Archive for the ‘Prevenção de Resíduos’ Category

Teve lugar no passado dia 12 de novembro de 2018, no Auditório da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) uma sessão relativa ao Novo Verde Packaging Universities Award’18, promovido pela Novo Verde – Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens, e que contou com mais de cinquenta participantes, estudantes, docentes e não docentes da ESTeSL e representantes de alguns municípios do distrito de Lisboa.

Sessão Novo Verde Packaging Universities Award'18

O primeiro painel, que teve a moderação da vice-presidente da ESTeSL e conselheira Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono, professora Graça Andrade, contou com a presença de: (i)  Vítor Manteigas, coordenador do Programa Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono na ESTeSL; (ii) Judite Leal, responsável de Comunicação e Sensibilização da Valorsul; (iii) Mafalda Mota, chefe da Divisão de Fluxos Específicos e Mercados de Resíduos da Agência Portuguesa do Ambiente; e (iv) Carla Pinto, Diretora de Serviços da Sustentabilidade Empresarial da Direção-Geral das Atividade Económicas.

Depois de uma breve interrupção, onde se criaram condições para novas parcerias entre as entidades  presentes, os trabalhos continuaram com Filipa Moita, responsável de Comunicação e Sensibilização da Novo Verde e da ERP Portugal e com Margarida Gomes, Coordenadora Técnico-Pedagógica da Associação Bandeira Azul da Europa/Programa Eco-Escolas.

Este foi um evento de particular relevância, onde a Economia Circular e o papel dos plásticos associados a este conceito deram o mote aos trabalhos. O evento terminou com uma sessão de perguntas e respostas e onde, naturalmente, a candidatura da ESTeSL ao concurso Novo Verde Packaging Universities Award’18 acabou por ser abordado.

Foi no passado dia 19 de novembro que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) celebrou o “Dia Mundial do Não Fumador”, num evento associado ao Global Action Days e à Semana Europeia da Prevenção de Resíduos.

Atividade do Dia Mundial do Não Fumador na ESTeSL integrada na Semana Europeia da Prevenção de Resíduos e nos Global Action Days

O evento, numa organização conjunta da ESTeSL e da AEESTeSL, integrado nas atividades do Dia Mundial do Não Fumador, que se comemorou no dia 17 de novembro, procurou sensibilizar a comunidade académica e a população do Parque das Nações para as implicações dos hábitos tabágicos. Durante o período da manhã foi realizada uma palestra intitulada “Deixar de fumar! Como orientar? Como motivar?”, pela docente da ESTeSL, especialista em Cardiopneumologia-Fisiologia Clínica e investigadora na área da prevenção e cessação tabágica, professora Hermínia Dias. Durante a tarde, dezenas de estudantes que se voluntariaram, acompanhados por funcionários docentes e não docentes da ESTeSL, assim como por Alberto Carrolo, fiscal da área da gestão urbana  da Junta de Freguesia do Parque das Nações,  recolheram do chão uma quantidade significativa de “beatas”, no troço entre a ESTeSL e a Gare do Oriente, no Parque das Nações. 

Esta iniciativa, que se insere nas atividades de integração dos novos estudantes, contou com o apoio do Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo (PNPCT) da Direção Geral da Saúde (DGS), da Junta de Freguesia do Parque das Nações, da Missão Beatão e da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

Os resíduos recolhidos, cerca de 60 litros (aproximadamente 20000 beatas), serão entregues à Missão Beatão, para que sejam objeto de valorização energética.

Muito obrigado a todos os participantes e não se esqueçam… não fumem!
Fumando, sejam fumadores responsáveis. Beatas no chão, NÃO!

Muitos parabéns às estudantes Jéssica Moreira, Margarida Mossâmedes, Susana Camala e Suazilene Sacramento, do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) pelo trabalho submetido ao ISWA Video Award 2018, promovido pela International Solid Waste Association (ISWA), e que acabou por conquistar o segundo lugar deste concurso internacional.

De entre os 32 trabalhos submetidos, representantes de 18 países (África do Sul, Austrália, Áustria, Estados Unidos da América, Filipinas, Finlândia, França, Grécia, Hungria, India, Indonésia, Itália, Malásia, Nigéria, Portugal, Reino Unido, Singapura e Vietnam), as estudantes da ESTeSL acabaram por garantir o segundo lugar. Para além do segundo lugar conquistado por Portugal, importa salientar o facto do trabalho ter sido realizado sem grandes conhecimentos de recolha e edição de imagem, dando-se destaque à mensagem que se pretendia transmitir. O primeiro lugar foi conquistado por um trabalho das Filipinas e o terceiro lugar foi atribuído a um trabalho da Grécia.

O vídeo foi submetido a título individual e sem associação à ESTeSL, conforme as regras ditavam, mas resultou de um trabalho conjunto desenvolvido no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos II, sob orientação do professor Vítor Manteigas. Muitos parabéns a TODOS os estudantes que, independentemente do curso, e para além das vencedoras, têm vindo a realizar trabalhos que de algum modo temos conseguido associar ao programa Eco-Escolas e ao projeto Interreg Sudoe ClimACT. Parabéns!!

The theme of this year’s award is “What Happens to my Waste?”

The ISWA Video Award is an online short video competition. Whether documentary, fiction, animation or a combination thereof – the decision about the film genre as well as the technical realisation is left up to the contestant. Only the length of the film is specified. The video must be minimum 30 seconds and should not exceed a total duration of 80 seconds.

Este vídeo tem como objetivo referir os riscos associados ao abandono de resíduos de plástico no ambiente, que apresentam um crescente perigo para este e, consequentemente, para a saúde pública. Muitas vezes, o destino final destes resíduos é o oceano e o seu longo período de degradação afeta a fauna e a flora. Pretendemos descrever o percurso de uma tampa de plástico de uma forma direta e simples, desde o momento em que é lançada para o chão até chegar ao oceano, percorrendo entretanto vários locais do mundo. Um ato tão simples e tão breve pode ter consequências devastadoras ao longo do tempo. O plástico tem um impacto negativo se não for encaminhado para tratamento adequado.

A Associação Bandeira Azul da Europa convida toda a comunidade Eco-Escolas a votar no(s) poster(es) Eco-Código que mais forem do vosso agrado para que, em cada escalão, os que vierem a ter mais mais “LIKES” sejam premiados com o Prémio Comunidade Virtual.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), sendo escola-piloto do projeto Interreg Sudoe ClimACT, tem a concurso um poster com o seu Código Climático e o vosso “voto” pode fazer a diferença.

Para poderem contribuir para o sucesso do Código Climático da ESTeSL neste desafio na comunidade virtual, basta terem um perfil registado no Facebook e, depois de acederem ao nosso poster Eco-Código e Código Climático (clicar AQUI), deixar o vosso “LIKE”. Em alternativa poderão “GOSTAR” fazendo uso da imagem incorporada nesta publicação.

Contamos convosco!

Para a realização do projeto submetido ao Concurso Nacional Poster Eco-Código / Código Climático 2018, foi proposto a um grupo específico de estudantes que, no âmbito do Programa Eco-Escolas e unidade curricular de Estágio em Saúde Ambiental I e, em conjunto com o professor responsável, a elaboração de um póster Código Climático em que estivessem contemplados os temas-base no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT (água, resíduos, energia, espaços verdes/floresta, mobilidade e compromisso verde) e pelo menos um dos temas facultativos (alimentação saudável e sustentável), indo de encontro também ao Plano de Ação previamente definido.

Foi pedido a cada um dos membros da Comissão Baixo Carbono que, com a colaboração dos colegas dos respetivos cursos de licenciatura (no caso dos estudantes), sugerissem frases tendo em conta os pressupostos anteriores, visando a criação ou alteração de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente tanto na escola como em casa. As inúmeras frases propostas foram sujeitas a votação e seriação, das quais resultaram as apresentadas no poster.

Este ano, e de forma a garantir uma vinculação efetiva ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, optou-se por fazer-se uso da imagem do projeto, depois da devida autorização por parte de equipa coordenadora. Ambas as etapas foram realizadas sob orientação do professor responsável pelo grupo de trabalho e coordenador Eco-Escolas/Baixo Carbono, e sendo igualmente sujeita à “ratificação” dos elementos do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!

O Programa Eco-Escolas da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) voltou a marcar presença na rubrica “Vida Verde” do programa “Manhãs na TV” da Kuriakos TV, com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e coordenador Baixo Carbono, no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.
Nesta segunda participação, que teve lugar no passado mês de junho, voltou-se a abordar os resíduos e os resíduos de plástico e a urgência em “desplastificar” o Planeta.

De acordo com o Relatório do Estado do Ambiente, em 2017 cada cidadão em Portugal continental produziu 1,32 quilogramas de resíduos por dia, perfazendo um total de 4,75 milhões de toneladas anuais, correspondendo a um aumento de cerca de 2,3% face aos valores registados em 2016.

A maior das grandes ilhas de plástico do Pacífico, formadas a partir de resíduos aglomerados pelas correntes oceânicas, tem uma área correspondente a cerca de 17 vezes a área de Portugal. É urgente “desplastificar” o Planeta!

Hoje, a propósito do Dia Mundial do Ambiente, onde o tema é os plásticos e a “poluição plástica”, deixamos aqui o artigo “ironicamente” de opinião, escrito pelos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), Pedro Pena e Cristiana Costa, que lhes valeu a participação enquanto Jovens Repórteres para o Ambiente na Missão Rock in Rio, que terá lugar entre os dias 28 de junho e 1 de julho.

Com base nas poucas vivências, na inocência da tenra idade de pouco mais que um século empreendedor, uma noção de realidade irreverente às (novas) normas sociais em vigor: “gastar plástico”.

O plástico!…

São indiscutíveis as vantagens da sua utilização. A hipocrisia não tem limite neste tema devido às “desculpas” que ninguém clama ter para tão grande “problema”, a seus olhos.

Pois bem, um descarte de responsabilidade, e um “punhado” de velhos costumes (e como há “modas” que nunca se perdem), mais fácil é atirar um saco de plástico ao chão, que o separar para fins de reciclagem.

O teu plástico não me é estranho

Não julguemos o pobre indivíduo que tão arduamente procurou pela forma mais sensata de se desfazer do produto. Julguemos antes as alterações climáticas! Se não fosse essa “invenção” dos ambientalistas, ninguém reclamaria de ação tão simples e que tão pouco mal faz ao mundo. “Um saco de plástico é só um saco de plástico!”

Tanta poesia numa frase tão simples. Analisemos as metáforas presentes em cada palavra e ignoremos a quantidade de animais extintos, por exemplo. Estes não são nada comparado com a supremacia do Homem! Ignoremos a desertificação, a fome, a dizimação de culturas e o assassinato da verdade. Tudo mentiras! Preferíveis são os interesses do Homem, seguir tendências. Curioso que salvar o mundo do Homem nunca foi tendência. Talvez porque nunca houve necessidade, dizem os eruditos na matéria.

O ignorante ainda diz que é impossível uma ilha de plástico no meio do oceano. Tem toda a razão, até parece que a ida ao espaço alguma vez foi possível! Calúnias! Foquemo-nos no importante, deixemo-nos de atrocidades e preparem-se os “ricos”, que as políticas de sustentabilidade são completamente desnecessárias e poluir é um direito.

(In)feliz do Homem que assim pensa. Que a ironia não sirva de sátira à verdade, mas reforce o bom senso. “Um saco de plástico é só um saco de plástico”. Então que o Homem seja Homem e assuma a sua responsabilidade para com a Natureza que o sustenta.




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