Archive for the ‘Eco-Escolas’ Category

Hoje, último dia oficial dos três dias de luto pelas vítimas do incêndio que deflagrou no Município de Pedrógão Grande, decretado pelo Governo como forma de pesar de toda a população nacional pela perda dessas vidas (ver Decreto n.º 18-A/2017 de 19 de junho) e que nos tem feito manter a bandeira de Portugal e a Bandeira Verde (do Programa Eco-Escolas) a meia haste, damos a conhecer o comunicado da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) sobre Floresta, Incêndios e Educação, que subscrevemos.

Floresta, Incêndios e Educação e o luto nacional, com as bandeiras a meia haste...

Portugal precisa de mais Oxigénio!

É com profundo pesar que a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) acompanha o flagelo dos incêndios que ocorrem no Centro do País. A ABAE apresenta as condolências aos familiares e amigos das vítimas, e sublinha o seu apoio aos bombeiros e a todas as pessoas que ajudam a combater os incêndios e a apoiar as suas vítimas.

A ABAE recomenda ainda a todas as entidades galardoadas no âmbito dos seus Programas (praias, marinas, embarcações, escolas, municípios, freguesias, estabelecimentos de alojamento e restauração) que coloquem as bandeiras a meia haste durante os três dias de luto nacional.

Além deste gesto simbólico de solidariedade às vítimas, a ABAE compromete-se ainda a desenvolver juntamente com entidades públicas e privadas que se queiram associar aos programas e projetos em questão, um conjunto de novas iniciativas de âmbito nacional sobre as florestas, visando amplificar o trabalho de educação ambiental para a sustentabilidade que já é realizado, pois consideramos que o melhor caminho é a prevenção!
E a prevenção passa pela Educação de todos: crianças, jovens, cidadãos adultos, autarcas e decisores.

No Programa Eco-Escolas, o tema “Floresta” passará a ser um tema obrigatório a tratar pelas Escolas que participam no Programa já no próximo ano letivo, além dos atuais Água, Resíduos e Energia (nota: uma especial palavra de conforto às 2 Eco-Escolas de Pedrogão Grande).
No Programa Bandeira Azul, que conta com várias praias fluviais que também foram afetadas, serão promovidas mais atividades de educação ambiental sobre as florestas junto dos utentes das praias, marinas e portos de recreio. E ainda, no Programa ECOXXI e projeto Eco-Freguesias XXI, dirigido às autarquias, serão reforçados os indicadores de avaliação na área “Florestas”.

A gestão do território é essencial para prevenir que catástrofes como esta voltem a acontecer. Com as alterações climáticas, Portugal tem de estar melhor preparado, através da educação e do trabalho a nível local, municipal e nacional. É urgente por em prática a limpeza atempada e adequada das áreas florestais, o controlo das espécies invasoras, a replantação das árvores autóctones, o cumprimento efetivo da legislação, assim como a construção e manutenção de aceiros e cortinas de segurança, entre outros aspetos, e com ênfase na educação ambiental de toda a sociedade. É tempo de mudar de atitude perante a nossa floresta.

Relembramos por último as recomendações do ICNF para que durante o “Período Crítico” (a ser alargado?) nos espaços florestais e agrícolas não é permitido:

  • fumar, fazer lume ou fogueiras;
  • fazer queimas ou queimadas;
  • lançar foguetes e balões de mecha acesa;
  • fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de fagulhas;
  • a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.

Vamos todos ajudar a cuidar das Florestas!
Precisamos de mais Oxigénio!

José Archer
Presidente da Associação Bandeira Azul da Europa

Após sete anos de implementação do Programa Eco-Escolas na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), teve lugar ontem, dia 25 de maio de 2017, a Auditoria de  Qualidade realizada por uma comissão de avaliação externa composta por elementos da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), Dr.as Margarida Gomes e Renata Gonçalves, e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Dr. Jorge Neves, acompanhados por Gianmarco Conte, estagiário na ABAE que se encontra em Portugal no âmbito de um programa de mobilidade internacional.

ESTeSL foi sujeita a Auditoria de Qualidade no âmbito do Programa Eco-Escolas

Esta Auditoria de Qualidade, comum na grande parte dos países onde decorre o Programa Eco-Escolas, segue uma metodologia onde são tidos em consideração um conjunto de indicadores de qualidade verificados in loco.

Depois de uma primeira reunião da comissão de avaliação externa com a professora Graça Andrade, vice-presidente da ESTeSL, e com a Dra. Ana Sabino, responsável pelo Serviço de Instalações, Infra-estruturas e Equipamentos, teve lugar a reunião com os coordenadores do Programa Eco-Escolas na ESTeSL, professores Ana Monteiro e Vítor Manteigas. Para além das reuniões, houve ainda lugar a uma visita à ESTeSL, no decurso da qual os “auditores” abordaram diferentes membros da comunidade académica para atestar do conhecimento e participação no Programa, com enfoque nos estudantes.

Importa ainda realçar que a ESTeSL foi a primeira instituição de ensino superior em Portugal a ser sujeita a este procedimento, sendo que o resultado só será conhecido posteriormente.

Interreg Sudoe ClimACT (webpage)

O Interreg Sudoe ClimACT já tem disponível uma webpage dedicada especificamente ao projeto, a partir da qual poderão, de forma complementar à página do Facebook, seguir todas as atividades e ficar a saber um pouco mais acerca da “transição para uma economia de baixo carbono nas escolas” e onde a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) surge como uma das escolas piloto.

Relembramos que o ClimACT encontra-se alicerçado em quatro linhas de atuação, nomeadamente: (i) desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão que permitirão às escolas aumentar sua eficiência energética, através da gestão inteligente de recursos, energias renováveis e alteração de comportamentos; (ii) desenvolvimento de modelos de negócio e de novas estratégias de gestão energética para as escolas; (iii) desenvolvimento de ferramentas educacionais para a sensibilização em baixo carbono; e (iv) criação de uma rede temática/Living Lab na região SUDOE (Sudoeste Europeu) para promover a consciencialização e capacitação, tendo sido submetido ao programa Interreg SUDOE, que visa promover a cooperação transnacional para resolver problemas comuns às regiões do Sudoeste Europeu, estando entretanto aprovado e inserido no eixo prioritário “Economia de Baixo Teor de Carbono”.

Associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, teve lugar nos passados dias 26 e 27 de janeiro, na Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Sevilla, da Universidade de Sevilha, o segundo encontro de parceiros que contou com representantes do Instituto Superior Técnico (IST), do Instituto de Soldadura e Qualidade, da Edigreen, da Associação Bandeira Azul da Europa (Portugal), do Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas, da Universidad de Sevilla (Espanha), da Université de la Rochelle, da Ville de la Rochelle (França) e da University of Gibraltar (Gibraltar).

Eco-Escola ESTeSL participa em reunião internacional do projeto Interreg Sudoe ClimACT

A equipa portuguesa, que saiu de Lisboa em carpool, integrou também elementos da comunidade académica da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), nomeadamente o professor Vítor Manteigas, Coordenador Eco-Escolas/Coordenador Baixo Carbono da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que está a desenvolver o seu projeto de doutoramento no IST, associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, assim como o estudante de Saúde Ambiental Carlos Pina que, no decurso do seu estágio em Saúde Ambiental do primeiro semestre (que teve lugar do Campus Tecnológico e Nuclear do IST), desenvolveu trabalho associado à metodologia a utilizar nas auditorias energéticas e ambientais às escolas piloto do projeto, para as dimensões “transportes”, “compras verdes” e “espaços verdes”, fazendo com que a Eco-Escola ESTeSL acabasse por estar representada no encontro.

Para mais informações, ver também ESTeSL na “luta” pela transição para uma economia de baixo carbono (ClimACT)Equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT de visita à ESTeSL e A ESTeSL, o projeto ClimACT e as Eco-Escolas.

Foi nos passados dias 20, 21 e 22 de janeiro de 2017, no  Centro Cultural de Ílhavo, que teve lugar o Seminário Nacional Eco-Escolas 2017. Na edição deste ano a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) fez-se representar pelo professor Vítor Manteigas, Coordenador Baixo Carbono (no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT), coordenador do Programa Eco-Escolas na ESTeSL e docente da área científica de Saúde Ambiental, que se deslocou a Ílhavo em carpool, partilhando carro com colegas professoras da EB23 Mário de Sá Carneiro e da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

O Seminário decorreu da melhor forma e de acordo com o previsto no programa. Dos trabalhos constaram workshops, fóruns Eco-Escolas e painéis temáticos, sendo que em simultâneo teve lugar uma Eco-Mostra.

A ESTeSL e o projeto Interreg Sudoe ClimACT no Seminário Nacional Eco-Escolas 2017

Da participação da ESTeSL, destacamos a realização de uma reunião de trabalho no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT, que contou com a presença de alguns dos parceiros, nomeadamente a Associação Bandeira Azul da Europa, a Edigreen, o Instituto Superior Técnico e alguns dos municípios das escolas participantes, assim como dos Coordenadores Baixo Carbono de cinco das escolas portuguesas, uma das quais a ESTeSL. Para além disso, o professor Vítor Manteigas coordenou também um dos fóruns Eco-Escolas, com participantes de todos os níveis de ensino, onde se debateu a metodologia de implementação do Programa Eco-Escolas e, em grupo, se elaboraram Planos de Ação associados aos temas “Energia” e “Espaços Exteriores”.

E assim se resume (e muito!) aquela que foi a participação da ESTeSL no Seminário Nacional Eco-Escolas 2017. Para o próximo ano lá estaremos (seja onde for!) para contribuir da melhor forma que soubermos para o sucesso das Eco-Escolas portuguesas, em Portugal e no mundo.

No dia 30 de setembro de 2016, em Aveiro, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) recebeu a sua Bandeira Verde (ver A ESTeSL no dia das Bandeiras Verdes 2016), fruto do trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo 2015/2016.

Entretanto, aquela que foi o sexto Galardão Eco-Escolas conquistado pela ESTeSL, foi ontem hasteado na Praça da Saúde.

Hastear da Bandeira Verde 2015-2016

Ontem, dia 12 de janeiro de 2017, durante o período da tarde, celebraram-se os 36 anos daquele que foi o primeiro dia de aulas da ESTeSL e, tal como vem sendo hábito, os diplomados do ano anterior receberam o seu Diploma de Curso. Contudo, os eventos marcantes começaram logo pela manhã com a tomada de posse, nas instalações dos Serviços da Presidência do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL), em Benfica, da Presidente do Conselho de Representantes da ESTeSL, professora Helena Soares e da Presidente da Escola, professora Anabela Graça. Posteriormente, pelas 12 horas, teve lugar o hastear da Bandeira Verde (2015/2016) que, num ato simbólico de “passagem de testemunho”, foi hasteada pela Presidente da ESTeSL em funções, professora Anabela Graça, e pelo Presidente da ESTeSL cessante, professor João Lobato. A cerimónia foi assistida pela Presidente do Conselho de Representantes, professora Helena Soares, a Vice-Presidente da ESTeSL, professora Beatriz Fernandes, a Presidente do Conselho Pedagógico, professora Ana Almeida, o Diretor de Serviços, Dr. João Pedro Silva, o Presidente da Associação de Estudantes da ESTeSL, e alguns elementos da comunidade académica (estudantes, funcionários docentes e não docentes), incluindo elementos do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono, dos quais destacamos a professora Ana Cristina Perdigão, Vice-Presidente do IPL, e a Dra. Ana Pires em representação da Dra. Teresa Torres Martins, Administradora dos Serviços de Ação Social do IPL.

Esta foi uma cerimónia simbólica que representa mais do que o simples culminar de um ano de trabalho. O hastear da Bandeira Verde representa o renovar do compromisso de continuarmos a trilhar o caminho rumo à excelência das boas práticas ambientais, conscientes que a cada passo dado, outro se deverá seguir!

Este ano, os professores Vítor Manteigas e Ana Monteiro (coordenadores do Programa Eco-Escolas na ESTeSL) aludiram à relevância do trabalho já desenvolvido e do trabalho a desenvolver e que no decurso dos próximos anos estará associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT (ver ESTeSL na “luta” pela transição para uma economia de baixo carbono e Equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT de visita à ESTeSL).

Irá realizar-se nos próximos dias 20, 21 e 22 de janeiro de 2017, no Centro Cultural de Ílhavo, o Seminário Nacional Eco-Escolas 2017, com inscrições a preço reduzido até dia 12 de janeiro.

Seminário Nacional Eco-Escolas 2017Este evento, que se destina a professores coordenadores do Programa Eco-Escolas (e outros professores), técnicos de municípios envolvidos no Programa Eco-Escolas, assim como outros profissionais ligados à educação ambiental/para a sustentabilidade, tem como objetivos: (i) reunir os professores coordenadores do Programa Eco-Escolas e os técnicos dos municípios envolvidos na educação ambiental, por forma a incentivar a comunicação, possibilitar uma partilha de objetivos comuns e a troca de experiências; (ii) divulgar novos projetos e iniciativas relativas ao Eco-Escolas 2016/2017; (iii) fornecer informação específica relacionada com os temas do ano: alimentação saudável e sustentável, espaços exteriores, geodiversidade e floresta; (iv) fornecer informação científica e pedagógica relativamente aos temas de trabalho; (v) proporcionar a participação em ateliers de caráter prático conducentes a um enriquecimento de estratégias em educação ambiental; (vi) debater a metodologia e as estratégias do Programa Eco-Escolas; e (vii) favorecer a troca de experiências através da participação em Fóruns de Debate.

Nos dias 20 e 21 terão lugar os painéis temáticos, assim como os fóruns de discussão interpares (escolas com escolas e autarquias com autarquias) e ateliers práticos do tipo workshops. Este ano, um dos fóruns, momento onde será abordada a metodologia do Programa Eco-Escolas, será coordenado pelo professor Vítor Manteigas, coordenador Eco-Escolas na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Um dos ateliers será dedicado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT e contará com a participação de todos os Coordenadores Baixo Carbono, incluindo também o professor Vítor Manteigas (ver ESTeSL na “luta” pela transição para uma economia de baixo carbono (ClimACT) e Equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT de visita à ESTeSL).

Estão ainda previstos alguns momentos de particular relevância, tais como a apresentação da Estratégia Nacional para a Educação Ambiental (ENEA 2020), da responsabilidade de João Pedro Fernandes, Ministro do Ambiente, assim como um debate que terá como mote a Educação Ambiental em Portugal –  Que Futuro?, com a presença garantida de Francisco Ferreira e Nuno Gomes Oliveira e que precede a apresentação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, por Carlos Alves.

Durante o evento serão apresentados a generalidade dos projetos e desafios desenvolvidos pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) para a rede Eco-Escolas, e onde a ESTeSL tem vindo a participar de forma relevante, nomeadamente no Eco-Repórter da Energia, no Concurso Eco-Código, na Geração Depositrão, no Jovens Repórteres para o Ambiente, BioDiversity4All, Global Action Days, entre muitos outros. No último dia do evento, dia 22 de janeiro, está agendada a visita a diferentes espaços de interesse na cidade de Ílhavo.




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