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Este foi um ano intenso onde, para além dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, o projeto Interreg Sudoe ClimACT acabou por ocupar algum do nosso tempo e “sorver” muitas das nossas energias.

Entretanto, as notícias associadas à participação da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) em alguns dos projetos e desafios a que nos propusemos este ano começam a chegar.

Já vos havíamos dado conta de que na sequência da participação da ESTeSL no Litter Less Campaign, fomos selecionados para representar Portugal no concurso internacional e acabámos por participar na Missão Litter Less na Reserva Mundial de Surf (Ericeira, Portugal), fruto do trabalho dos estudantes Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho. Agora, findo que está o processo de avaliação de todos os trabalhos submetidos aos diferentes projetos e desafios associados ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, podemos adiantar-vos de que o trabalho desenvolvido pelos estudantes da ESTeSL foi, mais uma vez, objeto de reconhecimento.

Para além da Menção Honrosa atribuída à fotorreportagem “Dejetos na via pública: um problema de saúde pública“, das estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Jéssica Moreira, Laura Fernandes e Suazilene Ferreira, submetida ao Jovens Repórteres para o Ambiente, ficámos a saber por estes dias que mais trabalhos terão sido premiados.

No desafio “Descobre a tua Geodiversidade”, numa parceria entre o Programa Eco-Escolas e o Comité Nacional para o Programa Internacional de Geociência da UNESCO, as estudantes Ana Roque e Patrícia Duarte do terceiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, realizaram uma vídeo-reportagem acerca do geossítio identificado no Bairro da Mata (Vila Franca de Xira), tendo sido um dos trabalhos premiados (ver A Saúde Ambiental aventurou-se no “Descobre a tua Geodiversidade”).

Igualmente premiada foi a fotorreportagem das estudantes do segundo ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental Beatriz Luz, Catarina Nunes e Felícia Silva, realizada para uma das atividades criativas da Geração Depositrão e que abordou a gestão de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos com enfoque naquele que tem sido o papel da ESTeSL em garantir o encaminhamento adequado deste tipo de resíduos, tanto dos resíduos produzidos na escola como os recebidos no Depositrão (ver ESTeSL (mais uma vez!) na Geração Depositrão).

Ao longo dos últimos sete anos, e associado ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, temos desafiado os estudantes a realizarem trabalhos, no âmbito (ou não!) de unidades curriculares. Em relação aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, para além das competências a adquirir e desenvolver, associadas ao seu perfil de saída, são desenvolvidas outras competências (as chamadas soft skills) que serão de extrema relevância para qualquer área profissional das profissões de diagnóstico e terapêutica.

Se achas que estes desafios não são para ti, desengana-te!!

Para o próximo ano contamos contigo. “Atira-te” e vem fazer parte de uma equipa vencedora!

Litter Less Campaign é um projeto internacional coordenado pela Foundation for Environmental Education (FEE), que desafia jovens de 9 países da rede Jovens Repórteres para o Ambiente a observar, interpretar, reportar e encontrar soluções mais sustentáveis para a problemática dos resíduos e que em Portugal vai já na sua terceira edição.

Depois das participações anteriores (ver #LitterLessCampaign), este ano os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, decidiram explorar um dos problemas ambientais que assolam a orla costeira portuguesa, realizando uma pequena vídeo-reportagem sobre os resíduos de cigarros e as nossas praias (Beatas no chão… NÃO!), entretanto submetida a concurso.

Estima-se que por minuto, o mercado mundial produza perto de 11 milhões de cigarros para dar resposta ao consumo de cerca de 4,5 triliões de cigarros em todo o mundo. Em Portugal, são vendidos mil milhões de cigarros por mês e, assumindo-se que 30% das beatas destes cigarros vão parar ao chão, significa que teremos, a cada minuto, mais 7000 beatas nas ruas portuguesas. Atualmente, sabe-se que as beatas de cigarro são o resíduo que podemos encontrar em maior quantidade nas nossas praias, sendo que as micropartículas, assim como os metais pesados existentes nas beatas, tendem a entrar num ciclo que afeta todo o ecossistema: terra, mar, ar e naturalmente, os animais e os seres humanos. Por todos estes motivos, importa sensibilizar a população em geral, e os fumadores em particular, fazendo-se o diagnóstico daquela que é a realidade nas praias portuguesas, identificando as causas e apontando soluções que tendem a ser estruturais mas que implicam, invariavelmente, a educação para a cidadania.

Foi nos passados dias 18 e 19 de novembro, que teve lugar em Santa Maria da Feira, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, a edição deste ano do Seminário Nacional Jovens Repórteres para o Ambiente.

A saída de Lisboa teve lugar ainda durante a madrugada de dia 18, em carpool, com a partilha da viatura com a Jovem Repórter para o Ambiente Joana Pedro que, em representação da Foundation for Environmental Education (FEE) e a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), marcou presença na COP22, em Marrakech (Marrocos).

Esta foi a quarta vez que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) marcou presença naquele evento, este ano representada pelo professor Vítor Manteigas, docente da área científica de Saúde Ambiental e coordenador dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e pelos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Dinah Albuquerque e Hugo Silva. Esta participação surgiu na sequência do trabalho desenvolvido no Programa Jovens Repórteres para o Ambiente | Young Reporters for the Environment, que viria a culminar com a atribuição do primeiro lugar na modalidade de vídeo-reportagem (concurso nacional) e de uma menção pelo facto do trabalho dos estudantes ter sido finalista no concurso internacional Litter Less Campaign, também na categoria de vídeo-reportagem (ver Sistema de Recolha de Resíduos Sólidos Urbanos: a singularidade do Parque das Nações).

Seminário Nacional Jovens Repórteres para o Ambiente (2016)

Os estudantes e professores participantes integraram grupos de trabalho distintos que culminaram na preparação de artigos de índole jornalístico, de foto-reportagens e de vídeo-reportagens, associados às visitas que tiveram lugar na tarde de sexta-feira. As visitas, realizadas em simultâneo, foram: (i) Parque das Ribeiras do Uíma; (ii) Parque da Cidade de Lourosa; (iii) Parque Ornitológico de Lourosa; (iv) Corticeira Amorim; (v) Termas de S. Jorge; e (vi) Museu do Papel – Terras de Santa Maria.

Este foi um fim-de-semana intenso, de muito trabalho, muita diversão, muitas novas amizades e excelentes ideias para os desafios que se aproximam, tendo como mote a Saúde e o Ambiente. Não deixem de ver o álbum “Jovens Repórteres para o Ambiente” respeitante a esta participação e às participações nas edições anteriores.

O programa Jovens Repórteres para o Ambiente é um programa internacional que pretende contribuir para o treino do exercício de uma cidadania ativa e participativa enfatizando a vertente do jornalismo ambiental que se inicia com um projeto local, em que os jovens investigam, reportam e comunicam recorrendo aos jornais, internet e outros meios de comunicação, podendo participar grupos escolares dos 13 aos 21 anos. Em Portugal Jovens Repórteres para o Ambiente é promovido pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), secção portuguesa da Foundation for Environmental Education (FEE).

ESTeSL vence concurso nacional de  Jovens Repórteres para o Ambiente

Desde alguns anos a esta parte, já depois da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter iniciado a implementação do Programa Eco-Escolas, que temos vindo a participar, apresentando a concurso algumas fotorreportagens e vídeo-reportagens e este ano não foi exceção. Este ano, dos trabalhos realizados pelos estudantes, houve um que acabou por ser objeto de destaque. Falamos do Sistema de Recolha de Resíduos Sólidos Urbanos: a singularidade do Parque das Nações que já havíamos divulgado, a propósito da Litter Less Campaign, e que entretanto foi premiado na categoria de vídeo-reportagem, garantindo o primeiro lugar a nível nacional. Trata-se de um trabalho realizado pelos estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental Dinah Albuquerque, Felícia Sofia e Hugo Silva e que dá a conhecer o sistema de recolha de resíduos sólidos urbanos do Parque das Nações e que contou com a colaboração do Dr. Luís Ribeiro, técnico da Câmara Municipal de Lisboa (Direção Municipal de Higiene Urbana, Departamento de Higiene Urbana, Divisão de Limpeza Urbana, Equipa de Gestão Urbana do Parque das Nações) e do professor Vítor Manteigas, coordenador do Programa Eco-Escolas e do Jovens Repórteres para o Ambiente na ESTeSL.

Parabéns a tod@s!!

Foi no âmbito da unidade curricular de Saúde Ambiental do primeiro ano do Curso de Licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que as estudantes Ana Rita Marques, Feliciana Camoço, Marta Silva e Susana Camala, realizaram um trabalho em formato de vídeo-reportagem onde são abordados os consumos energéticos na escola e apresentadas algumas das medidas que têm vindo a ser assumidas de forma a minimizar os respetivos consumos.

O trabalho “CONSUMOS ENERGÉTICOS… conhecer e melhorar as práticas da ESTeSL“, que contou com a colaboração da Dra. Ana Sabino, responsável pelo Serviço de Instalações, Infra-Estruturas e Equipamentos da ESTeSL, foi submetido ao Eco-Repórter da Energia (um concurso inserido no Programa Eco-Escolas), tendo garantido o terceiro lugar a nível nacional.

Parabéns às estudantes!

No decurso dos últimos anos, a Educação para o Desenvolvimento Sustentável tem vindo a fazer parte, de forma enfatizada e um pouco por todo o mundo, dos discursos associados ao ensino.

A Organização das Nações Unidas, ao designar o período de 2005 a 2014 como a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, procurou trazer à tona a necessidade dos agentes políticos e profissionais da educação encontrarem formas pelas quais a Educação para o Desenvolvimento Sustentável poderia tornar-se parte integrante da educação.

As condições do edifício e das salas de aula de uma escola, assim como os recursos existentes, e desejados no contexto do desenvolvimento sustentável, podem ser uma importante área de ação e reflexão para os estudantes.

Os edifícios escolares consomem uma parte significativa do total de energia consumida na Europa e representam mais de 12% do consumo nos edifícios do setor terciário. A fatura energética é tipicamente a segunda mais significativa, logo a seguir aos custos com o pessoal sendo por isso imperativo que as escolas desenvolvam estratégia de forma a reduzir os consumos energéticos.

The best young environmental journalists!“… é assim que o Programa Young Reporters for the Environment (YRE) dá título à notícia onde são apresentados os trabalhos premiados no concurso internacional de Jovens Repórteres para o Ambiente, um programa onde participam jovens dos 11 aos 21 anos de vinte e quatro países. A participação deste ano contou com 120 submissões de artigos, fotorreportagens e video-reportagens, colocados a concurso pelas coordenações nacionais, de entre os cerca de 3900 trabalhos.

Portugal, como já vem sendo hábito, acabou por obter excelentes resultados. Este ano conseguiu um terceiro lugar na categoria de artigo (escalão 11-14 anos) com “The Asian Hornet – a threat to our orchards and gardens” e ainda uma menção honrosa na categoria de vídeo-reportagem (escalão 19-21)com “Discovering EVOA“, um trabalho das estudantes de primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Inês Ouro, Maria Inês Fernandes, Mariana Matos e Whitney Aprel.

Esta é mais uma excelente notícia que aqui vos deixamos hoje, dia em que se celebra o Dia Mundial do Ambiente, e que só vem reconhecer, mais uma vez, o trabalho meritório que temos vindo a desenvolver. Parabéns às estudantes, parabéns à ESTeSL e parabéns a toda a representação de Portugal no Young Reporters for the Environment.

2015 YRE winners have been selected by representatives from the United Nations Environment Programme (UNEP), United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), International Institute for Industrial and Environmental Economics (IIEEE), Wrigley Company Foundation, International journalist, YRE Student (1996), communications strategist, writer, filmmaker (Longyearbyen Consulting & Media) and the Foundation for Environmental Education (FEE). Seven articles, six photographs and eight videos were awarded to young environmental journalists from twenty-four countries.

Associado ao projeto Tejo, um “mar” de oportunidades, um grupo de Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental (Inês Ouro, Maria Inês Fernandes, Mariana Matos e Whitney Aprel), partiu à descoberta do EVOA – Espaço de Visitação e Observação de Aves, em plena Reserva Natural do Estuário do Tejo.

O Tejo é um marco importante em Portugal, pois foi a partir dele que as naus partiram para os descobrimentos, e de onde ainda muitas famílias, através da atividade piscatória, retiram o seu sustento. O Tejo torna-se assim um “mar” de oportunidades.

Contudo não é só o ser humano que tira proveito do rio, pois também é o lar de muitos animais, insetos e plantas. É nas lezírias, locais ao longo do Tejo muitos férteis devido à aglomeração de materiais em suspensão, que existe uma grande biodiversidade.

O estuário acolhe durante todo o ano, diversas espécies de aves. Estas podem procurar este local apenas para repouso na sua migração ou mesmo para nidificação. Para assegurar a contínua atividade destes habitats criados para as aves, foi necessário plantar espécies de árvores autóctones como a tamargueira ou o junquilho-dos-salgados

A biodiversidade é a variedade de seres animais e vegetais que são encontradas nos diferentes ambientes. É responsável por garantir o equilíbrio das espécies em todo o mundo. Porém a maior ameaça à biodiversidade é a ação humana, que vem transformando a natureza, gastando até ao limite todos os recursos nela existentes.

As alterações climáticas cada vez mais acentuadas também são uma ameaça à biodiversidade. Como por exemplo, a grande variação das temperaturas torna a migração para as aves cada mais difícil. É por isso importante ter mais espaços para estas poderem habitar e nidificar.

O EVOA privilegia a biodiversidade. Esta é essencial à vida e fornece os meios necessários à subsistência do Homem. É também a base para a evolução e adaptação a ambientes em transformação, o que a torna essencial ao desenvolvimento da vida num planeta que está em constante mudança. Nesse sentido este deve ser um tema de interesse para todos, uma vez que associado a uma má gestão dos espaços naturais, a perda da biodiversidade poderá ser uma realidade, o que acabaria por ter consequências significativas para a humanidade.

Entretanto reiteramos o desafio. Todos os estudantes da ESTeSL (até aos 21 anos) que estejam eventualmente interessados em participar no Jovens Repórteres para o Ambiente, seja com artigos, fotorreportagens ou video-reportagens, tendo como mote o rio Tejo, devem contactar a coordenação do Eco-Escola ESTeSL.




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