Archive for the ‘Caminhadas’ Category

Ontem, dia 7 de abril, na celebração do Dia Mundial da Saúde (e associado ao “Dia Eco-Escolas”), a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) saiu à rua numa iniciativa integrada no Programa Eco-Escolas e no projeto Interreg Sudoe ClimACT, que abordou questões associadas, naturalmente, à saúde e ao tema deste ano («Depressão. Vamos falar!»), assim como à mobilidade sustentável.

Rota Eco-Escolas... mexa-se, pela sua saúde e por uma mobilidade sustentável!

Na iniciativa “Let’s Talk and Walk“, para além do exercício físico decorrente da caminhada de 4 quilómetros na qual participaram docentes das áreas cientificas de Saúde Ambiental, Matemática e Física, assim como um número significativo de estudantes, que aproveitaram a ocasião para se conhecerem melhor e, por exemplo, identificarem interesses comuns,  identificaram-se também situações passíveis que criar constrangimentos a uma mobilidade sustentável. Para este efeito, as estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL Ana Roque e Patrícia Duarte, adaptaram uma lista de verificação que os participantes na caminhada usaram de forma a identificar eventuais constrangimentos a uma mobilidade sustentável.

A iniciativa “Rota Eco-Escolas“, coordenada pela ABAE | Programa Eco-Escolas, integra-se no tema mobilidade sustentável  e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das crianças e jovens, professores, encarregados de educação, assistentes e auxiliares, na deteção de problemáticas na mobilidade em redor do edifício da escola e em todo o restante concelho. Pretende-se com a iniciativa que a população seja mais interventiva na comunidade local, e que seja estabelecido contacto mais direto com o município.

O desafio “Rota Eco-Escolas“, consiste em assinalar na plataforma SIG da Rota da Mobilidade as sugestões de melhoria ao nível da mobilidade do município.

No Dia Mundial da Saúde que se celebra a 7 de abril, data escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ninguém vai ficar parado!

Todos os anos, a OMS escolhe um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde e que representa uma prioridade na agenda internacional. O tema de 2017 é a depressão, com o lema “Let’s talk”, visando a iniciativa ajudar a prevenir e a tratar a depressão. Este dia é, assim, uma oportunidade única de alertar a sociedade para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade e para desenvolver atividades com vista à promoção do bem-estar das populações bem como promover hábitos de vida saudáveis.

No Dia Mundial da Saúde... "let's walk and talk"

Com este intuito, e no âmbito do programa Eco-Escolas da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) irá realizar-se uma caminhada, de aproximadamente 3 quilómetros, na área circundante à ESTeSL, para incutir a toda a comunidade académica a importância da adopção de um estilo de vida saudável. A par desta atividade, é também pretendido que seja feita uma observação ao longo de todo o percurso, de possíveis situações anómalas ao nível da mobilidade com o objectivo de estas serem posteriormente assinaladas na plataforma SIG da Rota da Mobilidade, coordenada pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

É importante trazer roupa e calçado confortável, água e máquina fotográfica (facultativo) ou o telemóvel para registar as situações anómalas de mobilidade encontradas e os momentos vividos em comunidade ao longo do percurso.

Contamos com a vossa presença para um “Let´s walk and talk” e celebrar desta forma o nosso “Dia Eco-Escolas“.

No âmbito da unidade curricular de Saúde Ambiental, do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), as estudantes Catarina Filipa, Daniela Lourenço e Liliana Alves realizaram o trabalho “Parque Florestal de Monsanto: o pulmão de Lisboa“, entretanto submetido ao Programa Jovens Repórteres para o Ambiente (categoria de fotorreportagem) com a descrição «Parque Florestal de Monsanto: o pulmão de Lisboa – um local a (re)descobrir e onde de carro, de bicicleta ou a pé, se pode (re)encontrar espaços e momentos para refletir, contemplar e descontrair». Numa série de apenas cinco fotografias, podemos conhecer alguns recantos e algumas das potencialidades que o Parque Florestal de Monsanto nos oferece e que importa descobrir para valorizar.

Mesmo estando numa cidade como Lisboa, em que o esperado seria “estarmos rodeados de poluição”, o Parque Florestal de Monsanto ajuda tanto na manutenção da renovação do ar, como a manter o clima ameno na cidade. No Parque Florestal de Monsanto podem-se desenvolver inúmeras atividades de lazer e desportivas, sozinho ou em família, e onde há sempre espaço para a aprendizagem sobre a natureza que ali nos cerca. Visitar o Centro de Recuperação de Animais Silvestres de Lisboa, que acolhe animais silvestres que se encontram feridos e/ou debilitados e que são posteriormente restituídos ao seu habitat, visitar o Centro de Interpretação de Monsanto, merendar junto ao Parque Recreativo do Alvito ou partir, de bicicleta, à aventura pelos trilhos ali existentes, é algo que importa fazer para (re)descobrir e valorizar o Parque Florestal de Monsanto: o pulmão de Lisboa.

Este ano a Hora do Planeta terá lugar no dia 23 de março, entre as 20h30m e as 21h30m e, mais uma vez, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) irá aderir formalmente ao evento. Durante pelo menos uma hora, as luzes do edifício e da Praça da Saúde irão estar desligadas, num ato simbólico que pretende enfatizar a necessidade de assumirmos o ambiente como algo que deva ser merecedor da nossa preocupação.

Mas a nossa Hora já começou. Falamos da “visita” que o Panda da World Wildlife Fund (WWF) fez à ESTeSL para nos apresentar o evento e nos mobilizar para que naquele dia e àquela hora marcássemos a nossa posição. A festa entretanto já começou, com a participação de estudantes, docentes e não docentes da ESTeSL.

No dia 23 de março de 2013, contamos com a vossa adesão à Hora do Planeta 2013 e em breve voltaremos a dar-vos notícias associadas ao evento que estamos a promover (Hora do Planeta 2013 | Earth Hour 2013).

No âmbito do Programa Eco-Escolas, em implementação na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), e associado ao Dia Mundial da Saúde 2011, desafiou-se toda a comunidade académica a trilhar os caminhos rumo ao verde do Parque das Nações, numa caminhada que acabou por percorrer mais de 5 quilómetros.

A caminhada, marcada para as 10 horas, iniciou-se na ESTeSL e seguiu para a zona ribeirinha do Parque das Nações, passando-se pela Torre Vasco da Gama. A primeira paragem aconteceu nos Jardins Garcia d’Orta, no Talhão de África (1) com flora representativa de Angola e Moçambique. De seguida rumou-se para a Macaronésia (2), com flora originária dos arquipélagos da Madeira, Açores e Cabo Verde.



A paragem seguinte foi por terras de São Tomé e Brasil (3) onde a paisagem se encontrava pejada de palmeiras, orquídeas, fetos e begónias.

Goa (4), antiga colónia portuguesa, faz-se representar pela densa vegetação de palmares, além de plantas mais pequenas com fins medicinais como é o caso do durião, o camomim e a laranjeira e que muito aludem às Tecnologias da Saúde. A viagem pelos Jardins Garcia d’Orta culminou no Talhão de Coloane (5), a ilha mais a sul do território de Macau. É aqui que podemos encontrar vegetação que indicia um clima sub-tropical, de floresta temperada e quente, com arbustos de cores vivas e onde as magnólias e as camélias ocupam lugar de destaque e onde as formas estranhas da orelha-de-elefante e do alfinheiro-da-china nos surpreendem.

A próxima paragem teve lugar já no Cabeço das Rolas (6), naquela que é a maior elevação do Parque das Nações, 33 metros acima no nível do rio Tejo e donde se pode contemplar toda a Av. Dom João II. É aqui, no Cabeço das Rolas, que o antigo integra o novo, com o aproveitamento do antigo tanque de combate a incêndios da refinaria, agora um lago de 2500m2 com várias espécies aquáticas.

A caminhada não poderia ser feita sem uma passagem obrigatória pelos Jardins d’Água (7) e onde nos é permitido acompanhar ao vivo um percurso de água, desde a nascente até ao estuário, com toda a vegetação que lhe está associada. É nos Jardins d’Água que podemos encontrar algumas máquinas e engenhos que ilustram um sem número de actividades ligadas à água.

Emblemática é a Alameda dos Oceanos (8), com mais de 2 quilómetros e os seus característicos vulcões. Esta alameda, composta por três troços distintos (troço Sul, troço da Estação do Oriente e troço Norte) é um espaço de eleição para o repouso, o passeio e a contemplação. As alamedas laterais encontram-se compostas com Azinheiras e os Carvalhos, de várias espécies, são predominantes.

De regresso à ESTeSL, cerca de duas horas depois, ficou a promessa de repetir a experiência com a certeza de que muito verde ainda ficou por descobrir. Da próxima vez o destino será o Parque Tejo, na zona Norte do Parque das Nações.

Da próxima vez, contamos ser acompanhados por um grupo maior!

Será já no próximo dia 7 de Abril que se comemorará o Dia Mundial da Saúde, sendo a “Resistência aos antimicrobianos: se não actuarmos hoje, não haverá cura amanhã” (Combat drug resistence – no action today, no cure tomorrow) o lema escolhido pela Organização Mundial da Saúde.


À margem daquele que será o tema do Dia Internacional da Saúde 2011, mas perfeitamente enquadrado naquelas que deverão ser as boas práticas associadas aos estilos de vida saudáveis e por conseguinte promotores de saúde, desafiamos toda a comunidade académica a juntar-se a nós numa caminhada pelos Jardins do Parque.

Dia 7 de Abril, pelas 10 horas, iremos trilhar os caminhos que nos irão levar ao verde do Parque das Nações. Juntem-se a nós!




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