Archive for the ‘Eco-Escolas’ Category

Conselho Eco-Escola têm um papel relevante a desempenhar, devendo ser entendido como a força motriz do Programa Eco-Escolas em cada uma das escolas participantes, e deve assegurar a execução dos outros seis passos subjacentes à metodologia própria do Programa, nomeadamente: (i) Auditoria Ambiental; (ii) Plano de Ação; (iii) Monitorização; (iv) Trabalho Curricular; (v) Informação e Envolvimento da Comunidade Local; e (vi) Eco-Código.

As competências do Conselho Eco-Escola passam por: (i) implementar a auditoria ambiental; (ii) discutir o plano de acção; (iii) monitorizar e avaliar as atividades; (iv) e coordenar as formas de divulgação do Programa na escola e comunidade. Cunulativamente, desde que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) passou a integrar o projeto Interreg Sudoe ClimACT, o Conselho Eco-Escola é, cumulativamente, a Comissão Baixo Carbono.

A Comissão Baixo Carbono, tal como o Conselho Eco-Escola, é uma estrutura interna permanente, composta por estudantes (dos nove cursos de licenciatura), docentes, não docentes e outras entidades consideradas relevantes. Deve ser encarado como um fórum para ideias, discussão, propostas, planeamento, monitorização e avaliação e que tem como tarefas: (i) decidir as melhores estratégias para envolver a escola e implementar, monitorizar e avaliar as ações; (ii) definir responsabilidades; e (iii) monitorizar, avaliar e relatar a evolução das condições, comportamentos, conhecimento e competências adquiridas para a economia de baixo carbono na escola.

Hoje tornamos público a constituição do Conselho Eco-Escola e da Comissão Baixo Carbono da ESTeSL para o ano letivo em curso que é, mais uma vez, representativo da comunidade académica (de acordo com o regime de funcionamento) e que integra também elementos da Câmara Municipal de Lisboa, da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, do Jornal “Notícias do Parque”, da Junta de Freguesia do Parque das Nações, da Presidência do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) e dos Serviços de Ação Social do IPL. Esta informação, assim como a constituição da Brigada Baixo Carbono, estará também disponível no sítio institucional da nossa escola, na área dedicada à Política Ambiental (divulgada pela Circular Informativa n.º 27, de 3 de junho de 2011).

Política Ambiental da ESTeSL

Conselho Eco-Escolas | Comissão Baixo Carbono

  • Ana Monteiro, ESTeSL (docente)
  • Ana Sabino, ESTeSL (não docente)
  • António Belo, IPL (Vice-Presidente do IPL)
  • Bela Vilares, ESTeSL (não docente)
  • Catarina Azevedo, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Catarina Pereira, ESTeSL (estudante de Ortóptica)
  • Daniel Parreira, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Daniela Pasat, ESTeSL (estudante de Imagem Médica e Radioterapia)
  • Emília Batista, Câmara Municipal de Lisboa (Divisão de Sensibilização e Educação Ambiental)
  • Graça Andrade, ESTeSL (Vice-Presidente da ESTeSL)
  • Inês César, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Inês Fernandes, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Inês Ferreira, ESTeSL (estudante de Ortoprotesia)
  • Joana Belo, ESTeSL (docente)
  • Luísa Rios, ESTeSL (estudante de Fisioterapia)
  • Maria Filomena Abreu de Sousa, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (docente)
  • Mariana Custódio, ESTeSL (estudante de Fisiologia Clínica)
  • Mário Patrício, Junta de Freguesia do Parque das Nações (Presidente da Junta de Freguesia)
  • Miguel Meneses, Notícias do Parque (Diretor)
  • Pedro Martins, ESTeSL (estudante de Farmácia)
  • Pedro Rebelo, ESTeSL (docente)
  • Renata Santos, ESTeSL (estudante de Ortóptica)
  • Rita Pereira, ESTeSL (estudante de Dietética e Nutrição)
  • Rui Serrinha, ESTeSL (Associação de Estudantes da ESTeSL – AEESTeSL)
  • Sara Carmezim, ESTeSL (estudante de Ciências Biomédicas Laboratoriais)
  • Sérgio Figueiredo, ESTeSL (docente)
  • Teresa Torres Martins, SAS/IPL (Administradora dos Serviços de Ação Social do IPL)
  • Vítor Manteigas, ESTeSL (docente)
  • Vladimir Silva, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)

Agora, finalizada que está a constituição do Conselho Eco-Escola e da Comissão Baixo Carbono, importa dar continuidade aos trabalhos que, nesta primeira fase, e tal como havia ocorrido no último ano (primeiro ano associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT), passa pela aplicação de um questionário comportamental à comunidade académica, sendo este um passo de especial relevância para a elaboração do Plano de Ação. É nesse sentido que contamos com a colaboração de toda a comunidade académica (estudantes, docentes e não docentes), no preenchimento do questionário cuja divulgação será garantida muito em breve.

Os Global Action Days são “Dias Internacionais de Ação” na comunidade, que devem ser encarados como uma oportunidade para mostrar ao mundo as diversas ações que diariamente são realizadas a favor do ambiente onde, para além das ações, o objetivo é também a inspiração e motivação para que se prossiga naquele que é o trabalho sempre inacabado de agir pela sustentabilidade.

Este ano, os Global Action Days irão decorrer entre os dias 6 e 12 de novembro e, pela primeira vez, foram finalmente assumidos pela Foundation for Environmental Education (FEE) para todos os programas da responsabilidade daquela organização, procurando envolver não só as Eco-Escolas e os Jovens Repórteres para o Ambiente, mas também as autarquias –  ECOXXI e Eco-FreguesiasXXI, assim como os gestores, trabalhadores  e utilizadores dos empreendimentos Green Key e das praias, marinas e embarcações Bandeira Azul.

Global Action Days (2017)

Portugal tem sido há mais de cinco anos o país com maior participação nesta iniciativa e que nunca parou de a realizar com as suas escolas! Deste alguns anos a esta parte que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) tem vindo, de forma mais ou menos concertada, a dinamizar atividades associadas aos Global Action Days e este ano não será diferente.

Estamos em fase de preparação de uma atividade para a manhã do dia 10 de novembro e que irá estar associada a alguns dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e à  European Week for Waste Reduction (Semana Europeia da Prevenção de Resíduos) e para já, sugerimos que cativem a manhã daquele dia, para uma atividade hands on que irá marcar, seguramente, todos os participantes.

Teve lugar ontem, dia 10 de outubro, no Palácio Marqueses da Praia e Monforte, no Parque Adão Barata em Loures, uma reunião do Interreg Sudoe ClimACT, com o objetivo de esclarecer dúvidas e apresentar o desenvolvimento do projeto a todas as escolas piloto da região de Lisboa.

ESTeSL participa em reunião do projeto Interreg Sudoe ClimACT

A reunião contou com a presença de elementos da equipa do projeto Interreg Sudoe ClimACT, nomeadamente do Instituto Superior Técnico (que coordena) e da Associação Bandeira Azul da Europa, assim como da Câmara Municipal de Loures na qualidade de membro do Conselho Consultivo, sendo, para todos os efeitos, o concelho ao qual pertencem a maioria das escolas portuguesas participantes no projeto.

Tendo em conta o objetivo da reunião, a presença das escolas era um imperativo. Para além da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) que se fez representar pelo professor Vítor Manteigas, coordenador Eco-Escolas e coordenador Baixo Carbono, participaram ainda a EB1 do Prior Velho, que se fez acompanhar pela Escola Secundária de Sacavém na qualidade de sede de agrupamento, a EB23 Maria Veleda, a EB23 General Humberto Delgado e a Escola Secundária José Cardoso Pires, faltando apenas a EB23 Mário de Sá Carneiro.

Para além de se ter feito um ponto de situação, relativamente às atividades entretanto desenvolvidas, tanto pela equipa do projeto como pelas escolas ClimACT (dando-se ênfase às boas práticas), foram elencados os momentos e respetivas ações a considerar para o ano letivo em curso, cujo cumprimento irá garantir, para além de outros inúmeros benefícios para as escolas, a continuidade da atribuição do Galardão Eco-Escolas.

Posto isto, novas atividades e novos desafios se avizinham para os elementos da Comissão Baixo Carbono/Conselho Eco-Escolas, para a Brigada Baixo Carbono e, naturalmente, para toda a comunidade académica da ESTeSL-IPL.

Ontem, dia 27 de setembro de 2017, uma comitiva da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), da qual faziam parte estudantes e docentes, representando a comunidade académica, participou em mais um Dia das Bandeiras Verdes, que este ano decorreu em Mafra, onde recebeu o seu sétimo galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde.Dia das Bandeiras Verdes 2017

À semelhança dos anos anteriores, ESTeSL foi responsável por, em conjunto com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, dinamizar uma atividade de fotografias criativas que garantiu animação aos milhares de participantes no Dia das Bandeiras Verdes.

Muito do trabalho desenvolvido ao longo do ano, e que culminou com a atribuição da Bandeira Verde, foi da responsabilidade de estudantes e docentes de Saúde Ambiental, tendo-se recebido ainda os prémios correspondentes aos lugares conseguidos nos projetos/desafios:

O momento mais esperado do dia teve lugar quando a estudante Inês Ferreira, membro do conselho Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono, em representação dos estudantes do curso de licenciatura em Ortoprotesia, recebeu, em nome da ESTeSL, a Bandeira Verde.

A delegação da ESTeSL que se deslocou a Mafra em carpool, regressou a Lisboa já no fim do dia e trouxe na bagagem a sétima Bandeira Verde, perspetivando-se para breve o seu hastear na Praça da Saúde.

Parabéns a toda a comunidade académica, em especial ao Conselho Eco-Escolas e à equipa de docentes e estudantes que têm vindo a contribuir de forma inegável para uma educação ambiental para a sustentabilidade, de mérito, na nossa escola.

A Semana Europeia da Mobilidade (European Mobility Week), lançada a 19 de abril de 2002, durante a Semana Verde, em Bruxelas, pela Comissária para o Ambiente e com o apoio político e financeiro da Comissão Europeia, é uma parceria entre a Coordenação Europeia, as Autoridades locais e a Comissão Europeia.

Semana Europeia da Mobilidade (de bicicleta para o trabalho, bike to work day)Todos os anos, 16 a 22 de setembro, os cidadãos europeus têm a oportunidade de usufruir de uma semana pejada de atividades dedicadas à mobilidade sustentável, tendo como objetivo promover e facilitar um debate a larga escala sobre a necessidade imperiosa de mudar comportamentos no que diz respeito à mobilidade e, em particular, em relação à utilização do automóvel particular.

Entretanto, ainda em 2000, a campanha do “Dia Europeu sem Carros” surgiu na sequência de uma diretiva europeia (Directiva 96/62/CE do Conselho de 27 de Setembro de 1996) relativa à avaliação e gestão da qualidade do ar ambiente, com enfoque nas cidades. Tendo em conta os crescentes problemas relacionados com o uso do automóvel, vários países da União Europeia, incluindo Portugal, lançaram esta iniciativa pela primeira vez à escala europeia em 22 de setembro daquele ano.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) tem vindo, desde alguns anos a esta parte, a promover atividades associadas à mobilidade sustentável (tema trabalhado no âmbito do Programa Eco-Escolas e do projeto Interreg Sudoe ClimACT) e este ano, integrado na Semana Europeia da Mobilidade, e durante os dias de aulas (de 18 a 22 de setembro), o desafio é… vem de bicicleta para a ESTeSL!

Galardão Eco-Escolas (Bandeira Verde 2016-2017)
Já está disponível no portal da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), na área de acesso restrito aos coordenadores do Programa Eco-Escolas, a indicação de que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi novamente reconhecida enquanto Eco-Escola.

Este ano, a atribuição do Galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde, surge também na sequência da nossa participação no projeto Interreg Sudoe ClimACT e de todo o trabalho entretanto desenvolvido. Relembramos ainda que este ano fomos, pela primeira vez, sujeitos à auditoria de qualidade, tornando-nos na primeira instituição de ensino superior a passar por este processo, do qual ainda não sabemos o resultado.

A “aventura” começou ano letivo de 2010/2011 e desde então nunca mais parou.  Este ano conseguiu-se, pelo sétimo ano consecutivo, conquistar mais um galardão que iremos receber no Encontro Nacional “Dia das Bandeiras Verdes“, no dia 27 de setembro, em Mafra.

A atribuição deste sétimo galardão vem reconhecer o trabalho de mérito que temos vindo a desenvolver ao longo destes anos, em prol de uma educação para a sustentabilidade, de qualidade, e que este ano foi também, à semelhança dos anos anteriores, objeto da atribuição de vários prémios (ver “A ESTeSL, a Geodiversidade e a Geração Depositrão, pois então!“).

Parabéns a toda a comunidade académica da ESTeSL e aos membros do Conselho Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono um agradecimento especial, assim como a todos os parceiros que desde 2010 têm contribuído para a concretização deste sonho.

Hoje, último dia oficial dos três dias de luto pelas vítimas do incêndio que deflagrou no Município de Pedrógão Grande, decretado pelo Governo como forma de pesar de toda a população nacional pela perda dessas vidas (ver Decreto n.º 18-A/2017 de 19 de junho) e que nos tem feito manter a bandeira de Portugal e a Bandeira Verde (do Programa Eco-Escolas) a meia haste, damos a conhecer o comunicado da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) sobre Floresta, Incêndios e Educação, que subscrevemos.

Floresta, Incêndios e Educação e o luto nacional, com as bandeiras a meia haste...

Portugal precisa de mais Oxigénio!

É com profundo pesar que a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) acompanha o flagelo dos incêndios que ocorrem no Centro do País. A ABAE apresenta as condolências aos familiares e amigos das vítimas, e sublinha o seu apoio aos bombeiros e a todas as pessoas que ajudam a combater os incêndios e a apoiar as suas vítimas.

A ABAE recomenda ainda a todas as entidades galardoadas no âmbito dos seus Programas (praias, marinas, embarcações, escolas, municípios, freguesias, estabelecimentos de alojamento e restauração) que coloquem as bandeiras a meia haste durante os três dias de luto nacional.

Além deste gesto simbólico de solidariedade às vítimas, a ABAE compromete-se ainda a desenvolver juntamente com entidades públicas e privadas que se queiram associar aos programas e projetos em questão, um conjunto de novas iniciativas de âmbito nacional sobre as florestas, visando amplificar o trabalho de educação ambiental para a sustentabilidade que já é realizado, pois consideramos que o melhor caminho é a prevenção!
E a prevenção passa pela Educação de todos: crianças, jovens, cidadãos adultos, autarcas e decisores.

No Programa Eco-Escolas, o tema “Floresta” passará a ser um tema obrigatório a tratar pelas Escolas que participam no Programa já no próximo ano letivo, além dos atuais Água, Resíduos e Energia (nota: uma especial palavra de conforto às 2 Eco-Escolas de Pedrogão Grande).
No Programa Bandeira Azul, que conta com várias praias fluviais que também foram afetadas, serão promovidas mais atividades de educação ambiental sobre as florestas junto dos utentes das praias, marinas e portos de recreio. E ainda, no Programa ECOXXI e projeto Eco-Freguesias XXI, dirigido às autarquias, serão reforçados os indicadores de avaliação na área “Florestas”.

A gestão do território é essencial para prevenir que catástrofes como esta voltem a acontecer. Com as alterações climáticas, Portugal tem de estar melhor preparado, através da educação e do trabalho a nível local, municipal e nacional. É urgente por em prática a limpeza atempada e adequada das áreas florestais, o controlo das espécies invasoras, a replantação das árvores autóctones, o cumprimento efetivo da legislação, assim como a construção e manutenção de aceiros e cortinas de segurança, entre outros aspetos, e com ênfase na educação ambiental de toda a sociedade. É tempo de mudar de atitude perante a nossa floresta.

Relembramos por último as recomendações do ICNF para que durante o “Período Crítico” (a ser alargado?) nos espaços florestais e agrícolas não é permitido:

  • fumar, fazer lume ou fogueiras;
  • fazer queimas ou queimadas;
  • lançar foguetes e balões de mecha acesa;
  • fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de fagulhas;
  • a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.

Vamos todos ajudar a cuidar das Florestas!
Precisamos de mais Oxigénio!

José Archer
Presidente da Associação Bandeira Azul da Europa




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