Archive for the ‘Geração Depositrão’ Category

Próximos que estamos do período de férias, é chegado o momento da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE) começar a dar a conhecer as escolas e os trabalhos premiados nos vários projetos e desafios dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente.

Depois da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter alcançado a posição 9 de entre as quase 130 escolas que submeteram o seu Póster Eco-Ecódigo na versão digital e que esteve em votação online até ao passado dia 15 de julho, é com muito agrado que damos a notícia de que fomos merecedores de uma menção honrosa na atividade criativa “upcycling: construir um brinquedo, utilizando REEE” da Geração Depositrão.

Honrosa Geração Depositrão

Para a realização do projeto foram utilizados diversos resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e pilhas provenientes do Depositrão da ESTeSL, alguns trazidos pelos próprios estudantes, que foram usados para a construção do brinquedo, que representa um edifício icónico do Parque das Nações, a Torre Vasco da Gama.

Começando pela base que sustenta a estrutura do projeto utilizou-se uma placa encontrada no contentor à porta da escola, que foi pintada de verde e azul para dar a ideia de relva e rio, respetivamente, elementos esses presentes na zona que rodeia a Torre Vasco da Gama. De seguida usou-se um computador pessoal (desktop) para representar o hotel MYRIAD e as teclas de dois teclados para dar uma ideia de janelos do hotel.
Para a torre, utilizaram-se duas extensões, um esterilizador e um transformador, fonte de alimentação de um portátil, encimado pela bandeira de Portugal. Para a estrutura que lhe confere um perfil de vela enfunada, em homenagem aos navios portugueses que saíram do Tejo para descobrir o mundo, utilizaram-se fois de headphones estragados, para as laterais, e o fio de uma das extensões usadas, para o cabo principal. Para dar um toque final, foram utilizadas pilhas e fios que restaram do anterior processo, para fazer a vedação que separa o rio da pista pedonal encontrada no local. Para a concretização do projeto foram utilizados dois teclados, um computador desktop, duas extensões, um transformador, quadro pilhas, um esterilizador, vários fios e uma placa de madeira, tendo-se usado ainda tinta de água, pistola de cola quente e os respetivos tubos de cola, cola líquida, tesoura, papel, impressora e computador.

Os estudantes que participaram na atividade criativa (Adriana Almeida, Gonçalo Ferreira, José Marques e Nuno Alexandre), voluntariaram-se para o efeito, de entre os vários desafios apresentados no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, tendo-lhes sido dada autonomia para a realização do trabalho nas aulas de tipologia teórico-prática.

Somos uma honrosa Geração Depositrão!…

Estamos em plena época de avaliações e a poucos dias de terminar mais um ano de intenso de trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas e do Projeto Interreg Sudoe ClimACT na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), mas ainda com muito para fazer.

Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à efetiva implementação do Programa/Projeto, que culmina com a elaboração do Eco-Código ou Código Climático, apresentamos-vos aquele que é o Eco-Código e o respetivo poster concebido este ano e cujo conteúdo vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação, aprovado no início do ano em reunião plenária do Conselho Eco-Escola/Comissão Baixo Carbono.

Eco-Código 2019 (ESTeSL)

Este é o último Eco-Código (ou Código Climático) apresentado ainda no âmbito também do projeto Interreg Sudoe ClimACT. Contudo, não lhe fazemos referência porquanto no decurso do próximo ano letivo, período no qual este “código de conduta” irá vigorar, o projeto já terá terminado.

Este ano o nosso Poster Eco-Código será submetido a concurso apenas na versão digital, sendo que em breve vos iremos mobilizar para a respetiva votação.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) contribuiu de forma significativa para as mais de 133 toneladas de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) e pilhas em fim de vida, recolhidos em todo o país no âmbito do projeto Geração Depositrão, integrado no Programa Eco-Escolas.

Num contexto nacional, o distrito de Lisboa ocupa o 1.º lugar no ranking do peso recolhido, com mais de 24000 kg de resíduos, com especial destaque para a ESTeSL que recolheu e encaminhou para destino adequado mais de 8,5 toneladas. Desde a adesão da ESTeSL ao Programa Eco-Escolas e ao projeto Geração Depositrão, já foram encaminhados mais de 16500 kg deste tipo de resíduos.

ESTeSL lidera ranking nacional da Geração Depositrão

Na sequência desta conquista, teve lugar uma sessão “Geração Depositrão” que decorreu no passado dia 8 de abril na ESTeSL e que contou com a presença de Filipa Moita (ERP Portugal) e de Eva Freitas (LG Portugal), para a entrega de alguns prémios.

No comunicado à imprensa, o Professor Vítor Manteigas, Coordenador do Programa Eco-Escolas na ESTeSL, defende que “a participação das escolas na Geração Depositrão se reveste de particular importância porquanto acaba por ser promotor de boas práticas ambientais nas instituições de ensino e que tendem a ser replicadas pelos estudantes no seu dia-a-dia, concorrendo para uma economia circular. Para além das campanhas de recolha e encaminhamento para destino adequado deste fluxo de resíduos, as atividades criativas da Geração Depositrão, são igualmente uma oportunidade para que os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa desenvolvam competências relevantes para o seu futuro exercício profissional”.

Filipa Moita, responsável de comunicação da ERP Portugal, sublinhou que “as escolas continuam empenhadas nesta recolha de pilhas e equipamentos elétricos e eletrónicos em fim de vida, garantindo o seu tratamento e reciclagem. A Geração Depositrão continuará no terreno a mobilizar comportamentos e alertar a população para a necessidade e importância de deposição seletiva destes resíduos”.

Para Hugo Jorge, responsável de marketing da LG “A importância da consciencialização para a reciclagem é cada vez mais relevante, sendo um papel não só dos atores diretos como a ERP – que aproveito para felicitar por esta ação continuada há mais de 10 anos – mas também de todas as empresas que, direta ou indiretamente, fazem parte deste ecossistema. A LG tem apoiado esta iniciativa – em parceria com a ERP – no âmbito do seu programa “Choose Smart for a Better Tomorrow” onde diversas ações a decorrer este ano servirão para reforçar esta tomada de consciencialização para o lixo eletrónico – E-Waste.”

A campanha de recolha e encaminhamento de REEE continuará a funcionar até ao final do ano letivo e desafiamos toda a comunidade académica da ESTeSL a fazer uso do Depositrão que se encontra no piso -1, junto à saída do elevador.

Hoje, dia 25 de janeiro de 2019, e após um pedido formal à ERP Portugal, teve lugar na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) mais uma recolha de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) no âmbito das atividades de recolha da Geração Depositrão, garantindo-se assim o encaminhamento adequado de resíduos desta natureza, de diferentes categorias.

Recolha de REEE pela AmbiGroup

Em função do volume de resíduos acumulados, onde se incluem aqueles que a comunidade académica foi colocando no Depositrão da ESTeSL, ainda não se conseguiu garantir a recolha na sua totalidade, havendo ainda muito para encaminhar. Ficaremos à espera da próxima visita da empresa do grupo Ambigroup, que esperemos consiga concluir a recolha daquilo que ainda falta… e que é muito!

Obrigado a todos aqueles que colaboraram para esta campanha, relembrando que o nosso Depositrão continua à espera dos vossos resíduos.

Foi na passada quinta-feira, 4 de outubro de 2018, que uma comitiva da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), da qual faziam parte estudantes e docentes, representando a comunidade académica, participou em mais um Dia das Bandeiras Verdes, que este ano decorreu na cidade de Pombal e onde recebeu o oitavo galardão Eco-Escolas, a Bandeira Verde, atribuído à ESTeSL.

Tal como já havia ocorrido em edições anteriores, a ESTeSL foi responsável por, em conjunto com a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra, dinamizar uma atividade de fotografias criativas que garantiu animação aos milhares de participantes no Dia das Bandeiras Verdes.

Fomos receber mais uma Bandeira Verde...

Muito do trabalho desenvolvido ao longo do ano, e que culminou com a atribuição da Bandeira Verde, foi da responsabilidade de estudantes e docentes de Saúde Ambiental, tendo-se recebido ainda os prémios correspondentes aos lugares conseguidos nos projetos/desafios:

O momento mais esperado do dia teve lugar quando a estudante do curso de licenciatura em Imagem Médica e Radioterapia, Daniela Pasat, membro do conselho Eco-Escolas e da Comissão Baixo Carbono, recebeu a Bandeira Verde, em nome representação de toda a comunidade académica da ESTeSL.

A delegação da ESTeSL que se deslocou a Pombal numa viatura gentilmente cidade pelo Instituto Politécnico de Lisboa, levou consigo a marca do projeto Interreg Sudoe ClimACT e regressou a Lisboa já no fim do dia, trazendo na bagagem aquela que é a sua oitava Bandeira Verde, perspetivando-se para breve o respetivo hastear na Praça da Saúde.

Parabéns a toda a comunidade académica, em especial ao Conselho Eco-Escolas e à equipa de docentes e estudantes que têm vindo a contribuir de forma inegável para uma educação ambiental para a sustentabilidade, de mérito, na nossa escola.

Dia das Bandeiras Verdes 2018 (Pombal)Depois de ter sido tornado público a atribuição de mais uma Bandeira Verde (Galardão Eco-Escolas) à Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), podemos então confirmar a nossa presença, mais uma vez, na cerimónia do Dia das Bandeiras Verdes 2018.

Desde o ano letivo passado que a atribuição do Galardão Eco-Escolas surge também na sequência daquela que tem sido a nossa participação no projeto Interreg Sudoe ClimACT e de todo o trabalho entretanto desenvolvido.

A “aventura” começou ano letivo de 2010/2011 e desde então nunca mais parou. Este ano conseguiu-se, pelo oitavo ano consecutivo, conquistar mais um galardão que uma comitiva representativa da comunidade académica da ESTeSL irá receber no Encontro Nacional “Dia das Bandeiras Verdes”, no dia 4 de outubro, em Pombal,

A atribuição deste oitavo galardão vem reconhecer o trabalho de mérito que temos vindo a desenvolver ao longo destes anos, em prol de uma educação para a sustentabilidade, de qualidade, e que este ano foi também, à semelhança dos anos anteriores, objeto da atribuição de vários prémios (ver  ESTeSL é premiada no desafio “Alimentação Saudável e Sustentável” e ESTeSL volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão).

Parabéns a toda a comunidade académica da ESTeSL!…

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!




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