Archive for the ‘Leituras’ Category

Terminou ontem, dia 5 de julho, a primeira edição da “Eco-Feira do Livro” da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que teve como mote “oferece novos leitores aos teus livros usados” e que pretendia também promover as leituras de verão pela comunidade académica da ESTeSL.

No início da atividade haviam já 23 livros angariados, doados por alguns membros do Conselho Eco-Escolas, sendo que no decurso da semana registaram-se mais de 200 movimentos de livros (receberam-se 150 e entregaram-ses 59), terminando-se a atividade com um saldo de 91 títulos disponíveis, o que nos possibilita adiantar ser a “Eco-Feira do Livro” um caso de sucesso! Muito obrigado a tod@s…

Posteriormente, iremos tentar a criação de um espaço permanente de troca de livros usados.

Irá decorrer na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), entre os dias 1 e 5 de julho (no átrio principal do piso 1), aquela que será a primeira Eco-Feira do Livro da ESTeSL.

Eco-Feira do Livro da ESTeSL

Esta é uma iniciativa promovida no âmbito do Programa Eco-Escolas, sugerida pela conselheira Ana Fernandes, representante dos estudantes de Ciências Biomédicas Laboratoriais, e que pretende potenciar a reutilização de livros usados, aumentando o seu tempo de vida útil e promover os hábitos de leitura no verão.

Desafia-se toda a comunidade académica a entregar os seus livros usados dos quais se pretendam desfazer e, em troca, poderão levar um ou dois exemplares dos livros disponíveis, para ler durante as férias!

Se entretanto tiverem alguns livros que queiram disponibilizar para esta iniciativa, poderão deixá-los no Gabinete de Comunicação, até à próxima sexta-feira, dia 28 de junho.

Participa!

Durante a Semana da Ciência e da Tecnologia, que teve início a 21 de novembro e que terminará a 27, daqui a três dias, muitas são as instituições científicas, universidades, escolas, associações, museus e Centros Ciência Viva que, um pouco por todo o país, abrem as suas portas ao público em geral, promovendo uma viagem pelo conhecimento.

O Dia Nacional da Cultura Científica, que se comemora hoje, dia 24 de novembro, foi instituído em 1997 para comemorar o nascimento de Rómulo de Carvalho e divulgar o seu trabalho na promoção da cultura científica e no ensino da ciência.

Sendo a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) uma instituição de ensino superior que tem como missão a excelência do ensino, da investigação e da prestação de serviços no âmbito das ciências da saúde, a cultura científica é algo que lhe é intrínseco. Diríamos até que é algo que lhe corre nas veias do saber que a cada dia alimenta, mais e melhor, o conhecimento daqueles que com ela privam. Falamos dos estudantes.

Façamos então uso dessa cultura e desse conhecimento para promover uma utilização mais consciente dos recursos que nos são disponibilizados.

Entretanto, já ouviram falar do Relatório Brundtland “Our Common Future” (descarregar documento original em pdf)?

O relatório “Our Common Future” (Nosso Futuro Comum) mais conhecido como o Relatório Brundtland, resultou do trabalho de uma comissão presidida por Mansour Khalid e Gro Harlem Brundtland (está explicado o nome pelo qual é comummente conhecido) e que foi divulgado em abril de 1987. Esta comissão, composta por organizações não-governamentais (ONG) e investigadores de todo o mundo, foi criada em 1983 pela Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, da Organização das Nações Unidas. O seu trabalho durou quatro anos e envolveu a realização de discussões a nível mundial.

Aquele relatório apresentou uma visão complexa das causas dos problemas socioeconómicos e ecológicos da sociedade e as inter-relações entre a economia, a tecnologia, a sociedade e a política e chama a atenção para aquela que era na altura uma nova postura moral que se caracterizava pela responsabilidade tanto entre as gerações como entre os membros da sociedade atual. É a partir daqui que se difunde o conceito de desenvolvimento sustentável que é mundialmente conhecido como “o desenvolvimento que satisfaz as necessidade da geração presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras satisfazerem as suas próprias necessidades” (Relatório Brundtland, 1987:24).

Disponível para consulta na Biblioteca da ESTeSL a partir de 05.06.2011

O livro “Ambiente uma Questão de Ética” integra a Colecção Gulbenkian Ambiente e encontra-se disponível para consulta, desde hoje, Dia Mundial do Ambiente, na Biblioteca da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

O texto que a seguir vos deixamos, a propósito deste título, foi retirado da Esfera do Caos, editora responsável pela publicação dos livros da Colecção Gulbenkian Ambiente.

A aldeia global em que vivemos oferece-nos, quase todos os dias, o espectáculo trágico de um imparável cortejo de múltiplas catástrofes. Ainda assim, a desflorestação prossegue, a ero­são dos solos aumenta, o ar e as águas apresen­tam níveis de poluição crescentes, a biodiversi­dade diminui dia após dia, o número de espé­cies extintas ou em vias de extinção engrossa dramaticamente, as alterações climá­ticas indu­zidas pela pressão antropogénica colocam em risco a vida na Terra.
Os jornais e a televisão dizem-nos que enquanto milhões de pessoas morrem à fome todos os anos, no lado rico do planeta biliões de animais são mortos em cada dia, para serem transfor­mados em bifes, peles, adornos, medicamentos, cobaias. E que grandes extensões de florestas virgens são destruídas diariamente para construir estradas, vias-férreas, complexos industriais e obter matérias primas. No ponto em que as coisas estão, um simples abanar da cabeça, ou uma interjeição pontual de irritação é pouco. O que se passa em redor é claramente errado e imoral. Por isso, o nada fazer não será também pouco moral?

O que este livro procura mostrar é que a crise ecológica é, em essência, uma crise de valores que afecta o modo com o Homem se relaciona com o seu mundo natural. Neste sentido, defende-se que a crise ambiental é também, por isso, a crise do humano, procurando mostrar que o respeito e a consideração por essa terra que dá a vida, é condição fundamental para o respeito e para o equilíbrio do ser humano consigo mesmo. A ameaça global interpela-nos para a urgência de repensar a nossa relação com o mundo natural e de recolocar noutros termos o  pensar e o agir, de acordo com os valores do respeito, sabedoria, prudência e responsabilidade.

SOBRE A AUTORA:
Maria José Varandas. Licenciada em Filosofia e Mestre em Filosofia da Natureza e do Ambiente. Investigadora do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa (ética e valores). Vice-Presi­dente da Sociedade de Ética Ambiental. Publicou diversos artigos em revistas e obras colecti­vas na área da «ética, cidadania e ambiente». Autora das seguintes obras: O Valor do Mundo Natural (2003); Vida: propriedade do Organismo ou do Planeta? (2004); Éticas e Políticas Ambientais (2004, com Cristina Beckert); Gaia: Para uma aliança com a Terra (2009).

Disponível para consulta na Biblioteca da ESTeSL a partir de 29.05.2011

O livro “Alterações Climáticas e Desenvolvimento Limpo – Cooperação entre Portugal e os PALOP” integra a Colecção Gulbenkian Ambiente e encontra-se disponível para consulta, desde hoje, Dia Internacional da Energia, na Biblioteca da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

O texto que a seguir vos deixamos, a propósito deste título, foi retirado da Esfera do Caos, editora responsável pela publicação dos livros da Colecção Gulbenkian Ambiente.

ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS E DESENVOLVIMENTO LIMPO COOPERAÇÃO ENTRE PORTUGAL E OS PALOP

Desenvolvimento Sustentável. Desenvolvimento Limpo. Continuar a crescer sem extinguir as bases da sobrevivência humana no planeta e sem reti­rar aos países mais pobres a possibilidade de terem uma vida melhor, tanto mais que pouco contribuíram para a crise ambiental global.
Esta parece ser uma ideia bastante promissora! Mas até que ponto é que o «Desenvolvimento Limpo» ― mecanismo do Protocolo de Quioto que pretende favorecer os menos desenvolvidos e os poluidores ao mesmo tempo ― faz realmente o que apregoa? Faz crescer os mercados, ajuda os mais pobres e salva o planeta, em simultâneo?
Focado no caso português e na sua estratégia de cooperação internacional, dando destaque à coo­peração com os PALOP, este livro surge no rescaldo da Cimeira de Copenhaga e ajuda a reflectir sobre o que devemos mudar para reciclar Quioto, a começar pelo «Desenvol­vimento Limpo».

O combate às alterações climáticas tem de ser conciliado com o crescimento económico, porque a comunidade internacional não aceitaria outra perspectiva. Neste contexto, qual o lugar dos mais pobres, aqueles que continuam a aspirar a uma vida melhor, com maior consumo de recursos e naturalmente mais emissões de carbono? Por que razão África, o continente mais carenciado, continua quase ausente dos projectos de Desenvolvimento Limpo? Partindo do exemplo de Portugal e das políticas de cooperação com os PALOP, este livro procura lançar alguma luz sobre as contradições deste modelo e encontrar pistas para o futuro.

SOBRE A AUTORA:
Carla Gomes nasceu nos Açores. Licenciou-se em Comunicação Social em Setúbal e fez o Mestrado em Gestão e Políticas Ambientais na Universidade de Aveiro. Como jornalista, escreveu em diversas publicações generalistas e especializadas, como os jornais Quercus Ambiente e Água & Ambiente, tendo participado ainda em projectos como a publicação internacional Green China e o livro Quercus: 20 Anos. Colabora desde 2007 com a CCDR de Lisboa e Vale do Tejo na área da comunicação. Nos últimos anos fez investigação em torno das Alterações Climáticas e da Cooperação para o Desenvolvimento.

Disponível para consulta na Biblioteca da ESTeSL a partir de 09.05.2011

O livro ”O Desafio Global – Como enfrentar as alterações Climáticas cirando uma nova Era de Progresso e Prosperidade” integra a Colecção Gulbenkian Ambiente e encontra-se disponível para consulta, desde hoje, Dia da Europa e da União Europeia, na Biblioteca da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

O texto que a seguir vos deixamos, a propósito deste título, foi retirado da Esfera do Caos, editora responsável pela publicação dos livros da Colecção Gulbenkian Ambiente.

Como enfrentar as Alterações Climáticas criando uma nova Era de Progresso e Prosperidade.

O Relatório Stern estabeleceu os alicerces da teoria económica sobre as alterações climáticas. Este livro explica o que deve ser feito para que a maior das ameaças seja afinal uma oportunidade.Graças ao monumental trabalho de Sir Nicholas Stern, as alterações climáticas entraram na agenda dos mais importantes decisores económicos e políticos do planeta. O livro que agora se publica, muito aguardado desde 2006, actualiza e torna acessíveis ao leitor comum as teses e as conclusões do Relatório Stern.

 

É ainda possível transformar esta gigantesca ameaça ― o aquecimento global e as alterações climáticas ― numa oportunidade ímpar: corrigindo falhas de mercado, definindo novas políticas públicas, ultrapassando a crise económica e financeira em que estamos mergulhados, combatendo a pobreza e abrindo um novo caminho para o desenvolvimento e para a prosperidade.

SOBRE O AUTOR:
Nicholas Stern. Autor do Relatório Stern (Stern Review, 2006) sobre a eco­nomia das alterações climáticas. Professor da London School of Economics (I.G. Patel Chair) e Professor Convidado da Universi­dade de Oxford (Nuffield College). Presidente do Grantham Research Institute on Climate Change and the Environment. Conselheiro especial do Presidente do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento (1994-1999). Vice-Presidente e Economista-Chefe do Banco Mundial (2000-2003), onde substituiu Joseph Stiglitz. Consultor do governo britâ­nico e da Comissão Europeia para as Alterações Climáticas e Desenvolvimento. Juntamente com Al Gore, será provavelmente a mais influente das personalidades que actualmente se dedicam ao desafio das alterações climáticas. As suas palavras são lidas e ouvi­das atentamente por líderes políticos, empresá­rios, economistas, académicos e jorna­listas especializados em assuntos económicos e ambientais.

“Este livro fala-nos do desafio essencial que temos de enfrentar se quisermos merecer o futuro. Um desafio que vai alterar todos os domí­nios da nossa existência. Desde o sistema das relações interna­cionais e o modo como os países se relacionam em termos de poder e interesses, até aos gestos aparentemente mais insignificantes da existência de cada um, como as deslocações e os actos do consumo quotidiano. Este livro fala-nos da encruzilhada a que a humanidade chegou. De um lado temos o caminho fácil, que nos conduzirá ao colapso. Do outro, uma estratégia difícil e arrojada, para todos e para cada um, que salvará a história, permitindo, para a civilização humana neste planeta, um salto em frente de proporções ainda impossíveis de determinar.”, Viriato Soromenho-Marques, in Prefácio à edição portuguesa.

Disponível para consulta na Biblioteca da ESTeSL a partir de 23.04.2011

O livro “A Paisagem de Terras do Demo” integra a Colecção Gulbenkian Ambiente e encontra-se disponível para consulta, desde hoje, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, na Biblioteca da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.

O texto que a seguir vos deixamos, a propósito deste título, foi retirado da Esfera do Caos, editora responsável pela publicação dos livros da Colecção Gulbenkian Ambiente.

Através da análise dos textos de Aquilino Ribeiro, esta obra visa aprofundar a ligação entre a paisagem e a sua representação literária, e avaliar os conteú­dos que testemunham a ocupação do terri­tório, a diversidade bioló­gica e a relação do Homem com a Natureza. Transpostas para o território, as paisagens lite­rárias podem potenciar a preservação da diversi­dade, coerên­cia e identidade.

A paisagem é uma realidade complexa e dinâmica que resulta das diferentes características do espaço biofísico, da evolução natural dos sistemas ecológicos e das alterações que o Homem lhe introdu­ziu ao longo da História. A combinação destes factores gera a sua diversidade.

A pai­sagem, que se apresenta como um mosaico de usos do solo, é também um mosaico de ideias, objec­tivos, práticas e vivências de quoti­dianos anteriores, assimilados na cultura local. Entre as serras da Nave e da Lapa, num território designado Terras do Demo por Aquilino Ribeiro, encontramos um itinerário de reflexão sobre a paisagem local, em que a obra do mestre é charneira e catalisador.

Através da sua paisagem literária chegam-nos memórias de dife­rentes épocas e de diferentes histórias de vida que parece indispensável conhe­cer, compreender e considerar para o ordena­mento do territó­rio.
Este livro mostra-nos como a Literatura pode ser uma fonte de informação sobre as paisagens do passado e um elemento a ter em conta na protecção e valorização da paisagem actual.

SOBRE A AUTORA:
Ana Isabel Queiroz. Licenciada em Biologia (Universidade de Lisboa), Mestre em Etolo­gia (ISPA) e Doutorada em Arquitectura Paisagista (Universidade do Porto). Investigadora do Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Facul­dade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Autora do livro Zoo-histórias de Portugal (Gradiva, 1992). O seu interesse pela expressão criativa, mormente pela que encontra a sua matéria-prima nas palavras, anda a par com o seu interesse pela Natureza.




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