Archive for the ‘Biodiversidade’ Category

A 22 de maio, na celebração do Dia Internacional da Biodiversidade, iremos promover a ESTeSLa Caminhada, uma atividade da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), integrada no projeto “Brigada da Floresta”.

A “Brigada da Floresta” tem como principal objetivo conhecer e agir pela proteção dos ecossistemas existentes na escola e no território envolvente, dando particular importância à floresta. Cumulativamente, esta atividade estará associada ao desafio “Rota da Floresta”, que pretende que as escolas em parceria com os seus municípios/freguesias promovam a proteção de ecossistemas, bem como a promoção da mobilidade sustentável, através da prática de exercício físico.

ESTeSLa Caminhada

ESTeSLa Caminhada corresponderá a um percurso de 8 quilómetros que irá passar pelos vários jardins do Parque das Nações. O percurso, pode e deve ser consultado através do mapa que será disponibilizado oportunamente. Assim sendo, nos vários jardins não te esqueças de aproveitar o melhor que eles têm para te oferecer. Durante todo o percurso sugerimos-te duas atividades divertidas – ConCurso Caminhamos e Plantas Invasoras, cujos pormenores poderão, muito em breve, ser consultados na página do evento em ESTeSLa Caminhada.

Não te esqueças de trazer roupa confortável, sapatos adequados, smartphone e cantil ou garrafa com água.

Esperamos por ti!

Hoje, dia 3 de junho, quatro Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA), estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) participaram na Missão Sado 2016 | JRA e Litter Less Campaign.

Esta participação deveu-se ao facto de terem garantido o primeiro lugar no Litter Less Campaign (concurso nacional) na categoria de vídeo-reportagem, no escalão dos 15 aos 21 anos, com o trabalho “Sistema de Recolha de Resíduos Sólidos Urbanos: a singularidade do Parque das Nações“.

Estudantes de Saúde Ambiental da ESTeSL participam na Missão Sado 2016 (JRA e Litter Less Campaign)

A missão que teve lugar hoje, apresentava como objetivos: (i) proporcionar aos jovens participantes experiências “no terreno” relacionadas com a questão dos resíduos, em especial os resíduos no mar; (ii) contribuir de forma ativa para a redução de resíduos nas praias; (iii) conhecer o Parque Natural da Arrábida; (iv) dar a conhecer a comunidade de cetáceos residentes no estuário do Sado e as problemáticas que se levantam relativamente à necessidade de proteção; (v) premiar através do convite à participação nesta atividade, os jovens que, durante o ano, mais se empenharam no projeto; e (vi) realizar reportagens sobre a atividade e os temas implícitos concretizando o objetivo primordial dos JRA que é comunicar sobre ambiente e sustentabilidade.

Depois do encontro em Setúbal, os jovens repórteres seguiram para a Praia dos Coelhos (na Arrábida) onde participaram numa atividade de limpeza (dentre outras). Depois do almoço, na Eco-Escola “Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal”, teve lugar uma atividade no estuário do Sado de observação de cetáceos, proporcionada pela Vertigem Azul.

Tal como já havíamos aludido a propósito da notícia “Estudantes da ESTeSL marcam presença no Rock in Rio Lisboa“, deixamos aqui o nosso agradecimento à ABAE, na pessoa da coordenadora pedagógica do Programa Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente, Dra. Margarida Gomes – agradecimento que se estende a toda a equipa que com ela trabalha.
Esta foi uma experiência memorável que se espera venha a repetir-se em 2018, aquando da próxima edição do Rock in Rio Lisboa. Façamos por merecê-la!

Foi lançado a todas as Eco-Escolas de Portugal o desafio de produzirem uma ficha de campo para a identificação de Cogumelos de Portugal. Essa ficha, a distribuir pela rede Eco-Escolas, ajudará na identificação de alguns dos cogumelos mais representativos de Portugal podendo ser utilizada, por exemplo, como material pedagógico e didáctico em escolas. Para a concretização desse desafio as escolas foram motivadas a realizar registos sobre a biodiversidade local (incluindo os cogumelos) sendo esses registos acompanhados de fotografias que serão posteriormente validados por especialistas.

Os estudantes das Eco-Escolas, orientados pelos seus professores, participaram ativamente na investigação sobre os cogumelos de Portugal, recorrendo a uma ou várias saídas de campo, efetuando registos no sítio da Biodiversity4All sobre a biodiversidade em torno da escola e fotografando e identificando os cogumelos encontrados na região. Posteriormente foi elaborada uma proposta de ficha de campo “Cogumelos de Portugal” seguindo as indicações previstas no regulamento do projeto. Os melhores trabalhos das escolas participantes serão premiados e a melhor ficha será editada.

Eco-Escolas apoiam os Cogumelos de Portugal

Com o objetivo inicial de angariar 3000€ para desenhar graficamente a ficha, imprimir 4000 exemplares da ficha dos Cogumelos de Portugal que serão distribuídos a toda a rede Eco-Escolas (cerca de 1400 escolas) e premiar as escolas com os três melhores trabalhos no desafio Cogumelos de Portugal, foi promovido pelo Programa Eco-Escolas uma Campanha de crowdfunding pelos “Cogumelos de Portugal” que terminou ontem, dia 15 de junho.

Depois de um reconhecido esforço por parte da comunidade Eco-Escolas na divulgação da campanha, assim como um reconhecido apoio financeiro dos cinquenta a um apoiantes (instituições de ensino, organizações não governamentais e pessoas individuais), o objetivo inicialmente traçado foi finalmente atingido. Parabéns!!

The best young environmental journalists!“… é assim que o Programa Young Reporters for the Environment (YRE) dá título à notícia onde são apresentados os trabalhos premiados no concurso internacional de Jovens Repórteres para o Ambiente, um programa onde participam jovens dos 11 aos 21 anos de vinte e quatro países. A participação deste ano contou com 120 submissões de artigos, fotorreportagens e video-reportagens, colocados a concurso pelas coordenações nacionais, de entre os cerca de 3900 trabalhos.

Portugal, como já vem sendo hábito, acabou por obter excelentes resultados. Este ano conseguiu um terceiro lugar na categoria de artigo (escalão 11-14 anos) com “The Asian Hornet – a threat to our orchards and gardens” e ainda uma menção honrosa na categoria de vídeo-reportagem (escalão 19-21)com “Discovering EVOA“, um trabalho das estudantes de primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) Inês Ouro, Maria Inês Fernandes, Mariana Matos e Whitney Aprel.

Esta é mais uma excelente notícia que aqui vos deixamos hoje, dia em que se celebra o Dia Mundial do Ambiente, e que só vem reconhecer, mais uma vez, o trabalho meritório que temos vindo a desenvolver. Parabéns às estudantes, parabéns à ESTeSL e parabéns a toda a representação de Portugal no Young Reporters for the Environment.

2015 YRE winners have been selected by representatives from the United Nations Environment Programme (UNEP), United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization (UNESCO), International Institute for Industrial and Environmental Economics (IIEEE), Wrigley Company Foundation, International journalist, YRE Student (1996), communications strategist, writer, filmmaker (Longyearbyen Consulting & Media) and the Foundation for Environmental Education (FEE). Seven articles, six photographs and eight videos were awarded to young environmental journalists from twenty-four countries.

Está a decorrer até ao dia 15 de julho de 2015, uma campanha de crowdfunding pelos “Cogumelos de Portugal”, promovida pelo Programa Eco-Escolas da Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

Campanha de crowdfunding pelos "Cogumelos de Portugal"

DESCRIÇÃO
A todas as Eco-Escolas de Portugal foi lançado o desafio de produzir uma ficha de campo para a identificação de Cogumelos de Portugal. Esta ficha que será distribuída a toda a rede Eco-Escolas, ajudará na identificação de alguns dos cogumelos mais representativos de Portugal podendo ser utilizada, por exemplo, como material pedagógico e didáctico em escolas.
Para a concretização deste desafio as escolas são motivadas a realizar registos sobre a biodiversidade local (incluindo os cogumelos). Estes registos, acompanhados de fotografias serão posteriormente validados por especialistas

METODOLOGIA
As crianças e jovens das Eco-Escolas, orientados pelos seus professores realizam investigação sobre os cogumelos de Portugal.
Recorrendo a uma ou várias saídas de campo, são efetuados registos em BioDiversity4All. sobre a biodiversidade em torno da escola e fotografados e identificados os cogumelos encontrados na região.
Posteriormente será elaborada uma proposta de ficha de campo “Cogumelos de Portugal” seguindo as indicações previstas no regulamento.
Os melhores trabalhos das escolas participantes serão premiados sendo a melhor ficha editada.

A campanha de recolha de fundos tem como objetivo angariar 3000 euros que serão usados para: (i) desenhar graficamente a ficha; (ii) imprimir 4000 exemplares da ficha dos Cogumelos de Portugal que serão distribuídos a toda a rede Eco-Escolas (cerca de 1400 escolas); e (iii) premiar as escolas com os três melhores trabalhos no desafio Cogumelos de Portugal. Podendo, não deixes de APOIAR!

Na edição do ano passado, que tinha como mote as Árvores de Portugal, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) teve um desempenho meritório, acabando por vencer o concurso (ver ESTeSL vence o concurso BioDiversity4All). Este ano, mais uma vez, um grupo de estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental agarrou o desafio e desenvolveu uma ficha de campo “Cogumelos de Portugal” que está a concurso.

Associado ao projeto Tejo, um “mar” de oportunidades, um grupo de Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental (Ana Roque, Patrícia Duarte e Rafaela Barata), partiu à descoberta do rio Tejo, num percurso de contrastes com mais de 20 quilómetros, entre Vila Franca de Xira e Lisboa.

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes
Da margem esquerda à margem direita e de norte a sul, o rio Tejo não pára de nos surpreender num percurso de contrastes onde as paisagens naturais se confundem com as paisagens humanizadas.

A água que fustiga as margens do Tejo em dias de tempestade, contrastando com a calmaria dos dias primaveris. O Tejo que tira a vida aos mais desventurados, contrastando com o jubilar da vida que renasce a cada dia.

A sua cor, o seu cheiro e o seu tinir, fazem com que nos apaixonemos…
Um beijo apaixonado nas margens do Tejo, num tributo à vida e ao amor.

É nas margens do Tejo que encontramos o nosso “porto de abrigo”. É ali que os guerreiros destas águas repousam as suas armas da labuta diária, com a garantia de que para lá voltarão no dia seguinte.

Apesar das cores contrastantes, o verde impera.
A água do Tejo, repleta de vida, dá cor às margens do rio, num constante pulular de esperança em tons de verde.

Ao longo das margens do rio, a cada recanto, surgem novos retratos que refletem o descobrir de novas “amizades” que o Tejo tem conquistado. Numa perfeita simbiose entre os rios Tejo e Trancão, às portas de Lisboa, um retrato de família: o Tejo, o Trancão e os seus “amigos”.

Fruto da atividade humana, devolve-se aquilo que outrora se tirou, alimentando o Tejo, que alimenta a vida daqueles que dele dependem.

Apesar do reconhecimento que o Homem lhe tem dado, novas “espécies infestantes” têm vindo a ser introduzidas nas margens do rio Tejo. Plásticos, algo que importa evitar.

Conhecer o Tejo, de Vila Franca de Xira a Lisboa: um percurso de contrastes
Tejo, um “mar” de oportunidades que importa conhecer e conservar.
É hora de agir…
É hora de fazer a diferença…
É hora de fazer o Tejo brilhar…

Entretanto reiteramos o desafio. Todos os estudantes da ESTeSL (até aos 21 anos) que estejam eventualmente interessados em participar no Jovens Repórteres para o Ambiente, seja com artigos, fotorreportagens ou video-reportagens, tendo como mote o rio Tejo, devem contactar a coordenação doEco-Escola ESTeSL.

Associado ao projeto Tejo, um “mar” de oportunidades, um grupo de Jovens Repórteres para o Ambiente da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), estudantes do primeiro ano do curso de licenciatura em Saúde Ambiental (Inês Ouro, Maria Inês Fernandes, Mariana Matos e Whitney Aprel), partiu à descoberta do EVOA – Espaço de Visitação e Observação de Aves, em plena Reserva Natural do Estuário do Tejo.

O Tejo é um marco importante em Portugal, pois foi a partir dele que as naus partiram para os descobrimentos, e de onde ainda muitas famílias, através da atividade piscatória, retiram o seu sustento. O Tejo torna-se assim um “mar” de oportunidades.

Contudo não é só o ser humano que tira proveito do rio, pois também é o lar de muitos animais, insetos e plantas. É nas lezírias, locais ao longo do Tejo muitos férteis devido à aglomeração de materiais em suspensão, que existe uma grande biodiversidade.

O estuário acolhe durante todo o ano, diversas espécies de aves. Estas podem procurar este local apenas para repouso na sua migração ou mesmo para nidificação. Para assegurar a contínua atividade destes habitats criados para as aves, foi necessário plantar espécies de árvores autóctones como a tamargueira ou o junquilho-dos-salgados

A biodiversidade é a variedade de seres animais e vegetais que são encontradas nos diferentes ambientes. É responsável por garantir o equilíbrio das espécies em todo o mundo. Porém a maior ameaça à biodiversidade é a ação humana, que vem transformando a natureza, gastando até ao limite todos os recursos nela existentes.

As alterações climáticas cada vez mais acentuadas também são uma ameaça à biodiversidade. Como por exemplo, a grande variação das temperaturas torna a migração para as aves cada mais difícil. É por isso importante ter mais espaços para estas poderem habitar e nidificar.

O EVOA privilegia a biodiversidade. Esta é essencial à vida e fornece os meios necessários à subsistência do Homem. É também a base para a evolução e adaptação a ambientes em transformação, o que a torna essencial ao desenvolvimento da vida num planeta que está em constante mudança. Nesse sentido este deve ser um tema de interesse para todos, uma vez que associado a uma má gestão dos espaços naturais, a perda da biodiversidade poderá ser uma realidade, o que acabaria por ter consequências significativas para a humanidade.

Entretanto reiteramos o desafio. Todos os estudantes da ESTeSL (até aos 21 anos) que estejam eventualmente interessados em participar no Jovens Repórteres para o Ambiente, seja com artigos, fotorreportagens ou video-reportagens, tendo como mote o rio Tejo, devem contactar a coordenação do Eco-Escola ESTeSL.




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