Archive for the ‘Geração Depositrão’ Category

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!

Hoje deu-se início a um novo desafio proposto pela equipa de produção da Kuriakos TV e que conta com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) e Coordenador Baixo Carbono no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.

A Eco-Escola ESTeSL na "Vida Verde"
Hoje deu-se início à “Vida Verde“, uma nova rubrica do programa Manhãs na TV, onde se irão promover boas práticas ambientais, assim como divulgar algum do trabalho de mérito que se tem feito de forma continuada ao longo dos últimos anos e que poderá servir de exemplo para melhorar o ambiente.

O mote para este primeiro episódio (que em breve divulgaremos) foi a problemática dos resíduos plásticos e aquilo que estará na sua génese, assim como qual poderá ser o contributo de cada um de nós para obviar este problema. Contudo, e porque se começou por fazer uma “sinopse” do trabalho que temos vindo a fazer nos últimos anos, muito (quase tudo!) ficou por dizer e certamente que iremos, num futuro próximo, recuperar este tema.

Ontem, dia 27 de setembro de 2017, uma comitiva da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), da qual faziam parte estudantes e docentes, representando a comunidade académica, participou em mais um Dia das Bandeiras Verdes, que este ano decorreu em Mafra, onde recebeu o seu sétimo galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde.Dia das Bandeiras Verdes 2017

À semelhança dos anos anteriores, ESTeSL foi responsável por, em conjunto com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, dinamizar uma atividade de fotografias criativas que garantiu animação aos milhares de participantes no Dia das Bandeiras Verdes.

Muito do trabalho desenvolvido ao longo do ano, e que culminou com a atribuição da Bandeira Verde, foi da responsabilidade de estudantes e docentes de Saúde Ambiental, tendo-se recebido ainda os prémios correspondentes aos lugares conseguidos nos projetos/desafios:

O momento mais esperado do dia teve lugar quando a estudante Inês Ferreira, membro do conselho Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono, em representação dos estudantes do curso de licenciatura em Ortoprotesia, recebeu, em nome da ESTeSL, a Bandeira Verde.

A delegação da ESTeSL que se deslocou a Mafra em carpool, regressou a Lisboa já no fim do dia e trouxe na bagagem a sétima Bandeira Verde, perspetivando-se para breve o seu hastear na Praça da Saúde.

Parabéns a toda a comunidade académica, em especial ao Conselho Eco-Escolas e à equipa de docentes e estudantes que têm vindo a contribuir de forma inegável para uma educação ambiental para a sustentabilidade, de mérito, na nossa escola.

Galardão Eco-Escolas (Bandeira Verde 2016-2017)
Já está disponível no portal da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), na área de acesso restrito aos coordenadores do Programa Eco-Escolas, a indicação de que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi novamente reconhecida enquanto Eco-Escola.

Este ano, a atribuição do Galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde, surge também na sequência da nossa participação no projeto Interreg Sudoe ClimACT e de todo o trabalho entretanto desenvolvido. Relembramos ainda que este ano fomos, pela primeira vez, sujeitos à auditoria de qualidade, tornando-nos na primeira instituição de ensino superior a passar por este processo, do qual ainda não sabemos o resultado.

A “aventura” começou ano letivo de 2010/2011 e desde então nunca mais parou.  Este ano conseguiu-se, pelo sétimo ano consecutivo, conquistar mais um galardão que iremos receber no Encontro Nacional “Dia das Bandeiras Verdes“, no dia 27 de setembro, em Mafra.

A atribuição deste sétimo galardão vem reconhecer o trabalho de mérito que temos vindo a desenvolver ao longo destes anos, em prol de uma educação para a sustentabilidade, de qualidade, e que este ano foi também, à semelhança dos anos anteriores, objeto da atribuição de vários prémios (ver “A ESTeSL, a Geodiversidade e a Geração Depositrão, pois então!“).

Parabéns a toda a comunidade académica da ESTeSL e aos membros do Conselho Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono um agradecimento especial, assim como a todos os parceiros que desde 2010 têm contribuído para a concretização deste sonho.

Associado à Geração Depositrão, e para além da atividade criativa em que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi uma das vencedoras, este ano a quantidade de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) encaminhados para destino adequado atingiram valores recorde, um pouco superiores aos registados no ano letivo 2012/2013 (ver também ESTeSL (mais uma vez!) na Geração Depositrão).

ESTeSL garante tratamento adequado a mais de três toneladas de REEE

Do total das mais de 400 escolas que este ano participaram na recolha de REEE, culminando com um total de cerca de 413 toneladas de resíduos, a ESTeSL ficou colocada na décima oitava posição com a entrega de 3669 quilogramas que incluíram resíduos proveninente de um processo de abate de equipamento, assim como algum (muito!) equipamento elétrico e eletrónico, lâmpadas, pilhas e acumuladores portáteis entregues por toda a comunidade académica.

A quantidade de resíduos encaminhados pela ESTeSL, contribuiu ainda para que a ERP Portugal (entidade gestora de REEE) entregasse um donativo de 45€ à Operação Nariz Vermelho. Na edição deste ano, e fruto da parceria estabelecida entre a ERP Portugal e a Operação Nariz Vermelho, no âmbito da Geração Depositrão, as cerca de 413 toneladas recolhidas significaram um donativo total superior a 6000€ (por cada tonelada de resíduos, a ERP Portugal comprometeu-se a doar 15€ à Operação Nariz Vermelho).

E é (também) por isso que aqui vos deixamos três toneladas de “obrigados” a tod@s…

Este foi um ano intenso onde, para além dos Programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, o projeto Interreg Sudoe ClimACT acabou por ocupar algum do nosso tempo e “sorver” muitas das nossas energias.

Entretanto, as notícias associadas à participação da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) em alguns dos projetos e desafios a que nos propusemos este ano começam a chegar.

Já vos havíamos dado conta de que na sequência da participação da ESTeSL no Litter Less Campaign, fomos selecionados para representar Portugal no concurso internacional e acabámos por participar na Missão Litter Less na Reserva Mundial de Surf (Ericeira, Portugal), fruto do trabalho dos estudantes Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho. Agora, findo que está o processo de avaliação de todos os trabalhos submetidos aos diferentes projetos e desafios associados ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, podemos adiantar-vos de que o trabalho desenvolvido pelos estudantes da ESTeSL foi, mais uma vez, objeto de reconhecimento.

Para além da Menção Honrosa atribuída à fotorreportagem “Dejetos na via pública: um problema de saúde pública“, das estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Jéssica Moreira, Laura Fernandes e Suazilene Ferreira, submetida ao Jovens Repórteres para o Ambiente, ficámos a saber por estes dias que mais trabalhos terão sido premiados.

No desafio “Descobre a tua Geodiversidade”, numa parceria entre o Programa Eco-Escolas e o Comité Nacional para o Programa Internacional de Geociência da UNESCO, as estudantes Ana Roque e Patrícia Duarte do terceiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, realizaram uma vídeo-reportagem acerca do geossítio identificado no Bairro da Mata (Vila Franca de Xira), tendo sido um dos trabalhos premiados (ver A Saúde Ambiental aventurou-se no “Descobre a tua Geodiversidade”).

Igualmente premiada foi a fotorreportagem das estudantes do segundo ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental Beatriz Luz, Catarina Nunes e Felícia Silva, realizada para uma das atividades criativas da Geração Depositrão e que abordou a gestão de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos com enfoque naquele que tem sido o papel da ESTeSL em garantir o encaminhamento adequado deste tipo de resíduos, tanto dos resíduos produzidos na escola como os recebidos no Depositrão (ver ESTeSL (mais uma vez!) na Geração Depositrão).

Ao longo dos últimos sete anos, e associado ao Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, temos desafiado os estudantes a realizarem trabalhos, no âmbito (ou não!) de unidades curriculares. Em relação aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, para além das competências a adquirir e desenvolver, associadas ao seu perfil de saída, são desenvolvidas outras competências (as chamadas soft skills) que serão de extrema relevância para qualquer área profissional das profissões de diagnóstico e terapêutica.

Se achas que estes desafios não são para ti, desengana-te!!

Para o próximo ano contamos contigo. “Atira-te” e vem fazer parte de uma equipa vencedora!

Hoje foi um dia particularmente intenso!
Durante toda a tarde, a empresa Renascimento, operador licenciado para os Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) que trabalha com a entidade gestora daquele fluxo de resíduos, a ERP Portugal, esteve connosco a garantir a recolha e encaminhamento adequado das toneladas (admitimos serem toneladas!) que fomos acumulando ao longo de todo o ano.

Geração Depositrão (recolha de REEE por operador licenciado)

Para além da participação na atividade de recolha da Geração Depositrão, garantimos também a participação numa das atividades criativas propostas (reportagem fotográfica sobre o Depositrão e/ou reciclagem de REEE e pilhas na comunidade) destinada ao ensino secundário/profissional e superior.

A fotorreportagem, realizada no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) foi enquadrada pela abordagem teórica dos fluxos específicos de resíduos, nomeadamente os resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) e o segmento de pilhas e acumuladores portáteis.
A recolha de imagens pretende retratar aquela que é a gestão assumida pela ESTeSL para o tipo de resíduos pelos quais a ERP Portugal é uma das entidades gestoras.
Quando os equipamentos elétricos e eletrónicos usados na escola são considerados resíduos (em particular os equipamentos informáticos), procede-se à sua desmontagem pelos funcionários da empresa prestadora de serviços responsável pela instalação e manutenção do parque informático, para que alguns componentes ainda em funcionamento possam vir a ser reutilizados (fotografia 1).
Posteriormente, todos os REEE são acondicionados em local específico até à posterior recolha por operador licenciado e encaminhamento para tratamento adequado, nomeadamente a reciclagem (fotografia 2).
Para além dos resíduos produzidos diretamente pela ESTeSL, toda a comunidade académica (funcionários docentes, não docentes e estudantes), são desafiados a fazer uso do Depositrão para a deposição dos seus próprios REEE (fotografia 3).
Posteriormente, e após formalização do processo junto da entidade gestora (ERP Portugal), os REEE são recolhidos pela empresa Renascimento, operador licenciado para este tipo de resíduos, e encaminhados para reciclagem (fotografia 4).
Atendendo à parceria estabelecida com a Operação Nariz Vermelho, considerou-se relevante enfatizar aquela que é a sua missão, simbolizada pelo vermelho do Depositrão e pelo “Nariz Vermelho” que marca presença nas restantes fotografias da fotorreportagem.




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