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As celebrações do trigésimo sétimo aniversário da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) terminaram na passada sexta-feira com o evento “Encontros com a Ciência na ESTeSL”, promovido pelo Conselho Técnico-Científico da ESTeSL, onde foi apresentado o projeto “ClimACT – Acting for the transition to a low carbon economy in schools”.

O projeto ClimACT no Encontros com a Ciência na ESTeSL

A apresentação ficou a cargo de Marta Almeida, do Instituto Superior Técnico (IST), coordenadora do projeto, e por  João Pombo e Filipe Silva, do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), membro do consórcio responsável pela implementação do projeto no sudoeste europeu e do qual a ESTeSL é uma das escolas piloto.

Para além da metodologia subjacente à implementação do ClimACT, foram ainda apresentados alguns dos dados decorrentes da auditoria energética e ambiental realizada na ESTeSL, assim como as tendências dos serviços de energia em edifícios e um caso de estudo de um projeto de eficiência energética, envolvendo empresas de serviços de energia e o próprio ISQ.

Posteriormente, foi também apresentado por Alice D’Onofrio, do IST, o projeto “MEDICIS – Produced radioisotope beams for medicine“.

Irá ter lugar no próximo dia 23 de março, a partir das 14 horas, no Anfiteatro da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), mais um evento associado ao Ciclo de Conferências “Encontros com a Ciência na ESTeSL”, onde será apresentado o projeto ClimACT – Acting for the transition to a low carbon economy in schools.

O projeto ClimACT no "Encontros com a Ciência na ESTeSL"

A apresentação do projeto estará a cargo de Marta Almeida, investigadora do Instituto Superior Técnico (IST) e coordenadora do ClimACT, que nos últimos anos tem dedicado a sua investigação ao desenvolvimento de ferramentas para a melhoria da qualidade do ar e para o apoio à transição para uma Economia de Baixo Carbono, sendo atualmente também coordenadora do projeto LIFE Index-Air. Contaremos ainda com a participação de João Pombo, responsável pelo Departamento de Energia no Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), cuja atividade é focada na prestação de serviços de eficiência energética, gestão de energia e integração de energias renováveis na indústria, edifícios e transportes e na colaboração no desenvolvimento de projetos de Investigação e Desenvolvimento a nível nacional e internacional e onde, naturalmente, se enquadra o projeto ClimACT.

Posteriormente, será também apresentado o projeto MEDICIS.

Teve lugar na passada sexta-feira, dia 23 de fevereiro, mais uma reunião de trabalho do Conselho Eco-Escolas e Comissão Baixo Carbono. Depois de em janeiro ter havido uma reunião permanente (ver A Eco-Escola ESTeSL, entre Madrid e Lisboa…), só com membros da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), esta última reunião, sendo plenária, contou com a participação de alguns elementos da comunidade, dos quais destacamos os representantes da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, dos Serviços da Presidência do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) e dos Serviços de Ação Social do IPL. Cumulativamente, foram ainda convidados a participar na reunião, os membros da Brigada Baixo Carbono.

Reunião plenária do Conselho Eco-Escolas e Comissão Baixo Carbono

Na ordem de trabalhos da reunião foi dado destaque ao Plano de Ação e às propostas sugeridas pelos conselheiros, tendo sido, seguramente, uma tarde altamente produtiva, que se espera venha a culminar num ano altamente profícuo.

Para já, o passo seguinte será submeter na plataforma do Programa Eco-Escolas, a ficha de acompanhamento que inclui informação relativa a: (i) Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono (constituição, atas de reuniões, registo de presenças e frequência das reuniões); (ii) Auditoria Ambiental (realizada pela equipa técnica do projeto ClimACT e complementada pelo questionário comportamental); (iii) Brigada da Monitorização (declaração de intenção em monitorizar os consumos de água, eletricidade ou gás); (iv) Plano de Ação (discutido na reunião); e Outras Observações (por exemplo a eventual participação no Seminário Nacional Eco-Escolas).

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) foi na passada sexta-feira, dia 26 de janeiro de 2018, distinguida com o Diploma de Qualidade da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), secção portuguesa da Foundation for Environmental Education (FEE). O diploma atribuído reconhece ser de “Elevada Qualidade” o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pela ESTeSL, desde o ano 2010/2011 no âmbito do Programa Eco-Escolas e cuja atribuição decorreu da Auditoria de Qualidade a que a escola foi sujeita no mês de maio de 2017 (ver Auditoria de Qualidade realizada na ESTeSL, no âmbito do Programa Eco-Escolas) e o qual se deve ao excelente trabalho que tem vindo a ser desenvolvido por toda a comunidade académica em prol de uma educação ambiental para a sustentabilidade.

A Eco-Escola ESTeSL no Seminário Nacional Eco-Escolas (2018)

A entrega do Diploma de Qualidade teve lugar em Guimarães, no Seminário Nacional Eco-Escolas, onde a ESTeSL se fez representar pelo professor Vítor Manteigas, coordenador do Programa Eco-Escolas e coordenador Baixo Carbono do projeto Interreg Sudoe ClimACT. No decurso do evento, a ESTeSL foi ainda distinguida pela atividade que dinamizou no âmbito dos Global Action Days (ver A ESTeSL, os Global Action Days e a European Week for Waste Reduction).

Foi na madrugada de dia 26 que a ESTeSL rumou a Guimarães, tendo como companhia alguns professores da Escola EB23 Mário de Sá Carneiro (Camarate), uma Eco-Escola também ela integrada no projeto Interreg Sudoe ClimACT. A viagem, em carpool, permitiu uma redução substancial das emissões de carbono associadas, estimadas em cerca de 114 Kg CO2eq e que irão ser, de alguma forma, compensadas.

A participação da ESTeSL no Seminário Nacional Eco-Escolas, para além do que já foi referido, passou ainda pela dinamização (em conjunto com a ABAE) do Fórum Eco-Escolas destinado exclusivamente às escola integradas no ClimACT e onde se partilharam as experiências e vivências do último ano e alguns dos desafios que entretanto se avizinham.

Ali, em Guimarães, onde “nasceu Portugal”, foram estabelecidos contactos com várias instituições de diferentes níveis de ensino, que se espera venham a resultar, num futuro próximo, em projetos e iniciativas conjuntas com benefícios comuns.

Irá realizar-se nos próximos dias 26, 27 e 28 de janeiro de 2018, no Centro Cultural Vila Flor em Guimarães, o Seminário Nacional Eco-Escolas 2018 e a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) não irá faltar, garantindo a sua deslocação em carpool, contribuindo também dessa forma para a redução da sua pegada carbónica e continuando a trilhar o caminho rumo a uma economia de baixo carbono. Este ano a lotação já está esgotada e os lugares ocupados por colegas professores de Eco-Escolas e de escolas associadas ao projeto Interreg Sudoe ClimACT.
Carpool ESTeSL vai a Guimarães com Eco-Escolas ClimACT

Este evento, que se destina a professores coordenadores do Programa Eco-Escolas (e outros professores), técnicos de municípios envolvidos no Programa Eco-Escolas, assim como outros profissionais ligados à educação ambiental/para a sustentabilidade, tem como objetivos: (i) reunir os professores coordenadores do Programa Eco-Escolas e os técnicos dos municípios envolvidos na educação ambiental, por forma a incentivar a comunicação, possibilitar uma partilha de objetivos comuns e a troca de experiências; (ii) divulgar novos projetos e iniciativas relativas ao Eco-Escolas 2017/2018; (iii) fornecer informação específica relacionada com o tema do ano:  floresta; (iv) fornecer informação científica e pedagógica relativamente a outros temas de trabalho: água, resíduos, energia, alterações climáticas, biodiversidade, geodiversidade, agricultura biológica, alimentação saudável e sustentável etc; (v) debater estratégias referenciais e metodologias em EDS; (vi) proporcionar a participação em ateliers de caráter prático conducentes a um enriquecimento de estratégias em educação ambiental; (vii) debater a metodologia e as estratégias do Programa Eco-Escolas; e (viii) favorecer a troca de experiências através da participação em Fóruns de Debate.

Nos dias 26 e 27 terão lugar os painéis temáticos, assim como os fóruns de discussão interpares (escolas com escolas e autarquias com autarquias) e ateliers práticos do tipo workshops. Este ano haverá um fórum especificamente dedicado às escolas-piloto do projeto Interreg Sudoe ClimACT e que contará com a presença do professor Vítor Manteigas, coordenador Eco-Escolas e coordenador Baixo Carbono na ESTeSL. Estão ainda previstos alguns momentos particularmente interessantes, como é o caso do painel “Construir uma sociedade baixo carbono” que contará com a participação de Marta Almeida, coordenadora do projeto Interreg Sudoe ClimACT, assim como o painel “Estratégias e Referenciais em Educação Ambiental para a Sustentabilidade” que será moderado por Luísa Schmidt e terá como palestrantes, representantes da Agência Portuguesa do Ambiente, da Secretaria de Estado da Educação e da Direção Geral de Educação.

Durante o evento serão ainda apresentados a generalidade dos projetos e desafios desenvolvidos pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) para a rede Eco-Escolas, e onde a ESTeSL tem vindo a participar de forma relevante. No último dia do  Seminário Nacional Eco-Escolas 2018, dia 28 de janeiro, está agendada a visita a diferentes espaços de interesse na cidade de Guimarães.

Associado ao Programa Eco-Escolas e ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) vivenciou alguns dias particularmente intensos no decurso da semana passada.

A Eco-Escola ESTeSL, entre Madrid e Lisboa…

Foi no dia 9 de janeiro que o professor Vítor Manteigas (Coordenador Eco-Escolas e Coordenador Baixo Carbono) rumou até Madrid, em carpool, com colaboradores do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), membros da equipa técnica do projeto ClimACT, para participar no 4th Meeting of the Steering Commitee daquele projeto.

O encontro, que teve lugar no Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas (CIEMAT), nos dias 10 e 11 de janeiro, contou com a participação de todas as entidades europeias que integram o consórcio, nomeadamente: o Instituto Superior Técnico, o ISQ, a Edigreen, a Associação Bandeira Azul da Europa, o CIEMAT, a Universidad de Sevilla, a Université de la Rochelle, a Ville de la Rochelle e a University of Gibraltar. Participaram ainda, tal como a ESTeSL, algumas escolas-piloto de Espanha, França e Gibraltar.

Já em Portugal, no dia 12 de janeiro, as atividades começaram bem cedo com a preparação, em colaboração com os engenheiros Filipe Silva e Ricardo Leandro do ISQ, daquela que foi a reunião permanente do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono, que teve lugar ao início da tarde. A reunião, sendo permanente, contou com a participação exclusiva de representantes da comunidade académica, dentre os quais destacamos os estudantes de Farmácia, Fisioterapia, Imagem Médica e Radioterapia e Saúde Ambiental.

Logo após a reunião, e integrado na celebração dos 37 anos da ESTeSL, foi hasteada a Bandeira Verde, galardão Eco-Escolas atribuído como reconhecimento do trabalho de mérito desenvolvido pela ESTeSL no ano letivo 2016/2017 em prol de uma educação ambiental para a sustentabilidade. Este momento simbólico, mas solene, ficou a cargo dos estudantes Luísa Rios e Pedro Martins, membros do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono.

Por esta ocasião, e com a presença de muitos membros da comunidade académica (estudantes, docentes e não docentes), foi reconhecido o apoio que tem vindo a ser dado pela Presidência da ESTeSL, assim como a relevância de todos para o sucesso das várias iniciativas/atividades que já se concretizaram e daquelas que se avizinham.

Conselho Eco-Escola têm um papel relevante a desempenhar, devendo ser entendido como a força motriz do Programa Eco-Escolas em cada uma das escolas participantes, e deve assegurar a execução dos outros seis passos subjacentes à metodologia própria do Programa, nomeadamente: (i) Auditoria Ambiental; (ii) Plano de Ação; (iii) Monitorização; (iv) Trabalho Curricular; (v) Informação e Envolvimento da Comunidade Local; e (vi) Eco-Código.

As competências do Conselho Eco-Escola passam por: (i) implementar a auditoria ambiental; (ii) discutir o plano de acção; (iii) monitorizar e avaliar as atividades; (iv) e coordenar as formas de divulgação do Programa na escola e comunidade. Cunulativamente, desde que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) passou a integrar o projeto Interreg Sudoe ClimACT, o Conselho Eco-Escola é, cumulativamente, a Comissão Baixo Carbono.

A Comissão Baixo Carbono, tal como o Conselho Eco-Escola, é uma estrutura interna permanente, composta por estudantes (dos nove cursos de licenciatura), docentes, não docentes e outras entidades consideradas relevantes. Deve ser encarado como um fórum para ideias, discussão, propostas, planeamento, monitorização e avaliação e que tem como tarefas: (i) decidir as melhores estratégias para envolver a escola e implementar, monitorizar e avaliar as ações; (ii) definir responsabilidades; e (iii) monitorizar, avaliar e relatar a evolução das condições, comportamentos, conhecimento e competências adquiridas para a economia de baixo carbono na escola.

Hoje tornamos público a constituição do Conselho Eco-Escola e da Comissão Baixo Carbono da ESTeSL para o ano letivo em curso que é, mais uma vez, representativo da comunidade académica (de acordo com o regime de funcionamento) e que integra também elementos da Câmara Municipal de Lisboa, da Escola Superior de Enfermagem de Lisboa, do Jornal “Notícias do Parque”, da Junta de Freguesia do Parque das Nações, da Presidência do Instituto Politécnico de Lisboa (IPL) e dos Serviços de Ação Social do IPL. Esta informação, assim como a constituição da Brigada Baixo Carbono, estará também disponível no sítio institucional da nossa escola, na área dedicada à Política Ambiental (divulgada pela Circular Informativa n.º 27, de 3 de junho de 2011).

Política Ambiental da ESTeSL

Conselho Eco-Escolas | Comissão Baixo Carbono

  • Ana Monteiro, ESTeSL (docente)
  • Ana Sabino, ESTeSL (não docente)
  • António Belo, IPL (Vice-Presidente do IPL)
  • Bela Vilares, ESTeSL (não docente)
  • Catarina Azevedo, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Catarina Pereira, ESTeSL (estudante de Ortóptica)
  • Daniel Parreira, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Daniela Pasat, ESTeSL (estudante de Imagem Médica e Radioterapia)
  • Emília Batista, Câmara Municipal de Lisboa (Divisão de Sensibilização e Educação Ambiental)
  • Graça Andrade, ESTeSL (Vice-Presidente da ESTeSL)
  • Inês César, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Inês Fernandes, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)
  • Inês Ferreira, ESTeSL (estudante de Ortoprotesia)
  • Joana Belo, ESTeSL (docente)
  • Luísa Rios, ESTeSL (estudante de Fisioterapia)
  • Maria Filomena Abreu de Sousa, Escola Superior de Enfermagem de Lisboa (docente)
  • Mariana Custódio, ESTeSL (estudante de Fisiologia Clínica)
  • Mário Patrício, Junta de Freguesia do Parque das Nações (Presidente da Junta de Freguesia)
  • Miguel Meneses, Notícias do Parque (Diretor)
  • Pedro Martins, ESTeSL (estudante de Farmácia)
  • Pedro Rebelo, ESTeSL (docente)
  • Renata Santos, ESTeSL (estudante de Ortóptica)
  • Rita Pereira, ESTeSL (estudante de Dietética e Nutrição)
  • Rui Serrinha, ESTeSL (Associação de Estudantes da ESTeSL – AEESTeSL)
  • Sara Carmezim, ESTeSL (estudante de Ciências Biomédicas Laboratoriais)
  • Sérgio Figueiredo, ESTeSL (docente)
  • Teresa Torres Martins, SAS/IPL (Administradora dos Serviços de Ação Social do IPL)
  • Vítor Manteigas, ESTeSL (docente)
  • Vladimir Silva, ESTeSL (estudante de Saúde Ambiental)

Agora, finalizada que está a constituição do Conselho Eco-Escola e da Comissão Baixo Carbono, importa dar continuidade aos trabalhos que, nesta primeira fase, e tal como havia ocorrido no último ano (primeiro ano associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT), passa pela aplicação de um questionário comportamental à comunidade académica, sendo este um passo de especial relevância para a elaboração do Plano de Ação. É nesse sentido que contamos com a colaboração de toda a comunidade académica (estudantes, docentes e não docentes), no preenchimento do questionário cuja divulgação será garantida muito em breve.




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