Archive for the ‘Desenvolvimento Sustentável’ Category

Integrada na DOCLISBOA’17, e promovido pela ZERO — Associação Sistema Terrestre Sustentável e o The Climate Reality Project Portugal, irá ter lugar no próximo dia 26 de outubro, no Grande Auditório da Culturgest, a estreia em Lisboa do filme An Inconveniente Sequel: Truth of Power (Uma Sequela Inconveniente: a Verdade ao Poder), de Al Gore.

An inconveniente Sequel: Truth of Power, de Al Gore

A sessão será precedida da intervenção em vídeo de Al Gore e contará ainda com a participação de Manuel Heitor, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e de José Mendes, Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente. Posteriormente, depois do visionamento do filme, haverá um pequeno debate com João Camargo (Climáximo), Júlia Seixas (Climate-KIC, CENSE, UNL), Sérgio Ribeiro (Climateers) e Sónia Balacó (actriz, activista ambiental), com moderação de Francisco Ferreira (ZERO)

Uma década após An Inconvenient Truth ter trazido as alterações climáticas para o cerne do imaginário popular, chega a continuação que mostra o quão próximo estamos de uma verdadeira revolução energética. Al Gore prossegue a sua luta incansável.

An Inconveniente Sequel: Truth of Power, um filme documentário realizado por Bonni Cohen e Jon Shenk que acompanha a jornada épica do ex-Vice-Presidente dos EUA e Prémio Nobel da Paz na sua missão planetária de enfrentar o problema e persuadir os líderes mundiais a investir em energias renováveis, esforços que culminaram na assinatura do histórico Acordo de Paris em 12 de dezembro de 2015.

Teve lugar ontem, dia 10 de outubro, no Palácio Marqueses da Praia e Monforte, no Parque Adão Barata em Loures, uma reunião do Interreg Sudoe ClimACT, com o objetivo de esclarecer dúvidas e apresentar o desenvolvimento do projeto a todas as escolas piloto da região de Lisboa.

ESTeSL participa em reunião do projeto Interreg Sudoe ClimACT

A reunião contou com a presença de elementos da equipa do projeto Interreg Sudoe ClimACT, nomeadamente do Instituto Superior Técnico (que coordena) e da Associação Bandeira Azul da Europa, assim como da Câmara Municipal de Loures na qualidade de membro do Conselho Consultivo, sendo, para todos os efeitos, o concelho ao qual pertencem a maioria das escolas portuguesas participantes no projeto.

Tendo em conta o objetivo da reunião, a presença das escolas era um imperativo. Para além da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) que se fez representar pelo professor Vítor Manteigas, coordenador Eco-Escolas e coordenador Baixo Carbono, participaram ainda a EB1 do Prior Velho, que se fez acompanhar pela Escola Secundária de Sacavém na qualidade de sede de agrupamento, a EB23 Maria Veleda, a EB23 General Humberto Delgado e a Escola Secundária José Cardoso Pires, faltando apenas a EB23 Mário de Sá Carneiro.

Para além de se ter feito um ponto de situação, relativamente às atividades entretanto desenvolvidas, tanto pela equipa do projeto como pelas escolas ClimACT (dando-se ênfase às boas práticas), foram elencados os momentos e respetivas ações a considerar para o ano letivo em curso, cujo cumprimento irá garantir, para além de outros inúmeros benefícios para as escolas, a continuidade da atribuição do Galardão Eco-Escolas.

Posto isto, novas atividades e novos desafios se avizinham para os elementos da Comissão Baixo Carbono/Conselho Eco-Escolas, para a Brigada Baixo Carbono e, naturalmente, para toda a comunidade académica da ESTeSL-IPL.

Na próxima sessão das “Conversas na Aldeia Global“, dedicadas ao caminho para um futuro sustentável e à Agenda 2030, que terá lugar já amanhã, dia 14 de setembro, às 21h30m, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, com moderação de Vasco Trigo, Luísa Schmidt irá falar sobre “Ambientes de Mudança

Conversas na Aldeia Global | Futuro Sustentável: Ambientes de Mudança, com Luísa Schmidt

Pretende-se discutir em que medida estão a surgir «Ambientes de Mudança» e com enfoque nas nove áreas do ambiente abordadas no seu mais recente livro — águas, resíduos, ar, alterações climáticas, energia, território, conservação da Natureza, mar e cidadania.

Numa perspetiva ambiental, recuperam-se alguns dos problemas que compõem as agendas nacionais e internacionais e de difícil resolução, caso dos grandes incêndios deste verão que cíclica e tragicamente devastam o país, da poluição dos rios, da ocupação do litoral ou da suburbanização imparável.

Luisa Schmidt é investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde leciona e desenvolve vários projetos que articulam ciências sociais e ambiente. Membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do European  Environment Advisory Council. Faz parte do núcleo de fundadores do OBSERVA: Observatório de Ambiente, Sociedade e Opinião Pública. É autora da série televisiva «Portugal, um Retrato Ambiental» e de diversos livros na área do ambiente. Com a coluna «Qualidade Devida» que mantém no Jornal Expresso desde 1990, tem contribuído para a divulgação e debate dos problemas ambientais.

Em pleno Dia Mundial do Ambiente, evento que se celebra anualmente a 5 de junho e que tem como objetivo alertar as populações e os governos para a necessidade de garantir a proteção e a preservação do ambiente, divulgamos o nosso Eco-Código que é cumulativamente o Código Climático, dando assim cumprimento a uma das atividades previstas no projeto ClimACT (#InterregSudoeClimACT).

Poster Eco-Código e Código Climático da ESTeSL (2017)
Estamos a pouco dias de começar uma longa época de avaliações (último momento de avaliação e exames) e a semanas de terminar mais um ano de intenso trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas e do projeto Interreg Sudoe ClimACT na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à sua efetiva implementação, que culmina com a elaboração e divulgação do Eco-Código | Código Climático (Conselho Eco-Escola/Comissão Baixo Carbono, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Monitorização, Trabalho Curricular, Informação e Envolvimento da Comunidade Local e, por último, Eco-Código/Código Climático), apresentamos-vos aquele que é o Poster Eco-Código e Código Climático concebido este ano e cujo conteúdo vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação.

Feliz Dia Mundial do Ambiente!…

Interreg Sudoe ClimACT (webpage)

O Interreg Sudoe ClimACT já tem disponível uma webpage dedicada especificamente ao projeto, a partir da qual poderão, de forma complementar à página do Facebook, seguir todas as atividades e ficar a saber um pouco mais acerca da “transição para uma economia de baixo carbono nas escolas” e onde a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) surge como uma das escolas piloto.

Relembramos que o ClimACT encontra-se alicerçado em quatro linhas de atuação, nomeadamente: (i) desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão que permitirão às escolas aumentar sua eficiência energética, através da gestão inteligente de recursos, energias renováveis e alteração de comportamentos; (ii) desenvolvimento de modelos de negócio e de novas estratégias de gestão energética para as escolas; (iii) desenvolvimento de ferramentas educacionais para a sensibilização em baixo carbono; e (iv) criação de uma rede temática/Living Lab na região SUDOE (Sudoeste Europeu) para promover a consciencialização e capacitação, tendo sido submetido ao programa Interreg SUDOE, que visa promover a cooperação transnacional para resolver problemas comuns às regiões do Sudoeste Europeu, estando entretanto aprovado e inserido no eixo prioritário “Economia de Baixo Teor de Carbono”.

Ontem, dia 7 de abril, na celebração do Dia Mundial da Saúde (e associado ao “Dia Eco-Escolas”), a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) saiu à rua numa iniciativa integrada no Programa Eco-Escolas e no projeto Interreg Sudoe ClimACT, que abordou questões associadas, naturalmente, à saúde e ao tema deste ano («Depressão. Vamos falar!»), assim como à mobilidade sustentável.

Rota Eco-Escolas... mexa-se, pela sua saúde e por uma mobilidade sustentável!

Na iniciativa “Let’s Talk and Walk“, para além do exercício físico decorrente da caminhada de 4 quilómetros na qual participaram docentes das áreas cientificas de Saúde Ambiental, Matemática e Física, assim como um número significativo de estudantes, que aproveitaram a ocasião para se conhecerem melhor e, por exemplo, identificarem interesses comuns,  identificaram-se também situações passíveis que criar constrangimentos a uma mobilidade sustentável. Para este efeito, as estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL Ana Roque e Patrícia Duarte, adaptaram uma lista de verificação que os participantes na caminhada usaram de forma a identificar eventuais constrangimentos a uma mobilidade sustentável.

A iniciativa “Rota Eco-Escolas“, coordenada pela ABAE | Programa Eco-Escolas, integra-se no tema mobilidade sustentável  e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das crianças e jovens, professores, encarregados de educação, assistentes e auxiliares, na deteção de problemáticas na mobilidade em redor do edifício da escola e em todo o restante concelho. Pretende-se com a iniciativa que a população seja mais interventiva na comunidade local, e que seja estabelecido contacto mais direto com o município.

O desafio “Rota Eco-Escolas“, consiste em assinalar na plataforma SIG da Rota da Mobilidade as sugestões de melhoria ao nível da mobilidade do município.

Associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, do qual a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) faz parte, sendo uma das 35 escolas participantes, tem estado a decorrer, nesta semana, a avaliação da qualidade do ar interior. Em Portugal, e no distrito de Lisboa, esta é a terceira escola do projeto Interreg Sudoe ClimACT que é objeto deste tipo de avaliação, depois da escola EB1/JI do Prior Velho e da escola EB23 Maria Veleda.

Avaliações de Qualidade do Ar Interior na ESTeSL

A qualidade do ar interior (tal como os resíduos, a energia, a água, os transportes, os espaços verdes e o compromisso verde) é uma dimensão objeto de avaliação no âmbito do projeto, sendo que a metodologia associada a esta atividade pressupõe a determinação em contínuo, e durante toda a semana de aulas, em duas salas que sejam representativas das salas existentes na escola, de alguns parâmetros (por exemplo, temperatura, humidade relativa, matéria particulada, dióxido de carbono, compostos orgânicos voláteis, dentre outros).

Os equipamentos foram instalados na segunda-feira de madrugada, ainda antes do início das aulas, e serão retirados na sexta-feira, após o término de todas as aulas que decorrerão nesta semana e nas salas objeto de avaliação. Assim, se encontrarem equipamentos estranhos… não estranhem!




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