preocupantes e se não existir o respetivo encaminhamento para tratamento apropriado, é provável que estes plásticos acabem no mar. Este tratamento começa com cada um de nós, garantindo a separação correta dos resíduos.

O consumo de plástico é um problema ambiental que atinge proporções mundiais e que começa a ter efeitos graves nos ecossistemas do nosso planeta. Neste dia do mar, damos-te a conhecer um desses efeitos. Uma “ilha” de lixo que resulta da acumulação de plásticos no oceano e à qual os cientistas deram o nome de “Grande Mancha de Lixo do Pacífico”. Esta ilha situa-se entre o Havai e a Califórnia e o seu tamanho é proporcional à zona económica exclusiva marítima de Portugal.

De acordo com Joost Dubois, porta-voz da Ocean Cleanup Foundation, que liderou uma equipa de investigadores que durante meses se dedicou a estudar este desastre ambiental, ali poderemos encontrar redes de pesca, recipientes de plástico, embalagens e cordas, formando a “Grande Mancha de Lixo do Pacífico”, que tem entre 45 e 129 milhares de toneladas de plástico.

Mas a verdade é que as correntes oceânicas concentram o plástico em cinco grande áreas do mundo, cinco grande “ilhas”. Para descobrires mais sobre este assunto, visita o The Ocean Cleanup.

As manchas de lixo oceânicas são vastas e dispersas

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