Archive for the ‘Cidadania’ Category

Na próxima sessão das “Conversas na Aldeia Global“, dedicadas ao caminho para um futuro sustentável e à Agenda 2030, que terá lugar já amanhã, dia 14 de setembro, às 21h30m, no Auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras, com moderação de Vasco Trigo, Luísa Schmidt irá falar sobre “Ambientes de Mudança

Conversas na Aldeia Global | Futuro Sustentável: Ambientes de Mudança, com Luísa Schmidt

Pretende-se discutir em que medida estão a surgir «Ambientes de Mudança» e com enfoque nas nove áreas do ambiente abordadas no seu mais recente livro — águas, resíduos, ar, alterações climáticas, energia, território, conservação da Natureza, mar e cidadania.

Numa perspetiva ambiental, recuperam-se alguns dos problemas que compõem as agendas nacionais e internacionais e de difícil resolução, caso dos grandes incêndios deste verão que cíclica e tragicamente devastam o país, da poluição dos rios, da ocupação do litoral ou da suburbanização imparável.

Luisa Schmidt é investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde leciona e desenvolve vários projetos que articulam ciências sociais e ambiente. Membro do Conselho Nacional de Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e do European  Environment Advisory Council. Faz parte do núcleo de fundadores do OBSERVA: Observatório de Ambiente, Sociedade e Opinião Pública. É autora da série televisiva «Portugal, um Retrato Ambiental» e de diversos livros na área do ambiente. Com a coluna «Qualidade Devida» que mantém no Jornal Expresso desde 1990, tem contribuído para a divulgação e debate dos problemas ambientais.

Litter Less Campaign é um projeto internacional coordenado pela Foundation for Environmental Education (FEE), que desafia jovens de 9 países da rede Jovens Repórteres para o Ambiente a observar, interpretar, reportar e encontrar soluções mais sustentáveis para a problemática dos resíduos e que em Portugal vai já na sua terceira edição.

Depois das participações anteriores (ver #LitterLessCampaign), este ano os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, decidiram explorar um dos problemas ambientais que assolam a orla costeira portuguesa, realizando uma pequena vídeo-reportagem sobre os resíduos de cigarros e as nossas praias (Beatas no chão… NÃO!), entretanto submetida a concurso.

Estima-se que por minuto, o mercado mundial produza perto de 11 milhões de cigarros para dar resposta ao consumo de cerca de 4,5 triliões de cigarros em todo o mundo. Em Portugal, são vendidos mil milhões de cigarros por mês e, assumindo-se que 30% das beatas destes cigarros vão parar ao chão, significa que teremos, a cada minuto, mais 7000 beatas nas ruas portuguesas. Atualmente, sabe-se que as beatas de cigarro são o resíduo que podemos encontrar em maior quantidade nas nossas praias, sendo que as micropartículas, assim como os metais pesados existentes nas beatas, tendem a entrar num ciclo que afeta todo o ecossistema: terra, mar, ar e naturalmente, os animais e os seres humanos. Por todos estes motivos, importa sensibilizar a população em geral, e os fumadores em particular, fazendo-se o diagnóstico daquela que é a realidade nas praias portuguesas, identificando as causas e apontando soluções que tendem a ser estruturais mas que implicam, invariavelmente, a educação para a cidadania.

Ontem, dia 7 de abril, na celebração do Dia Mundial da Saúde (e associado ao “Dia Eco-Escolas”), a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) saiu à rua numa iniciativa integrada no Programa Eco-Escolas e no projeto Interreg Sudoe ClimACT, que abordou questões associadas, naturalmente, à saúde e ao tema deste ano («Depressão. Vamos falar!»), assim como à mobilidade sustentável.

Rota Eco-Escolas... mexa-se, pela sua saúde e por uma mobilidade sustentável!

Na iniciativa “Let’s Talk and Walk“, para além do exercício físico decorrente da caminhada de 4 quilómetros na qual participaram docentes das áreas cientificas de Saúde Ambiental, Matemática e Física, assim como um número significativo de estudantes, que aproveitaram a ocasião para se conhecerem melhor e, por exemplo, identificarem interesses comuns,  identificaram-se também situações passíveis que criar constrangimentos a uma mobilidade sustentável. Para este efeito, as estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL Ana Roque e Patrícia Duarte, adaptaram uma lista de verificação que os participantes na caminhada usaram de forma a identificar eventuais constrangimentos a uma mobilidade sustentável.

A iniciativa “Rota Eco-Escolas“, coordenada pela ABAE | Programa Eco-Escolas, integra-se no tema mobilidade sustentável  e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das crianças e jovens, professores, encarregados de educação, assistentes e auxiliares, na deteção de problemáticas na mobilidade em redor do edifício da escola e em todo o restante concelho. Pretende-se com a iniciativa que a população seja mais interventiva na comunidade local, e que seja estabelecido contacto mais direto com o município.

O desafio “Rota Eco-Escolas“, consiste em assinalar na plataforma SIG da Rota da Mobilidade as sugestões de melhoria ao nível da mobilidade do município.

Hora do Planeta 2017

Ainda antes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter aderido formalmente ao Programa Eco-Escolas, que a celebração da Hora do Planeta tem vindo a ser uma prática recorrente, seja desligando apenas as luzes ou, já enquanto Eco-Escola, dinamizando algumas atividades que podem ser consultadas na categoria Hora do Planeta.

Se a Hora do Planeta, iniciativa promovida pela WWF, é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global, importa agora garantir que cada um de nós, individualmente, assuama um papel relevante e parta para a ação.

Hora do Planeta 2017, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, começando na Austrália e percorrendo todo o globo terrestre, acontecerá no dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

JUNTA-TE A NÓS!

Está a chegar a Hora e tu não podes ficar indiferente.
No dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, desliga as luzes e mostra o teu compromisso para com o Planeta.
Seja onde for, ILUMINA ESTA IDEIA!

Hora do Planeta 2016Ainda antes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter aderido formalmente ao Programa Eco-Escolas, que a celebração da Hora do Planeta tem vindo a ser uma prática recorrente, seja desligando apenas as luzes ou, já enquanto Eco-Escola, dinamizando algumas atividades que podem ser consultadas na categoria Hora do Planeta.

Se a Hora do Planeta, iniciativa promovida pela WWF, é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global, importa agora garantir que cada um de nós, individualmente, parta para a ação.

Hora do Planeta 2016, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, começando na Austrália e percorrendo todo o globo terrestre, acontecerá no dia 19 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

Este ano queremos que tu, sim tu!!… Queremos que tu tenhas um papel ativo nesta iniciativa. Em casa, na rua, seja onde for, celebra a Hora do Planeta (e o Dia do Pai) à luz daquela que é A Melhor Vela do Mundo com kits “De Fio a Pavio” e mostra-nos como o fizeste. Regista o momento e partilha-o connosco… aqui!

No dia 19 de março, durante a Hora do Planeta, desliga-te e mostra-nos como foi.

I DO BELIEVE!... #COP21Irá ter lugar em Paris, entre os próximos dias 30 de novembro e 11 de dezembro, a Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (COP21).

As alterações climáticas apresentam-se como a maior ameaça ambiental do século XXI, com implicações significativas tanto a nível económico, social e, naturalmente, ambiental, razão pela qual as consequências serão (e são!) sentidas de forma transversal pelo cidadão comum, empresas, governos, economia e pelos ecossistemas.

Se é verdade que as alterações climáticas sempre se têm verificado ao longo da existência do planeta Terra, também é verdade que nos últimos anos, nomeadamente desde a revolução industrial, o ritmo dessas mudanças tem ocorrido de forma mais célere e perspetiva-se que tome proporções alarmantes (mais!) se não forem tomadas medidas.

Fenómenos como as ondas de calor (e secas), vagas de frio e catástrofes “naturais” são  cada vez mais frequentes, e as consequentes daí decorrentes são, de facto, uma ameaça real para as economias mundiais e para a humanidade.

No centro destas questão estão os designados gases de efeito estufa, cujas emissões, principalmente de origem antropogenética, têm sido objeto de um aumento significativo. O dióxido de carbono (CO2) é o principal gás associado ao aumento do efeito estufa, e são consequência direta do uso/queima de combustíveis fósseis.

Atendendo à proximidade da COP21 e à premência de se garantir um acordo entre as partes, para que assim se consiga reverter a atual situação ambiental, surge a atividade “I DO BELIEVE!… #COP21” (“EU ACREDITO!… #COP21”) onde, durante os Global Action Days e até à véspera da Conferência, faremos notar o nosso apoio aos líderes mundiais para que, de facto, esse almejado acordo seja firmado. E tu, ACREDITAS?…

#COP21 #Paris2015 #ActOnClimate #GlobalActionDaysPortugal

Sabes o que é a COP21 ou a Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas?? Nãoooooo!!??…

Não estranhes. Não serás caso raro. Ainda que esta conferência se apresente como sendo de especial relevância para o futuro do nosso planeta, a verdade é que a menos de um mês de começar, muito pouco ou nada se tem falado dela. A COP, que corresponde à abreviatura de “Conferência das Partes”, é uma conferência internacional sobre as Alterações Climáticas.

Todos os anos, os participantes desta conferência reúnem-se para abordar (e decidir!) as medidas que devem ser postas em prática, com o objetivo de evitar que o aumento da temperatura global atinja os dois graus Celsius. Os participantes são os Estados signatários  da Convenção das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, adotada em 1992 no fim da Cimeira da Terra, no Rio de Janeiro (Rio 92). Esta convenção reconhece a existência “de uma mudança climática de origem humana e dá aos países industrializados a primazia da responsabilidade por lutar contra tal fenômeno”. É nas COP que se faz um balanço do ano anterior, e se renovam, ou ajustam,os compromissos assumidos na conferência precedente, sendo que as decisões devem ser tomadas de forma unânime. A 21.ª edição desta conferência, a COP21 que terá lugar em Paris entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro, apresenta-se como sendo de especial relevância porque se perspetiva vir a culminar num acordo “universal e obrigatório” que possibilitará a transição para uma economia (e política) mundial ecologicamente responsável. O acordo que se espera venha a ser assinado ao fim da COP21, substituirá, com propostas ainda mais ambiciosas, o protocolo de Kyoto assinado em 1998.

#COP21 #Paris2015 #ActOnClimate #GlobalActionDaysPortugal




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