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O desafio “Uma gota de água, uma gota de óleo” resultante de uma parceria entre Associação Bandeira Azul da Europa | Eco-Escolas e a PRIO, pretende com o projeto PRIO Top Level motivar as crianças, jovens, professores e família para um maior conhecimento acerca das questões que se relacionam com a importância da correto encaminhamento dos óleos alimentares usados no local adequado e particularmente para os impactos negativos na qualidade da água, para que estes estejam recetivos à introdução de mudanças de hábitos no dia-a-dia.

Posto isto, e dependendo dos níveis de ensino, foram propostos às escolas desafios que visavam por um lado motivar a investigação acerca do tema proposto e, por outro, incentivar mudanças quotidianas não só nas crianças e jovens em contexto escolar, mas também, por inerência, em casa, na família e na comunidade. O desafio consistiu na realização de um projeto em torno da temática dos óleos alimentares usados, sendo a apresentação do trabalho de cada escola levado a concurso e onde foram premiados os produtos desenvolvidos que se destacaram.

Por parte da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que participou no desafio “porquê reciclar os óleos alimentares usados“, os estudantes Cátia Rodrigues, Manuel Gonçalves e Mauro Batista realizaram uma vídeo-campanha que já havíamos publicado (ver Uma Gota de Água, Uma Gota de Óleo) e que acabou por conquistar o terceiro lugar.

Muitos parabéns aos estudantes, por mais esta conquista…

O programa Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA) é um programa internacional da Foundation for Environmental Education implementado em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), que pretende contribuir para o treino do exercício de uma cidadania ativa e participativa, enfatizando a vertente do jornalismo ambiental.

O Concurso Nacional JRA tem como objetivo premiar as melhores reportagens sobre sustentabilidade efetuadas pelos jovens portugueses ao longo do ano letivo, sendo que cada escola pode participar apresentando até duas reportagens em cada categoria. Este ano a ABAE recebeu 274 trabalhos, distribuídos pelas 4 categorias: artigos (137), fotorreportagem (105) e vídeos (43), fotocampanha (44) e vídeo-campanha (15).

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) submeteu trabalhos em cada uma das categorias, fruto do empenho dos estudantes da nossa escola e que acabou por se materializar na atribuição de vários prémios, nomeadamente:

Menção honrosa na categoria de videorreportagem (“Greve Estudantil pelo Clima” das estudantes Ana Santos, Bruna Silva, Inês Rocha e Rita Relvas do 1.° ano de Saúde Ambiental)

Segundo lugar na categoria de artigo (“Criadouros de mosquitos colocam a saúde pública em alerta!” das estudantes Fabiana Clérigo, João Anjos e Sandra Ferreira do 1.° ano de Saúde Ambiental).

Segundo lugar na categoria de vídeo-campanha (“A natureza está de olho em ti…” dos estudantes Adriana Porto, Andreia Silva, João Pinto e Luís Araújo do 2.° ano de Saúde Ambiental).

Primeiro lugar na categoria de fotocampanha (“Somos o que comemos!” dos estudantes Adriana Porto, Andreia Silva, Catarina Teixeira, Joana Azevedo, João Pinto, Leonor Amaro, Luís Araújo, Mauro Batista, Mónica Figueira, Nuno Pires, Patrícia Fernandes, Raquel Bacalhau e Vladimir Silva do 2.° ano de Saúde Ambiental).Somos o que comemos

Conscientes do esforço suplementar que lhes é exigido para a realização destes trabalhos, muitas das vezes à margem das atividade académicas e que não raras vezes implicam metodologias diferenciadoras, deixamos aqui os nossos parabéns (e o nosso obrigado!) pelo excelente desempenho.

Greta Thunberg, ativista do clima conhecida por protestar às portas do parlamento da Suécia, como forma de divulgar as questões associadas às alterações climáticas e que ganhou projeção mundial após a sua intervenção na COP24 em Katowice (Polónia), decidiu fazer greve às aulas em nome do clima.

Inspirados em Greta Thunberg, os estudantes portugueses juntaram-se a milhares de estudantes de todo o mundo e faltaram às aulas no passado dia 15 de março, como forma de protesto pela inação, assim como para exigir aos respetivos governos que a resolução da crise climática seja claramente incorporada na agenda política e se torne uma prioridade. Posteriormente, a 24 de maio, o protesto repetiu-se e uma equipa de Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa foi perceber este fenómeno estudantil com algumas das organizadoras do protesto de Lisboa.

Greve Estudantil pelo Clima” é uma videorreportagem da autoria das estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Ana Santos, Bruna Silva, Inês Rocha e Rita Relvas, publicada no portal Jovens Repórteres para o Ambiente.

A “poluição plástica” e o desperdício alimentar são fenómenos frequentes da atualidade e que muito se devem aos hábitos de consumo. Uma forma de obviar estes fenómenos passa, por exemplo, pela venda e compra de produtos a granel, enquanto opção mais sustentável. Em Portugal, as lojas a retalho que optam por este tipo de comércio têm proliferado um pouco por todo o país e os Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) foram descobrir um pouco mais desta realidade.

Compra e venda a granel: uma opção sustentável” é uma videorreportagem da autoria das estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Andreia Coelho, Catarina Carvalho e Marta Amaral, publicada no portal Jovens Repórteres para o Ambiente.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) voltou a marcar presença na rubrica “Vida Verde” do programa “Manhãs na TV”, com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e coordenador Baixo Carbono, no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.

Nesta terceira participação, o tema de conversa foi o Programa Eco-Escolas, tendo-se feito alusão aos sete passos associados à metodologia, assim como a alguma da história das Eco-Escolas em Portugal e no mundo, não deixando de se referir aquela que é a sua implementação nos diferentes níveis de ensino e as mais-valias daí decorrentes.

Muito obrigado a toda a equipa do “Manhãs na TV”, nas pessoas do Ricardo Lourenço e da Fátima Nunes, por continuarem a apostar na participação do “Eco-Escolas ESTeSL” na rubrica “Vida Verde”.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!

Os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), Cláudia Rodrigues, Fábio Costa e Tiago Pontes, realizaram uma vídeo-reportagem associado ao projeto Remedio Interreg MED e que irá integrar os trabalhos realizados pela ESTeSL a submeter ao Programa Jovens Repórteres para o Ambiente.

O projeto REMEDIO Interreg MED, que visa testar medidas de baixo teor de carbono em quatro cidades europeias: Loures, Treviso, Split e Salónica, irá colocar em prática o conceito de mobilidade sustentável e, cumulativamente, promover avaliações de qualidade do ar, de ruído e de tráfego. Em Portugal, Loures foi o município selecionado, sendo a Avenida de Moscavide, a área onde têm vindo a ser implementadas as medidas preconizadas no âmbito do projeto e promovida a monitorização da qualidade do ar, indicador que se pretende melhorar e fixar em valores aceitáveis e seguros.

O trabalho Um “REMEDIO” para os problemas de mobilidade, dá a conhecer algumas das melhorias associadas à mobilidade, já realizadas no âmbito do projeto REMEDIO Interreg MED.




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