Archive for the ‘Mares e Oceanos’ Category

Hoje, dia 8 de junho, na celebração do Dia Mundial dos Oceanos, deixamos algumas sugestões para que se mantenham informados e em alerta para as questões da poluição nos mares e oceanos.

Sugestões para o Dia Mundial dos Oceanos

Sugerimos o visionamento de seis documentários sobre o ambiente marinho que se diz serem histórias polémicas, verdadeiras e inspiradoras, sendo temas que precisam ser falados, debatidos e divulgados para que a mensagem de como podemos minimizar os efeitos devastadores que potenciam as alterações climáticas possa ser entendida e colocada em ação.

Deixamos ainda uma sugestão de leitura para o mês de junho. Falamos da edição deste mês da National Geographic, cuja capa é já considerada uma das melhores e mais impactantes de sempre, e que por si só acaba por ser reveladora do tema em destaque.

Planet or Plastic? is National Geographic’s multiyear initiative aimed at raising awareness about the global plastic crisis and reducing the amount of single-use plastic that enters the world’s oceans. Using the power of storytelling and science, National Geographic is encouraging its audiences around the world to help tackle the crisis, beginning with the release of the June issue of National Geographic magazine, which takes an in-depth look at the impact of plastic on ocean health and is available on newsstands now. The multiyear effort includes a major research and scientific initiative; a continued consumer education and engagement campaign; updated internal corporate sustainability commitments; and innovative partnerships with like-minded corporations and non-governmental organizations from all over the world.

 

Hoje deu-se início a um novo desafio proposto pela equipa de produção da Kuriakos TV e que conta com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) e Coordenador Baixo Carbono no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.

A Eco-Escola ESTeSL na "Vida Verde"
Hoje deu-se início à “Vida Verde“, uma nova rubrica do programa Manhãs na TV, onde se irão promover boas práticas ambientais, assim como divulgar algum do trabalho de mérito que se tem feito de forma continuada ao longo dos últimos anos e que poderá servir de exemplo para melhorar o ambiente.

O mote para este primeiro episódio (que em breve divulgaremos) foi a problemática dos resíduos plásticos e aquilo que estará na sua génese, assim como qual poderá ser o contributo de cada um de nós para obviar este problema. Contudo, e porque se começou por fazer uma “sinopse” do trabalho que temos vindo a fazer nos últimos anos, muito (quase tudo!) ficou por dizer e certamente que iremos, num futuro próximo, recuperar este tema.

Hoje, dia em que se celebra o Dia Europeu do Mar, chamamos a atenção para uma das problemáticas ambientais mais atuais e impactantes: o uso de plástico.

Segundo a Quercus, Portugal consome em média, por ano: (i) 721 milhões de garrafas de plástico; (ii) 259 milhões de copos de café; (iii) 1 milhar de milhões de palhinhas; (iv) 40 milhões de embalagens de fast food; e (vi) 10 mil milhões de beatas de cigarro.

Estes números são altamente preocupantes e se não existir o respetivo encaminhamento para tratamento apropriado, é provável que estes plásticos acabem no mar. Este tratamento começa com cada um de nós, garantindo a separação correta dos resíduos.

O consumo de plástico é um problema ambiental que atinge proporções mundiais e que começa a ter efeitos graves nos ecossistemas do nosso planeta. Neste dia do mar, damos-te a conhecer um desses efeitos. Uma “ilha” de lixo que resulta da acumulação de plásticos no oceano e à qual os cientistas deram o nome de “Grande Mancha de Lixo do Pacífico”. Esta ilha situa-se entre o Havai e a Califórnia e o seu tamanho é proporcional à zona económica exclusiva marítima de Portugal.

De acordo com Joost Dubois, porta-voz da Ocean Cleanup Foundation, que liderou uma equipa de investigadores que durante meses se dedicou a estudar este desastre ambiental, ali poderemos encontrar redes de pesca, recipientes de plástico, embalagens e cordas, formando a “Grande Mancha de Lixo do Pacífico”, que tem entre 45 e 129 milhares de toneladas de plástico.

Mas a verdade é que as correntes oceânicas concentram o plástico em cinco grande áreas do mundo, cinco grande “ilhas”. Para descobrires mais sobre este assunto, visita o The Ocean Cleanup.

As manchas de lixo oceânicas são vastas e dispersas

Na próxima sessão das “Conversas na Aldeia Global“, dedicadas ao caminho para um futuro sustentável e à Agenda 2030, que terá lugar já amanhã, dia 14 de setembro, às 21h30m, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, com moderação de Vasco Trigo, Luísa Schmidt irá falar sobre “Ambientes de Mudança

Conversas na Aldeia Global | Futuro Sustentável: Ambientes de Mudança, com Luísa Schmidt

Pretende-se discutir em que medida estão a surgir «Ambientes de Mudança» e com enfoque nas nove áreas do ambiente abordadas no seu mais recente livro — águas, resíduos, ar, alterações climáticas, energia, território, conservação da Natureza, mar e cidadania.

Numa perspetiva ambiental, recuperam-se alguns dos problemas que compõem as agendas nacionais e internacionais e de difícil resolução, caso dos grandes incêndios deste verão que cíclica e tragicamente devastam o país, da poluição dos rios, da ocupação do litoral ou da suburbanização imparável.

Luisa Schmidt é investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde leciona e desenvolve vários projetos que articulam ciências sociais e ambiente. Membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do European  Environment Advisory Council. Faz parte do núcleo de fundadores do OBSERVA: Observatório de Ambiente, Sociedade e Opinião Pública. É autora da série televisiva «Portugal, um Retrato Ambiental» e de diversos livros na área do ambiente. Com a coluna «Qualidade Devida» que mantém no Jornal Expresso desde 1990, tem contribuído para a divulgação e debate dos problemas ambientais.

De acordo com um artigo recentemente publicado no periódico Science of The Total Environment, a solução para o problema ambiental dos microplásticos nos oceanos, pode muito bem ter sido descoberta por uma equipa de investigação do Departamento de Química e do Centro de Estudos do Ambiente e do Mar, da Universidade de Aveiro, a quem deixamos, desde já, os nossos parabéns.

Biodegradation of polyethylene microplastics by the marine fungus Zalerion maritimum

A solução passa pelo uso do Zalerion maritimum, um fungo marítimo que consegue, não só, degradar o microplástico como o faz de forma rápida e eficiente. Esta terá sido, segundo os autores,  “a primeira solução ecológica alguma vez descoberta para combater os plásticos nos oceanos já que ao otimizar-se o raro apetite do fungo recorre-se a uma solução oferecida pelo próprio mar.”

Aos potencialmente interessados, sugerimos a leitura do artigo Biodegradation of polyethylene microplastics by the marine fungus Zalerion maritimum.

Em pleno Dia Mundial do Ambiente, evento que se celebra anualmente a 5 de junho e que tem como objetivo alertar as populações e os governos para a necessidade de garantir a proteção e a preservação do ambiente, divulgamos o nosso Eco-Código que é cumulativamente o Código Climático, dando assim cumprimento a uma das atividades previstas no projeto ClimACT (#InterregSudoeClimACT).

Poster Eco-Código e Código Climático da ESTeSL (2017)
Estamos a pouco dias de começar uma longa época de avaliações (último momento de avaliação e exames) e a semanas de terminar mais um ano de intenso trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas e do projeto Interreg Sudoe ClimACT na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à sua efetiva implementação, que culmina com a elaboração e divulgação do Eco-Código | Código Climático (Conselho Eco-Escola/Comissão Baixo Carbono, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Monitorização, Trabalho Curricular, Informação e Envolvimento da Comunidade Local e, por último, Eco-Código/Código Climático), apresentamos-vos aquele que é o Poster Eco-Código e Código Climático concebido este ano e cujo conteúdo vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação.

Feliz Dia Mundial do Ambiente!…

Foi na passada sexta-feira, dia 2 de junho, que uma comitiva da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) participou na Missão Litter Less Ericeira, tal como já havíamos anunciado (ver Estudantes da ESTeSL participam na limpeza de praias da Ericeira).

ESTeSL na Missão Litter Less (Ericeira, Portugal)

O convite para a ESTeSL participar nesta missão decorreu do reconhecimento da qualidade do trabalho desenvolvido pelos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, no âmbito da Litter Less Campaign, e que foi entretanto escolhido para representar Portugal no concurso internacional (ver ESTeSL representa Portugal no concurso internacional Litter Less Campaign). Em substituição daqueles estudantes que, por motivos académicos, não puderam marcar presença na Ericeira, participaram as estudantes Cristiana Costa, Jéssica Moreira e Laura Fernandes que foram acompanhadas pelo professor Vítor Manteigas, coordenador Eco-Escolas e coordenador Baixo Carbono.

A missão teve início logo pelas 9 horas, com o ponto de encontro marcado para o Parque da Campismo da Ericeira (onde haviam pernoitado alguns dos participantes). A partir daí seguiu-se a pé até à praia dos Pescadores onde teve lugar uma sessão sobre lixo marinho e microplásticos com a Dra. Paula Sobral da Associação Portuguesa de Lixo Marinho, seguida da limpeza da praia e da visita ao Centro de Interpretação da Reserva Mundial de Surf. Depois do almoço, e já na praia do Algodio, teve lugar uma sessão (entrevista) com elementos do Ericeira Surf Club que culminou com uma aula de iniciação ao surf na praia do Matadouro.

O fim da missão aconteceu já perto das 17 horas, com o regresso a Lisboa e à ESTeSL, em carpool, na companhia do Rúben de Matos, vencedor do Me and YRE (YRE Short Video Competition).




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