Archive for the ‘Biodiversidade’ Category

A celebração da Hora do Planeta 2019 é já amanhã…

Hora do Planeta 2019

Hora do Planeta é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global. Contudo, importa garantir que cada um de nós, individualmente, assume também um papel relevante e atue!

Hora do Planeta 2019, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, que começa na Austrália e irá percorrer todo o planeta, terá lugar no dia 24 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

Este ano, no decurso da Hora do Planeta, irá ter lugar na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) o III São Gregório – Festival de Tunas Masculinas da ESTeSL, onde se celebra o vigésimo primeiro aniversário da EST’eS La Tuna Masculina, Tuna Masculina da ESTeSL e por razões óbvias, esperemos que os nossos tunantes não se apaguem!

III São Gregório – Festival de Tunas Masculinas da ESTeSL

Ficaremos à espera que a nossa EST’eS La Tuna Masculina dedique uma das suas música ao Planeta, tal como fizeram todas as tunas participantes em 2015 (ver  A nossa Hora do Planeta foi “cantada”ArquitecTuna; TUCATAPCE – UNL; e Tuna Médica de Lisboa)

Que este seja em evento de sucesso e que a Hora do Planeta “ilumine” todas as atuações. Vai tuna…

Hoje, dia 21 de março, na celebração do Dia Mundial da Árvore e do Dia Internacional das Florestas, apresentamos-vos aquelas que são “as árvores da minha escola”, uma atividade integrada no projeto “Brigada da Floresta”, que tem como principal objetivo conhecer e agir pela proteção dos ecossistemas existentes na escola e no território envolvente, dando particular importância à floresta.

Este é um trabalho realizado pelas estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), Cristiana Costa, Dalila Gonçalves, Elisabete Santos e Suazilene Sacramento.
Para a realização da inventariação das árvores e arbustos, foi usado como documento base a tela final do projeto de arquitetura paisagística da ESTeSL, com todas as árvores e arbustos inicialmente previstos e plantados. Usando esse guia, realizou-se o trabalho de campo, identificando os arbustos e árvores e fotografando estas últimas (fotografias de silhueta e detalhe). Tendo em conta que ainda não se está na época de floração da maior parte das árvores, algumas das árvores fotografadas não apresentavam folhas (ou estavam secas) nem flores.

A Associação Bandeira Azul da Europa convida toda a comunidade Eco-Escolas a votar no(s) poster(es) Eco-Código que mais forem do vosso agrado para que, em cada escalão, os que vierem a ter mais mais “LIKES” sejam premiados com o Prémio Comunidade Virtual.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), sendo escola-piloto do projeto Interreg Sudoe ClimACT, tem a concurso um poster com o seu Código Climático e o vosso “voto” pode fazer a diferença.

Para poderem contribuir para o sucesso do Código Climático da ESTeSL neste desafio na comunidade virtual, basta terem um perfil registado no Facebook e, depois de acederem ao nosso poster Eco-Código e Código Climático (clicar AQUI), deixar o vosso “LIKE”. Em alternativa poderão “GOSTAR” fazendo uso da imagem incorporada nesta publicação.

Contamos convosco!

Para a realização do projeto submetido ao Concurso Nacional Poster Eco-Código / Código Climático 2018, foi proposto a um grupo específico de estudantes que, no âmbito do Programa Eco-Escolas e unidade curricular de Estágio em Saúde Ambiental I e, em conjunto com o professor responsável, a elaboração de um póster Código Climático em que estivessem contemplados os temas-base no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT (água, resíduos, energia, espaços verdes/floresta, mobilidade e compromisso verde) e pelo menos um dos temas facultativos (alimentação saudável e sustentável), indo de encontro também ao Plano de Ação previamente definido.

Foi pedido a cada um dos membros da Comissão Baixo Carbono que, com a colaboração dos colegas dos respetivos cursos de licenciatura (no caso dos estudantes), sugerissem frases tendo em conta os pressupostos anteriores, visando a criação ou alteração de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente tanto na escola como em casa. As inúmeras frases propostas foram sujeitas a votação e seriação, das quais resultaram as apresentadas no poster.

Este ano, e de forma a garantir uma vinculação efetiva ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, optou-se por fazer-se uso da imagem do projeto, depois da devida autorização por parte de equipa coordenadora. Ambas as etapas foram realizadas sob orientação do professor responsável pelo grupo de trabalho e coordenador Eco-Escolas/Baixo Carbono, e sendo igualmente sujeita à “ratificação” dos elementos do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono.

Na passada terça-feira, dia 22 de maio, aquando da celebração do Dia Internacional da Biodiversidade, demos ao pedal com a Ana Pereira, do Cenas a Pedal, e caminhámos pelo Parque das Nações, à descoberta de algumas das zonas verdes, na companhia do Paulo Calisto, da Junta de Freguesia do Parque das Nações.

Logo ao início da tarde, começámos as atividades com uma sessão onde a Ana  Pereira desmistificou o uso da bicicleta e nos deixou algumas sugestões para que a transição entre o uso exclusivo do veículo automóvel e a bicicleta (elétrica, ou não!) fosse “tranquila”, aludindo aos múltiplos  benefícios associados ao seu uso. Falou-nos ainda da Bicicultura, um projecto mais colectivo que “fomenta o uso da bicicleta para transporte, trabalho, lazer e terapia por todos os segmentos da população, para o bem-estar das pessoas e o desenvolvimento sustentável” e ao qual o Cenas a Pedal está associado.

Logo depois, a Escola de Bicicleta do Cenas a Pedal proporcionou-nos uma experiência onde, a pedalar, aprendemos algumas técnicas que serão, certamente, uma mais-valia para quem se “aventurar” no mundo da mobilidade suave.

Caminhar e pedalar pela biodiversidade, com o Cenas a Pedal e a Junta de Freguesia do Parque das Nações

Por fim, deixaram-nos o convite para que nos juntássemos a eles, no passeio e piquenique conjunto d’A Casa da Bicicultura/MUBi (Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta), que terá lugar este domingo, dia 27 de maio. Trata-se de um encontro social, sem inscrições, mas quem quiser poderá aproveitar a oportunidade para contribuir com um donativo livre para a constituição oficial daquela cooperativa, no âmbito da qual se pretende criar um centro de incubação e aceleração da cultura da bicicleta que será A Casa da Bicicultura (ver Passeio de Bicicleta & Piquenique | Casa da Bicicultura & MUBi)

O dia não terminou sem antes ter lugar a ESTeSLa Caminhada pela Biodiversidade, uma organização de um grupo de estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental que, à semelhança da atividade precedente, contou com a participação de estudantes, docentes e não docentes da comunidade académica da ESTeSL-IPL. No decurso da caminhada, sempre na companhia de Paulo Calisto que esteve connosco na qualidade de representante da Junta de Freguesia do Parque das Nações, tivemos a oportunidade de descobrir algumas das zonas verdes e paragens icónicas pensadas e construídas a propósito da Expo’98 que naquele dia também celebrava os seus 20 anos.

Muito obrigado aos parceiros, (o Cenas a Pedal e a Junta de Freguesia do Parque das Nações) que nos honraram com a sua presença e duplamente obrigado aos que nos acompanharam nas atividades daquela tarde. Bem hajam…

A 22 de maio, na celebração do Dia Internacional da Biodiversidade, iremos promover a ESTeSLa Caminhada, uma atividade da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), integrada no projeto “Brigada da Floresta”.

A “Brigada da Floresta” tem como principal objetivo conhecer e agir pela proteção dos ecossistemas existentes na escola e no território envolvente, dando particular importância à floresta. Cumulativamente, esta atividade estará associada ao desafio “Rota da Floresta”, que pretende que as escolas em parceria com os seus municípios/freguesias promovam a proteção de ecossistemas, bem como a promoção da mobilidade sustentável, através da prática de exercício físico.

ESTeSLa Caminhada

ESTeSLa Caminhada corresponderá a um percurso de 8 quilómetros que irá passar pelos vários jardins do Parque das Nações. O percurso, pode e deve ser consultado através do mapa que será disponibilizado oportunamente. Assim sendo, nos vários jardins não te esqueças de aproveitar o melhor que eles têm para te oferecer. Durante todo o percurso sugerimos-te duas atividades divertidas – ConCurso Caminhamos e Plantas Invasoras, cujos pormenores poderão, muito em breve, ser consultados na página do evento em ESTeSLa Caminhada.

Não te esqueças de trazer roupa confortável, sapatos adequados, smartphone e cantil ou garrafa com água.

Esperamos por ti!

Hoje, dia 3 de junho, quatro Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) participaram na Missão Sado 2016 | JRA e Litter Less Campaign.

Esta participação deveu-se ao facto de terem garantido o primeiro lugar no Litter Less Campaign (concurso nacional) na categoria de vídeo-reportagem, no escalão dos 15 aos 21 anos, com o trabalho “Sistema de Recolha de Resíduos Sólidos Urbanos: a singularidade do Parque das Nações“.

Estudantes de Saúde Ambiental da ESTeSL participam na Missão Sado 2016 (JRA e Litter Less Campaign)

A missão que teve lugar hoje, apresentava como objetivos: (i) proporcionar aos jovens participantes experiências “no terreno” relacionadas com a questão dos resíduos, em especial os resíduos no mar; (ii) contribuir de forma ativa para a redução de resíduos nas praias; (iii) conhecer o Parque Natural da Arrábida; (iv) dar a conhecer a comunidade de cetáceos residentes no estuário do Sado e as problemáticas que se levantam relativamente à necessidade de proteção; (v) premiar através do convite à participação nesta atividade, os jovens que, durante o ano, mais se empenharam no projeto; e (vi) realizar reportagens sobre a atividade e os temas implícitos concretizando o objetivo primordial dos JRA que é comunicar sobre ambiente e sustentabilidade.

Depois do encontro em Setúbal, os jovens repórteres seguiram para a Praia dos Coelhos (na Arrábida) onde participaram numa atividade de limpeza (dentre outras). Depois do almoço, na Eco-Escola “Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal”, teve lugar uma atividade no estuário do Sado de observação de cetáceos, proporcionada pela Vertigem Azul.

Tal como já havíamos aludido a propósito da notícia “Estudantes da ESTeSL marcam presença no Rock in Rio Lisboa“, deixamos aqui o nosso agradecimento à ABAE, na pessoa da coordenadora pedagógica do Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, Dra. Margarida Gomes – agradecimento que se estende a toda a equipa que com ela trabalha.
Esta foi uma experiência memorável que se espera venha a repetir-se em 2018, aquando da próxima edição do Rock in Rio Lisboa. Façamos por merecê-la!

Foi lançado a todas as Eco-Escolas de Portugal o desafio de produzirem uma ficha de campo para a identificação de Cogumelos de Portugal. Essa ficha, a distribuir pela rede Eco-Escolas, ajudará na identificação de alguns dos cogumelos mais representativos de Portugal podendo ser utilizada, por exemplo, como material pedagógico e didáctico em escolas. Para a concretização desse desafio as escolas foram motivadas a realizar registos sobre a biodiversidade local (incluindo os cogumelos) sendo esses registos acompanhados de fotografias que serão posteriormente validados por especialistas.

Os estudantes das Eco-Escolas, orientados pelos seus professores, participaram ativamente na investigação sobre os cogumelos de Portugal, recorrendo a uma ou várias saídas de campo, efetuando registos no sítio da Biodiversity4All sobre a biodiversidade em torno da escola e fotografando e identificando os cogumelos encontrados na região. Posteriormente foi elaborada uma proposta de ficha de campo “Cogumelos de Portugal” seguindo as indicações previstas no regulamento do projeto. Os melhores trabalhos das escolas participantes serão premiados e a melhor ficha será editada.

Eco-Escolas apoiam os Cogumelos de Portugal

Com o objetivo inicial de angariar 3000€ para desenhar graficamente a ficha, imprimir 4000 exemplares da ficha dos Cogumelos de Portugal que serão distribuídos a toda a rede Eco-Escolas (cerca de 1400 escolas) e premiar as escolas com os três melhores trabalhos no desafio Cogumelos de Portugal, foi promovido pelo Programa Eco-Escolas uma Campanha de crowdfunding pelos “Cogumelos de Portugal” que terminou ontem, dia 15 de junho.

Depois de um reconhecido esforço por parte da comunidade Eco-Escolas na divulgação da campanha, assim como um reconhecido apoio financeiro dos cinquenta a um apoiantes (instituições de ensino, organizações não governamentais e pessoas individuais), o objetivo inicialmente traçado foi finalmente atingido. Parabéns!!




Introduza o seu e-mail


Novembro 2019
S T Q Q S S D
« Jul    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
252627282930  
Categorias