Archive for the ‘Educação Ambiental’ Category

O vídeo da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) “Porque a água importa!…” garantiu o primeiro lugar (exaequo) no Jovens Repórteres para o Ambiente deste ano, na categoria “Vídeo Campanha”.

Este foi um trabalho das estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL, Catarina Ricardo, Felícia Silva, Inês César e Joana Ferreira, adaptado do trabalho com o qual já haviam participado e sido finalistas do concurso “I LIVE GREEN”, da Agência Europeia do Ambiente, na categoria de Clean Water  (ver  A ESTeSL é finalista do “I LIVE GREEN” e o vosso voto importa!).

Seja consciente… não polua, cuide, poupe ÁGUA! 

Depois de no último ano, uma grande parte do território português ter atravessado um largo período de seca severa, é imperioso ter-se consciência da necessidade de não poluir, de cuidar e de poupar água, um recurso cada vez mais escasso em algumas zonas do território.

A Associação Bandeira Azul da Europa convida toda a comunidade Eco-Escolas a votar no(s) poster(es) Eco-Código que mais forem do vosso agrado para que, em cada escalão, os que vierem a ter mais mais “LIKES” sejam premiados com o Prémio Comunidade Virtual.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), sendo escola-piloto do projeto Interreg Sudoe ClimACT, tem a concurso um poster com o seu Código Climático e o vosso “voto” pode fazer a diferença.

Para poderem contribuir para o sucesso do Código Climático da ESTeSL neste desafio na comunidade virtual, basta terem um perfil registado no Facebook e, depois de acederem ao nosso poster Eco-Código e Código Climático (clicar AQUI), deixar o vosso “LIKE”. Em alternativa poderão “GOSTAR” fazendo uso da imagem incorporada nesta publicação.

Contamos convosco!

Para a realização do projeto submetido ao Concurso Nacional Poster Eco-Código / Código Climático 2018, foi proposto a um grupo específico de estudantes que, no âmbito do Programa Eco-Escolas e unidade curricular de Estágio em Saúde Ambiental I e, em conjunto com o professor responsável, a elaboração de um póster Código Climático em que estivessem contemplados os temas-base no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT (água, resíduos, energia, espaços verdes/floresta, mobilidade e compromisso verde) e pelo menos um dos temas facultativos (alimentação saudável e sustentável), indo de encontro também ao Plano de Ação previamente definido.

Foi pedido a cada um dos membros da Comissão Baixo Carbono que, com a colaboração dos colegas dos respetivos cursos de licenciatura (no caso dos estudantes), sugerissem frases tendo em conta os pressupostos anteriores, visando a criação ou alteração de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente tanto na escola como em casa. As inúmeras frases propostas foram sujeitas a votação e seriação, das quais resultaram as apresentadas no poster.

Este ano, e de forma a garantir uma vinculação efetiva ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, optou-se por fazer-se uso da imagem do projeto, depois da devida autorização por parte de equipa coordenadora. Ambas as etapas foram realizadas sob orientação do professor responsável pelo grupo de trabalho e coordenador Eco-Escolas/Baixo Carbono, e sendo igualmente sujeita à “ratificação” dos elementos do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!

Foi publicada na passada sexta-feira, dia 6 de julho, a Resolução da Assembleia da República n.º 158/2018, que recomenda ao Governo que realize uma avaliação de impacto do programa Eco-Escolas.

No ponto 1 do documento, aprovado no dia 6 de abril, pode ler-se que a Assembleia da República propõe ao Governo que “elabore um estudo de avaliação de impacto do Programa Eco-Escolas, nomeadamente ao nível dos projetos realizados e do seu efeito transformador, e da alteração de atitudes e práticas das comunidades educativas que participaram no programa”.

No ponto dois, a Assembleia da República sugere que “na sequência dos resultados dessa avaliação [proposto no ponto anterior], pondere a expansão da rede Eco-Escolas a todos os agrupamentos de escolas, bem como às instituições de ensino superior”.

A Assembleia da República recomenda ao Governo que realize uma avaliação de impacto do Programa Eco-Escolas

A confirmar-se a sugestão enunciada no ponto 2, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) já leva, pelo menos, oito anos “de avanço”, com trabalho efetivo no âmbito do Programa Eco-Escolas. Esperemos que num futuro próximo, tenhamos muitas mais instituições de ensino superior a integrar a rede Eco-Escolas.

O Programa Eco-Escolas da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) voltou a marcar presença na rubrica “Vida Verde” do programa “Manhãs na TV” da Kuriakos TV, com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e coordenador Baixo Carbono, no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.
Nesta segunda participação, que teve lugar no passado mês de junho, voltou-se a abordar os resíduos e os resíduos de plástico e a urgência em “desplastificar” o Planeta.

De acordo com o Relatório do Estado do Ambiente, em 2017 cada cidadão em Portugal continental produziu 1,32 quilogramas de resíduos por dia, perfazendo um total de 4,75 milhões de toneladas anuais, correspondendo a um aumento de cerca de 2,3% face aos valores registados em 2016.

A maior das grandes ilhas de plástico do Pacífico, formadas a partir de resíduos aglomerados pelas correntes oceânicas, tem uma área correspondente a cerca de 17 vezes a área de Portugal. É urgente “desplastificar” o Planeta!

Hoje, dia 8 de junho, na celebração do Dia Mundial dos Oceanos, deixamos algumas sugestões para que se mantenham informados e em alerta para as questões da poluição nos mares e oceanos.

Sugestões para o Dia Mundial dos Oceanos

Sugerimos o visionamento de seis documentários sobre o ambiente marinho que se diz serem histórias polémicas, verdadeiras e inspiradoras, sendo temas que precisam ser falados, debatidos e divulgados para que a mensagem de como podemos minimizar os efeitos devastadores que potenciam as alterações climáticas possa ser entendida e colocada em ação.

Deixamos ainda uma sugestão de leitura para o mês de junho. Falamos da edição deste mês da National Geographic, cuja capa é já considerada uma das melhores e mais impactantes de sempre, e que por si só acaba por ser reveladora do tema em destaque.

Planet or Plastic? is National Geographic’s multiyear initiative aimed at raising awareness about the global plastic crisis and reducing the amount of single-use plastic that enters the world’s oceans. Using the power of storytelling and science, National Geographic is encouraging its audiences around the world to help tackle the crisis, beginning with the release of the June issue of National Geographic magazine, which takes an in-depth look at the impact of plastic on ocean health and is available on newsstands now. The multiyear effort includes a major research and scientific initiative; a continued consumer education and engagement campaign; updated internal corporate sustainability commitments; and innovative partnerships with like-minded corporations and non-governmental organizations from all over the world.

 

Hoje, a propósito do Dia Mundial do Ambiente, onde o tema é os plásticos e a “poluição plástica”, deixamos aqui o artigo “ironicamente” de opinião, escrito pelos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), Pedro Pena e Cristiana Costa, que lhes valeu a participação enquanto Jovens Repórteres para o Ambiente na Missão Rock in Rio, que terá lugar entre os dias 28 de junho e 1 de julho.

Com base nas poucas vivências, na inocência da tenra idade de pouco mais que um século empreendedor, uma noção de realidade irreverente às (novas) normas sociais em vigor: “gastar plástico”.

O plástico!…

São indiscutíveis as vantagens da sua utilização. A hipocrisia não tem limite neste tema devido às “desculpas” que ninguém clama ter para tão grande “problema”, a seus olhos.

Pois bem, um descarte de responsabilidade, e um “punhado” de velhos costumes (e como há “modas” que nunca se perdem), mais fácil é atirar um saco de plástico ao chão, que o separar para fins de reciclagem.

O teu plástico não me é estranho

Não julguemos o pobre indivíduo que tão arduamente procurou pela forma mais sensata de se desfazer do produto. Julguemos antes as alterações climáticas! Se não fosse essa “invenção” dos ambientalistas, ninguém reclamaria de ação tão simples e que tão pouco mal faz ao mundo. “Um saco de plástico é só um saco de plástico!”

Tanta poesia numa frase tão simples. Analisemos as metáforas presentes em cada palavra e ignoremos a quantidade de animais extintos, por exemplo. Estes não são nada comparado com a supremacia do Homem! Ignoremos a desertificação, a fome, a dizimação de culturas e o assassinato da verdade. Tudo mentiras! Preferíveis são os interesses do Homem, seguir tendências. Curioso que salvar o mundo do Homem nunca foi tendência. Talvez porque nunca houve necessidade, dizem os eruditos na matéria.

O ignorante ainda diz que é impossível uma ilha de plástico no meio do oceano. Tem toda a razão, até parece que a ida ao espaço alguma vez foi possível! Calúnias! Foquemo-nos no importante, deixemo-nos de atrocidades e preparem-se os “ricos”, que as políticas de sustentabilidade são completamente desnecessárias e poluir é um direito.

(In)feliz do Homem que assim pensa. Que a ironia não sirva de sátira à verdade, mas reforce o bom senso. “Um saco de plástico é só um saco de plástico”. Então que o Homem seja Homem e assuma a sua responsabilidade para com a Natureza que o sustenta.




Introduza o seu e-mail


Julho 2018
S T Q Q S S D
« Jun    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  
Categorias
Parceiros