Archive for the ‘Mares e Oceanos’ Category

No âmbito da Exposição Clima Expo 360º, sobre as Alterações Climáticas, patente no Museu Nacional de História Natural e de Ciência  (MUHNAC) até 28 de fevereiro de 2017, vai ser exibido amanhã, dia 31 de janeiro às 17h30m na sala Vandelli, do MUHNAC, o documentário coproduzido e apresentado por Leonardo DiCaprio “Before the Flood“.

Before the Flood

Neste documentário, com a chancela da National Geographic, Leonardo DiCaprio viaja pelos cinco continentes e o Ártico testemunhando as alterações climáticas que estão a ocorrer no mundo e contribuindo para divulgar ações que podem ser feitas por todos para prevenir eventos climáticos catastróficos. Durante a jornada, DiCarpio fala com cientistas, líderes mundiais, ativistas mas também residentes locais.

Após a exibição do documentário haverá um debate com a participação de Catarina Albuquerque (ONU), Susana Fonseca (ZERO) e Carlos da Câmara(FCUL) e moderado por João Mourato (ICS Lisboa).

Estamos a pouco dias (semanas!) de terminar mais um ano de intenso trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à efetiva implementação do Programa, que culmina com a elaboração do Eco-Código (Conselho Eco-Escola, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Monitorização, Trabalho Curricular, Informação e Envolvimento da Comunidade Local e Eco-Código), apresentamos-vos aquele que é o Eco-Código e o respetivo Poster Eco-Código ESTeSL concebido este ano e cujo conteúdo (“código de conduta”) vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação, aprovado no início do ano em reunião plenária do Conselho Eco-Escola e decorrente da Auditoria Ambiental.

Poster Eco-Código ESTeSL (2016)

A “eco-árvore” apresenta como “frutos” o Programa Eco-Escolas e os nove cursos de licenciatura ministrados na ESTeSL (representando o compromisso da ESTeSL para com a educação para a cidadania e para o desenvolvimento sustentável e a relevância do envolvimento de todos os estudantes de todos os cursos, nestes processos). O póster é encimado pelo mandamento que atribui a cada um dos elementos da comunidade académica a responsabilidade pela mudança que urge fazer (“Não esperes pela mudança. TU ÉS A MUDANÇA que precisas e este é o teu… ECO-CÓDIGO!”). Os restantes mandamentos estão associados aos ramos e troncos da “eco-árvore”, sendo que a maioria das frases está na parte inferior, simbolizando de alguma forma as raízes, condição necessária para alimentar e fazer perdurar a “eco-árvore”.

Associado ao projeto Tejo, um “mar” de oportunidades, um grupo de Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental (Ana Roque, Patrícia Duarte e Rafaela Barata), partiu à descoberta do rio Tejo, num percurso de contrastes com mais de 20 quilómetros, entre Vila Franca de Xira e Lisboa.

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes
Da margem esquerda à margem direita e de norte a sul, o rio Tejo não pára de nos surpreender num percurso de contrastes onde as paisagens naturais se confundem com as paisagens humanizadas.

A água que fustiga as margens do Tejo em dias de tempestade, contrastando com a calmaria dos dias primaveris. O Tejo que tira a vida aos mais desventurados, contrastando com o jubilar da vida que renasce a cada dia.

A sua cor, o seu cheiro e o seu tinir, fazem com que nos apaixonemos…
Um beijo apaixonado nas margens do Tejo, num tributo à vida e ao amor.

É nas margens do Tejo que encontramos o nosso “porto de abrigo”. É ali que os guerreiros destas águas repousam as suas armas da labuta diária, com a garantia de que para lá voltarão no dia seguinte.

Apesar das cores contrastantes, o verde impera.
A água do Tejo, repleta de vida, dá cor às margens do rio, num constante pulular de esperança em tons de verde.

Ao longo das margens do rio, a cada recanto, surgem novos retratos que refletem o descobrir de novas “amizades” que o Tejo tem conquistado. Numa perfeita simbiose entre os rios Tejo e Trancão, às portas de Lisboa, um retrato de família: o Tejo, o Trancão e os seus “amigos”.

Fruto da atividade humana, devolve-se aquilo que outrora se tirou, alimentando o Tejo, que alimenta a vida daqueles que dele dependem.

Apesar do reconhecimento que o Homem lhe tem dado, novas “espécies infestantes” têm vindo a ser introduzidas nas margens do rio Tejo. Plásticos, algo que importa evitar.

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes
Tejo, um “mar” de oportunidades que importa conhecer e conservar.
É hora de agir…
É hora de fazer a diferença…
É hora de fazer o Tejo brilhar…

Entretanto reiteramos o desafio. Todos os estudantes da ESTeSL (até aos 21 anos) que estejam eventualmente interessados em participar no Jovens Repórteres para o Ambiente, seja com artigos, fotorreportagens ou video-reportagens, tendo como mote o rio Tejo, devem contactar a coordenação doEco-Escola ESTeSL.

O filme “Sources and Impacts of Marine Litter“, da responsabilidade de Jane Lee, da MARLISCO, foi-nos dado a conhecer pela Flávia Silva, colaboradora na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-UNL), no Departamento de Ciências e Engenharia do Ambiente, que atualmente participa no projecto MARLISCO – MARine Litter in Europe Seas: Social AwarenesS and CO-Responsibility – um projeto de investigação e inovação desenvolvido no âmbito do 7.º programa-quadro (FP7-SIS) da Comissão Europeia, com forte componente de Educação e Sensibilização Ambiental e que na passada sexta-feira, dia 23 de janeiro, no Painel I – Temas Eco-Escolas do Seminário Nacional Eco-Escolas nos apresentou o Projeto MARLISCO: lixo marinho-um problema gobal!

E tu… consegues ficar indiferente?

Hoje é dia de comemorar o Dia Mundial da Água.

Esta comemoração surgiu em 1993, no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento e Ambiente, com o objectivo de nesse dia dinamizar ações que visem a consciencialização pública da conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos.

Dia Mundial da Água 2014

Ainda que cada um das nossas ações seja apenas uma gota, juntos somos um oceano.
E tu já poupaste hoje?

Se o dia 29 de novembro foi especial, porquanto hasteámos a Bandeira Verde (2011/2012)  e promovemos uma sessão com o tema “Eco-Escolas no Ensino Superior“, o dia seguinte não foi de menor relevância.

Foi a 30 de novembro que, ainda no âmbito do IV Encontro Nacional de Alunos de Saúde Ambiental (ENASA 2012), recebemos Ricardo Diniz, o “embaixador do mar”.

Ricardo Diniz, para além de navegador solitário, orador, escritor e empreendedor, é um português assumidamente apaixonado por Portugal e que há mais de 15 anos faz uso do mar para comunicar Portugal ao mundo. O recurso ao mar não é displicente, ou não fossem os portugueses reconhecidos em todo o mundo na qualidade de “os descobridores”.

O Ricardo Diniz já velejou mais de oitenta mil milhas e fez quatro travessias do Atlântico, o equivalente a quase três voltas ao mundo e esteve na Eco-Escola ESTeSL para partilhar, com os estudantes, a sua experiência de vida.

Ricardo Diniz, navegador solitário que usa o mar para comunicar Portugal e professor Vítor Manteigas, um dos coordenadores do Programa Eco-Escolas na ESTeSL.

Um dos últimos projetos em que Ricardo Diniz esteve envolvido, a expedição “Montepio Mare Nostrum”, teve como objetivo sensibilizar os portugueses e o mundo para a real dimensão do país marítimo que é Portugal e do seu potencial  quando associado ao investimento no mar. O “Montepio Mare Nostrum” foi uma expedição marítima à Zona Económica Exclusiva que o nosso convidado realizou em julho, sendo o culminar de um árduo percurso que teve início em 2004 quando, pela primeira vez, esta ideia lhe surgiu.

Ao Ricardo Diniz, deixamos aqui o nosso sentido reconhecimento por aquilo que ele representa para os nossos estudantes. Obrigado Ricardo!

Hoje é o Dia Nacional do Mar, naquela que é uma data comemorativa da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUDM), que entrou em vigor a 16 de novembro de 1994.

Portugal ratificou esta convenção a 14 de outubro de 1997 e o dia 16 de novembro foi declarado Dia Nacional do Mar quando, um ano mais tarde, este foi instituido pela  Resolução de Conselho de Ministros n.º 83/98, de 10 de Julho.

Sabiam que 70% do oxigénio que entra nos nossos pulmões provém do mar? Contudo, menos de 0,05% dos mares são áreas protegidas e todos os anos estes são contaminados com mais de 2 milhões de toneladas de produtos petrolíferos. Em função disso, uma em cada três espécies de peixes está ameaçada e cerca de 60% dos pescado consumido na Europa já não tem origem nas costas do “Velho Continente”.

Muita coisa mudou e em 50 anos mais de 1,5 milhões de baleias foram mortas, fruto da sequiosa vontade do Homem em ter mais… mais… e mais.

Agora muita coisa importa mudar e a verdade é que a necessidade é recíproca. O mar precisa tanto de nós como nós precisamos do mar.

Não fiquem indiferentes… conservem o ambiente!




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