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Hora do Planeta 2017

Ainda antes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter aderido formalmente ao Programa Eco-Escolas, que a celebração da Hora do Planeta tem vindo a ser uma prática recorrente, seja desligando apenas as luzes ou, já enquanto Eco-Escola, dinamizando algumas atividades que podem ser consultadas na categoria Hora do Planeta.

Se a Hora do Planeta, iniciativa promovida pela WWF, é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global, importa agora garantir que cada um de nós, individualmente, assuama um papel relevante e parta para a ação.

Hora do Planeta 2017, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, começando na Austrália e percorrendo todo o globo terrestre, acontecerá no dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

JUNTA-TE A NÓS!

Está a chegar a Hora e tu não podes ficar indiferente.
No dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, desliga as luzes e mostra o teu compromisso para com o Planeta.
Seja onde for, ILUMINA ESTA IDEIA!

Teve lugar esta tarde, dia 23 de fevereiro, uma reunião permanente do Conselho Eco-Escolas e, cumulativamente, da Comissão Baixo Carbono da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Esta reunião, exclusivamente com conselheiros da comunidade académica, contou com a participação da professora Graça Andrade, Vice-Presidente da ESTeSL (conselheira representante da Presidência), para além dos coordenadores do Programa Eco-Escolas, professores Ana Monteiro e Vítor Manteigas (igualmente Coordenador Baixo Carbono), assim como de representantes dos estudantes dos diferentes cursos de licenciatura, representantes dos docentes e representantes dos funcionários não docentes. Tendo em conta a integração da ESTeSL no projeto ClimACT, foram convidados a participar na reunião, os elementos da Brigada Baixo Carbono. No decurso da reunião, foi apresentada a metodologia do Programa Eco-Escolas, assim como o projeto ClimACT, tendo sido enfatizado o paralelismo entre ambos e o facto de que nos próximos anos o trabalho desenvolvido no âmbito do Programa Eco-Escolas estar associado ao projeto ClimACT. Foi feita também uma apresentação sumária dos resultados do questionário comportamental aplicado a toda a comunidade académica e que, em conjunto com a auditoria ambiental e energética a realizar em breve, irá contribuir para a definição do Plano de Ação.

Reunião da Comissão Baixo Carbono da ESTeSL (Projeto ClimACT)

Tendo em conta a relevância do projeto ClimACT, enquanto promotor da transição para uma economia de baixo carbono na ESTeSL, que implicará o envolvimento de todos (sem exceção!), é expectável ter-se em breve (em data ainda a determinar), uma sessão aberta a toda a comunidade académica e onde se espera poder contar com a presença dos conselheiros externos, para uma apresentação pública do ClimACT.

Associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, teve lugar nos passados dias 26 e 27 de janeiro, na Escuela Técnica Superior de Ingeniería de Sevilla, da Universidade de Sevilha, o segundo encontro de parceiros que contou com representantes do Instituto Superior Técnico (IST), do Instituto de Soldadura e Qualidade, da Edigreen, da Associação Bandeira Azul da Europa (Portugal), do Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas, da Universidad de Sevilla (Espanha), da Université de la Rochelle, da Ville de la Rochelle (França) e da University of Gibraltar (Gibraltar).

Eco-Escola ESTeSL participa em reunião internacional do projeto Interreg Sudoe ClimACT

A equipa portuguesa, que saiu de Lisboa em carpool, integrou também elementos da comunidade académica da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), nomeadamente o professor Vítor Manteigas, Coordenador Eco-Escolas/Coordenador Baixo Carbono da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que está a desenvolver o seu projeto de doutoramento no IST, associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, assim como o estudante de Saúde Ambiental Carlos Pina que, no decurso do seu estágio em Saúde Ambiental do primeiro semestre (que teve lugar do Campus Tecnológico e Nuclear do IST), desenvolveu trabalho associado à metodologia a utilizar nas auditorias energéticas e ambientais às escolas piloto do projeto, para as dimensões “transportes”, “compras verdes” e “espaços verdes”, fazendo com que a Eco-Escola ESTeSL acabasse por estar representada no encontro.

Para mais informações, ver também ESTeSL na “luta” pela transição para uma economia de baixo carbono (ClimACT)Equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT de visita à ESTeSL e A ESTeSL, o projeto ClimACT e as Eco-Escolas.

A equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT (ver ESTeSL na “luta” pela transição para uma economia de baixo carbono) já começou a fazer as visitas preparatórias para as auditorias energéticas e ambientais.

Equipa portuguesa do projeto Interreg Sudoe ClimACT de visita à ESTeSL

Foi durante a manhã de hoje que elementos da Instituto de Soldadura e Qualidade visitaram a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), tendo sido recebidos e acompanhados pela Dra. Ana Sabino, membro do Conselho Eco-Escolas (e cumulativamente da Comissão Baixo Carbono) e responsável pelo Serviço de Instalações, Infra-Estruturas e Equipamentos da ESTeSL, assim como pelo professor Vítor Manteigas, Coordenador Eco-Escolas e Coordenador Baixo Carbono.

Esta visita inicial possibilitou a identificação de alguns fatores relevantes a ter em consideração para a auditoria energética e ambiental que irá ter lugar numa fase posterior e que incidirá sobre as questões de, por exemplo, iluminação, climatização, ventilação, qualidade do ar interior, gestão de resíduos, água, transportes, espaços verdes e green procurement.

Foi tendo em conta o trabalho que a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) tem vindo a desenvolver no âmbito do Programa Eco-Escolas (recordamos que somos Eco-Escolas desde o ano letivo 2010/2011), que fomos escolhidas para integrar o conjunto de 35 instituições de ensino dos países participantes no projeto Interreg Sudoe ClimACT (ClimACT, Acting for the transition to a low carbon economy in schools – development of support tools), apresentado no passado mês de outubro de 2016, no Palácio Marqueses da Praia, em Loures.

Projeto Interreg Sudoe ClimACT

As instituições escolhidas farão parte da amostra deste projeto que pretende apoiar a transição para uma economia de baixo carbono nas escolas, sendo a ESTeSL uma das 9 instituições portuguesas e a única a nível de ensino superior.

Na reunião de apresentação estiveram presentes a Dra. Ana Sabino (Divisão de Gestão de Infra-Estruturas, Instalações e Equipamentos da ESTeSL) e a Prof.ª Ana Monteiro (Área Científica de Saúde Ambiental), membros do Conselho Eco-Escolas da ESTeSL.

O projeto ClimACT encontra-se alicerçado em quatro linhas de atuação, nomeadamente: (i) desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão que permitirão às escolas aumentar sua eficiência energética, através da gestão inteligente de recursos, energias renováveis e alteração de comportamentos; (ii) desenvolvimento de modelos de negócio e de novas estratégias de gestão energética para as escolas; (iii) desenvolvimento de ferramentas educacionais para a sensibilização em baixo carbono; e (iv) criação de uma rede temática/Living Lab na região SUDOE (Sudoeste Europeu) para promover a consciencialização e capacitação, tendo sido submetido ao programa Interreg SUDOE, que visa promover a cooperação transnacional para resolver problemas comuns às regiões do Sudoeste Europeu, estando entretanto aprovado e inserido no eixo prioritário “Economia de Baixo Teor de Carbono”.

A coordenação do projeto estará a cargo do Centro de Ciências e Tecnologias Nucleares (C2TN), unidade de investigação do Instituto Superior Técnico (IST), sendo o consórcio constituído por outras entidades europeias: o IST, o Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ), a  Edigreen e a Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE), de Portugal; o Centro de Investigaciones Energéticas, Medioambientales y Tecnológicas (CIEMAT) e a Universidad de Sevilha, de Espanha; a Université de la Rochelle e a Ville de la Rochelle, de França; e a University of Gibraltar, do Reino Unido (Gibraltar).

Com uma duração de três anos, o projeto ClimACT será coordenado na ESTeSL pelo Prof. Vítor Manteigas (docente da área científica de Saúde Ambiental e coordenador do Programa Eco-Escolas na ESTeSL) e contará com o envolvimento de toda a comunidade académica.

Foi no âmbito da unidade curricular de Saúde Ambiental do primeiro ano do Curso de Licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), que as estudantes Ana Rita Marques, Feliciana Camoço, Marta Silva e Susana Camala, realizaram um trabalho em formato de vídeo-reportagem onde são abordados os consumos energéticos na escola e apresentadas algumas das medidas que têm vindo a ser assumidas de forma a minimizar os respetivos consumos.

O trabalho “CONSUMOS ENERGÉTICOS… conhecer e melhorar as práticas da ESTeSL“, que contou com a colaboração da Dra. Ana Sabino, responsável pelo Serviço de Instalações, Infra-Estruturas e Equipamentos da ESTeSL, foi submetido ao Eco-Repórter da Energia (um concurso inserido no Programa Eco-Escolas), tendo garantido o terceiro lugar a nível nacional.

Parabéns às estudantes!

No decurso dos últimos anos, a Educação para o Desenvolvimento Sustentável tem vindo a fazer parte, de forma enfatizada e um pouco por todo o mundo, dos discursos associados ao ensino.

A Organização das Nações Unidas, ao designar o período de 2005 a 2014 como a Década da Educação para o Desenvolvimento Sustentável, procurou trazer à tona a necessidade dos agentes políticos e profissionais da educação encontrarem formas pelas quais a Educação para o Desenvolvimento Sustentável poderia tornar-se parte integrante da educação.

As condições do edifício e das salas de aula de uma escola, assim como os recursos existentes, e desejados no contexto do desenvolvimento sustentável, podem ser uma importante área de ação e reflexão para os estudantes.

Os edifícios escolares consomem uma parte significativa do total de energia consumida na Europa e representam mais de 12% do consumo nos edifícios do setor terciário. A fatura energética é tipicamente a segunda mais significativa, logo a seguir aos custos com o pessoal sendo por isso imperativo que as escolas desenvolvam estratégia de forma a reduzir os consumos energéticos.

Estamos a pouco dias (semanas!) de terminar mais um ano de intenso trabalho associado à implementação do Programa Eco-Escolas na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL). Após a adoção da metodologia de trabalho subjacente à efetiva implementação do Programa, que culmina com a elaboração do Eco-Código (Conselho Eco-Escola, Auditoria Ambiental, Plano de Ação, Monitorização, Trabalho Curricular, Informação e Envolvimento da Comunidade Local e Eco-Código), apresentamos-vos aquele que é o Eco-Código e o respetivo Poster Eco-Código ESTeSL concebido este ano e cujo conteúdo (“código de conduta”) vai de encontro àquilo que havia sido definido no Plano de Ação, aprovado no início do ano em reunião plenária do Conselho Eco-Escola e decorrente da Auditoria Ambiental.

Poster Eco-Código ESTeSL (2016)

A “eco-árvore” apresenta como “frutos” o Programa Eco-Escolas e os nove cursos de licenciatura ministrados na ESTeSL (representando o compromisso da ESTeSL para com a educação para a cidadania e para o desenvolvimento sustentável e a relevância do envolvimento de todos os estudantes de todos os cursos, nestes processos). O póster é encimado pelo mandamento que atribui a cada um dos elementos da comunidade académica a responsabilidade pela mudança que urge fazer (“Não esperes pela mudança. TU ÉS A MUDANÇA que precisas e este é o teu… ECO-CÓDIGO!”). Os restantes mandamentos estão associados aos ramos e troncos da “eco-árvore”, sendo que a maioria das frases está na parte inferior, simbolizando de alguma forma as raízes, condição necessária para alimentar e fazer perdurar a “eco-árvore”.




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