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Associado à Geração Depositrão, e para além da atividade criativa em que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi uma das vencedoras, este ano a quantidade de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) encaminhados para destino adequado atingiram valores recorde, um pouco superiores aos registados no ano letivo 2012/2013 (ver também ESTeSL (mais uma vez!) na Geração Depositrão).

ESTeSL garante tratamento adequado a mais de três toneladas de REEE

Do total das mais de 400 escolas que este ano participaram na recolha de REEE, culminando com um total de cerca de 413 toneladas de resíduos, a ESTeSL ficou colocada na décima oitava posição com a entrega de 3669 quilogramas que incluíram resíduos proveninente de um processo de abate de equipamento, assim como algum (muito!) equipamento elétrico e eletrónico, lâmpadas, pilhas e acumuladores portáteis entregues por toda a comunidade académica.

A quantidade de resíduos encaminhados pela ESTeSL, contribuiu ainda para que a ERP Portugal (entidade gestora de REEE) entregasse um donativo de 45€ à Operação Nariz Vermelho. Na edição deste ano, e fruto da parceria estabelecida entre a ERP Portugal e a Operação Nariz Vermelho, no âmbito da Geração Depositrão, as cerca de 413 toneladas recolhidas significaram um donativo total superior a 6000€ (por cada tonelada de resíduos, a ERP Portugal comprometeu-se a doar 15€ à Operação Nariz Vermelho).

E é (também) por isso que aqui vos deixamos três toneladas de “obrigados” a tod@s…

Este foi um ano intenso onde, para além dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, o projeto Interreg Sudoe ClimACT acabou por ocupar algum do nosso tempo e “sorver” muitas das nossas energias.

Entretanto, as notícias associadas à participação da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) em alguns dos projetos e desafios a que nos propusemos este ano começam a chegar.

Já vos havíamos dado conta de que na sequência da participação da ESTeSL no Litter Less Campaign, fomos selecionados para representar Portugal no concurso internacional e acabámos por participar na Missão Litter Less na Reserva Mundial de Surf (Ericeira, Portugal), fruto do trabalho dos estudantes Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho. Agora, findo que está o processo de avaliação de todos os trabalhos submetidos aos diferentes projetos e desafios associados ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, podemos adiantar-vos de que o trabalho desenvolvido pelos estudantes da ESTeSL foi, mais uma vez, objeto de reconhecimento.

Para além da Menção Honrosa atribuída à fotorreportagem “Dejetos na via pública: um problema de saúde pública“, das estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Jéssica Moreira, Laura Fernandes e Suazilene Ferreira, submetida ao Jovens Repórteres para o Ambiente, ficámos a saber por estes dias que mais trabalhos terão sido premiados.

No desafio “Descobre a tua Geodiversidade”, numa parceria entre o Programa Eco-Escolas e o Comité Nacional para o Programa Internacional de Geociência da UNESCO, as estudantes Ana Roque e Patrícia Duarte do terceiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, realizaram uma vídeo-reportagem acerca do geossítio identificado no Bairro da Mata (Vila Franca de Xira), tendo sido um dos trabalhos premiados (ver A Saúde Ambiental aventurou-se no “Descobre a tua Geodiversidade”).

Igualmente premiada foi a fotorreportagem das estudantes do segundo ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental Beatriz Luz, Catarina Nunes e Felícia Silva, realizada para uma das atividades criativas da Geração Depositrão e que abordou a gestão de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos com enfoque naquele que tem sido o papel da ESTeSL em garantir o encaminhamento adequado deste tipo de resíduos, tanto dos resíduos produzidos na escola como os recebidos no Depositrão (ver ESTeSL (mais uma vez!) na Geração Depositrão).

Ao longo dos últimos sete anos, e associado ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, temos desafiado os estudantes a realizarem trabalhos, no âmbito (ou não!) de unidades curriculares. Em relação aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, para além das competências a adquirir e desenvolver, associadas ao seu perfil de saída, são desenvolvidas outras competências (as chamadas soft skills) que serão de extrema relevância para qualquer área profissional das profissões de diagnóstico e terapêutica.

Se achas que estes desafios não são para ti, desengana-te!!

Para o próximo ano contamos contigo. “Atira-te” e vem fazer parte de uma equipa vencedora!

Foi nos passados dias 18 e 19 de novembro, que teve lugar em Santa Maria da Feira, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, a edição deste ano do Seminário Nacional Jovens Repórteres para o Ambiente.

A saída de Lisboa teve lugar ainda durante a madrugada de dia 18, em carpool, com a partilha da viatura com a Jovem Repórter para o Ambiente Joana Pedro que, em representação da Foundation for Environmental Education (FEE) e a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), marcou presença na COP22, em Marrakech (Marrocos).

Esta foi a quarta vez que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) marcou presença naquele evento, este ano representada pelo professor Vítor Manteigas, docente da área científica de Saúde Ambiental e coordenador dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e pelos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Dinah Albuquerque e Hugo Silva. Esta participação surgiu na sequência do trabalho desenvolvido no Programa Jovens Repórteres para o Ambiente | Young Reporters for the Environment, que viria a culminar com a atribuição do primeiro lugar na modalidade de vídeo-reportagem (concurso nacional) e de uma menção pelo facto do trabalho dos estudantes ter sido finalista no concurso internacional Litter Less Campaign, também na categoria de vídeo-reportagem (ver Sistema de Recolha de Resíduos Sólidos Urbanos: a singularidade do Parque das Nações).

Seminário Nacional Jovens Repórteres para o Ambiente (2016)

Os estudantes e professores participantes integraram grupos de trabalho distintos que culminaram na preparação de artigos de índole jornalístico, de foto-reportagens e de vídeo-reportagens, associados às visitas que tiveram lugar na tarde de sexta-feira. As visitas, realizadas em simultâneo, foram: (i) Parque das Ribeiras do Uíma; (ii) Parque da Cidade de Lourosa; (iii) Parque Ornitológico de Lourosa; (iv) Corticeira Amorim; (v) Termas de S. Jorge; e (vi) Museu do Papel – Terras de Santa Maria.

Este foi um fim-de-semana intenso, de muito trabalho, muita diversão, muitas novas amizades e excelentes ideias para os desafios que se aproximam, tendo como mote a Saúde e o Ambiente. Não deixem de ver o álbum “Jovens Repórteres para o Ambiente” respeitante a esta participação e às participações nas edições anteriores.

Foi ontem, dia 30 de setembro de 2016, que uma comitiva da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), da qual faziam parte docentes, não docentes e estudantes, representando toda a comunidade académica, rumou a Aveiro para participar em mais um Dia das Bandeiras Verdes e ali receber o seu sexto galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde. As escolas galardoadas foram cerca de mil e duzentas e a ESTeSL foi uma delas, continuando a ser uma das poucas instituições de ensino superior a ser reconhecida enquanto Eco-Escola, sendo que as doze instituições de ensino superior inscritas este ano, representam apenas 1% do total de estabelecimentos de ensino que almejam a Bandeira Verde.

Dia das Bandeiras Verdes 2016

Durante toda a manhã, a ESTeSL foi responsável por, em conjunto com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra e a Escola Superior de Saúde do Porto, dinamizar uma atividade de fotografia criativa que garantiu animação aos milhares de participantes no Dia das Bandeiras Verdes.

Muito do trabalho desenvolvido ao longo do ano, e que culminou com este reconhecimento, foi da responsabilidade de estudantes e docentes de Saúde Ambiental, tendo-se recebido ainda os prémios correspondentes aos lugares conseguidos nos projetos/desafios:

Depois da atuação dos Xutos & Pontapés, o momento mais esperado do dia teve lugar quando o estudante Daniel Parreira, um dos representante dos estudantes de Saúde Ambiental no Conselho Eco-Escolas, recebeu, em nome da ESTeSL, a Bandeira Verde.

A delegação da ESTeSL que se deslocou a Aveiro em carpool, regressou a Lisboa já no fim do dia e trouxe na bagagem a sexta Bandeira Verde, perspetivando-se para breve o seu hastear na Praça da Saúde.

Parabéns a toda a comunidade académica, em especial ao Conselho Eco-Escolas e à equipa de docentes e estudantes de Saúde Ambiental que têm vindo a contribuir de forma inegável para uma educação ambiental para a sustentabilidade, de mérito, na ESTeSL.

Atribuição do galardão Bandeira Verde Eco-Escolas 2016

Apesar da informação já ter sido disponibilizada há alguns dias no portal da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), foi durante esta manhã que a notícia de que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi novamente reconhecida enquanto Eco-Escola, assim como o convite para que possamos vir a receber a respetiva Bandeira Verde, nos chegou formalmente.

Foi no “longínquo” ano letivo de 2010/2011 que a ESTeSL garantiu a atribuição da sua primeira Bandeira Verde e este ano conseguiu-se, pelo sexto ano consecutivo, conquistar mais um galardão que iremos receber no Encontro Nacional “Dia das Bandeiras Verdes”. Este ano, no dia 30 de setembro, rumaremos a Aveiro.

A atribuição deste sexto galardão vem reconhecer, mais uma vez, o trabalho meritório que temos vindo a desenvolver ao longo destes anos, em prol de uma educação para a sustentabilidade, de qualidade, e que este ano foi também, à semelhança dos anos anteriores, objeto da atribuição de vários prémios (ver “Self(ie) REEEsponsability” premiada na Geração Depositrão e   Trabalho sobre os consumos energéticos na ESTeSL premiado no Eco-Repórter da Energia).

Parabéns a toda a comunidade académica da ESTeSL e aos membros do conselho Eco-Escolas e um agradecimento especial a todos os parceiros que desde 2010 têm contribuído para a concretização deste sonho.

Caros colegas

Estão a receber este email porque a vossa escola foi galardoada com a Bandeira Verde Eco-Escolas 2016!
Em primeiro lugar, os nossos parabéns por todo o trabalho desenvolvido por professores, alunos, direção, técnicos de educação e auxiliares, pais e encarregados de educação, autarquia e restantes envolvidos, que ajudaram a construir este galardão, e que diariamente colaboram para uma escola e comunidade  mais sustentáveis.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) participou mais uma vez na Geração Depositrão, com a recolha de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) e com a submissão de um trabalho associado à atividade criativa Selfie criativa REEE (criação de uma foto criativa com o Depositrão, alusiva à reciclagem de REEE e pilhas).

Self(ie) REEEsponsability premiada na Geração Depositrão

A Self(ie) REEEsponsability, como lhe chamámos, foi fruto da criatividade dos estudantes do segundo ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL e ficou em primeiro lugar ex æquo. Parabéns!!

Com os resíduos utilizados tentou-se representar (na medida do possível) as cinco classes de REEE utilizadas pela Geração Depositrão para efeitos de comunicação e sensibilização (em representação das 10 categorias legais). A utilização do Depositrão e do contentor de pilhas representa a necessidade de fazer-se uso dos equipamentos adequados para a contentorização deste tipo de resíduos. Considerou-se relevante a utilização de um microfone que, usado pela assistente de comunicação da ERP Portugal, representa a necessidade (e importância) da comunicação e sensibilização para garantir uma adequada gestão deste tipo de resíduos e potenciar o seu encaminhamento para reciclagem. Os diferentes elementos da comunidade académica (estudantes, docentes e não docentes) de diferentes gerações, chamam a atenção para o facto da necessidade de encaminhar este tipo de resíduos para reciclagem ser uma questão transversal e intergeracional. Os estudantes de diferentes países representam a “internacionalização” do problema (aumento da produção de REEE) e da solução (reciclagem). O local onde a “selfie” foi concretizada, entenda-se o Centro de Sensibilização Ambiental da ERP Portugal (entidade gestora) enfatiza mais uma vez a importância da comunicação e sensibilização, assim como a importância do papel desempenhado pela(s) entidade(s) gestora(s).

Descrição dos materiais utilizados
Utilizou-se um selfie stick coberto de cablagem diversa (fio de telefone e cabo de rede), para além de diferentes REEE e RP&A, nomeadamente: projetor de vídeo, consola de jogos, lâmpadas economizadoras, pilhas, dentre outros. Utilizou-se também um Depositrão e um contentor de pilhas. Utilizou-se ainda um microfone, com um objetivo muito específico, explicado na “memória descritiva”.

Envolvimento dos alunos
Envolveram-se os estudantes do 2.º ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental. Para além dos estudantes portugueses, envolveram-se ainda dois estudantes da Croácia e dois estudantes de Itália em Portugal no âmbito do programa de mobilidade ERASMUS+.

Envolvimento de outros elementos da comunidade
Envolveu-se o docente regente da unidade curricular de Gestão de Resíduos II e um funcionário não docente, motorista da ESTeSL. Para além destes, envolveu-se ainda uma colaboradora, assistente de comunicação, da entidade gestora de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) e resíduos de pilhas e acumuladores (RP&A) portáteis, a ERP Portugal (European Recycling Platform).

Foi no âmbito da unidade curricular de Saúde Ambiental do primeiro ano do Curso de Licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que as estudantes Ana Rita Marques, Feliciana Camoço, Marta Silva e Susana Camala, realizaram um trabalho em formato de vídeo-reportagem onde são abordados os consumos energéticos na escola e apresentadas algumas das medidas que têm vindo a ser assumidas de forma a minimizar os respetivos consumos.

O trabalho “CONSUMOS ENERGÉTICOS… conhecer e melhorar as práticas da ESTeSL“, que contou com a colaboração da Dra. Ana Sabino, responsável pelo Serviço de Instalações, Infra-Estruturas e Equipamentos da ESTeSL, foi submetido ao Eco-Repórter da Energia (um concurso inserido no Programa Eco-Escolas), tendo garantido o terceiro lugar a nível nacional.

Parabéns às estudantes!

No decurso dos últimos anos, a Educação para o Desenvolvimento Sustentável tem vindo a fazer parte, de forma enfatizada e um pouco por todo o mundo, dos discursos associados ao ensino.

A Organização das Nações Unidas, ao designar o período de 2005 a 2014 como a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, procurou trazer à tona a necessidade dos agentes políticos e profissionais da educação encontrarem formas pelas quais a Educação para o Desenvolvimento Sustentável poderia tornar-se parte integrante da educação.

As condições do edifício e das salas de aula de uma escola, assim como os recursos existentes, e desejados no contexto do desenvolvimento sustentável, podem ser uma importante área de ação e reflexão para os estudantes.

Os edifícios escolares consomem uma parte significativa do total de energia consumida na Europa e representam mais de 12% do consumo nos edifícios do setor terciário. A fatura energética é tipicamente a segunda mais significativa, logo a seguir aos custos com o pessoal sendo por isso imperativo que as escolas desenvolvam estratégia de forma a reduzir os consumos energéticos.




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