Associado ao Lisboa Bike Sharing (rede de bicicletas partilhadas), o Parque das Nações irá participar na fase piloto com cerca de 90 bicicletas, das quais 60 são elétricas e 30 são clássicas, que deverão começar a circular nesta zona da cidade de Lisboa já no próximo mês de maio.

Lisboa Bike Sharing

Segundo conseguimos apurar, as bicicletas públicas estarão espalhadas por estações (inicialmente 10 que passarão a 15 aquando da implementação final) entre a zona sul  e a estação de comboios de Moscavide (consultar mapa). A sua utilização durante os trinta dias da fase-piloto é gratuita para os inscritos que forem selecionados. Numa fase posterior haverá dois tipos de passe – anual de 25 euros e mensal de 15 euros, aos quais acresce uma tarifa de 10 cêntimos (bicicletas clássicas) ou 20 cêntimos (bicicletas elétricas) por cada período de meia hora de utilização, até um máximo de 40 viagens.

Para poderem integrar esta fase experimental, os interessados devem inscrever-se no site Lisboa Bike Sharing e devem ser utilizadores de smartphones, na medida em que o telemóvel será necessário para descarregar a aplicação e usar o sistema de rede.

Ultrapassada a fase de testes, a EMEL estima que a rede esteja operacional já no próximo verão em toda a cidade de Lisboa. Ao todo, estão previstas 140 estações – isto é, postos de levantamento e parqueamento de bicicletas públicas – e mais de 1400 bicicletas públicas fornecidas pela empresa portuguesa Órbitra, que venceu o concurso público.

Litter Less Campaign é um projeto internacional coordenado pela Foundation for Environmental Education (FEE), que desafia jovens de 9 países da rede Jovens Repórteres para o Ambiente a observar, interpretar, reportar e encontrar soluções mais sustentáveis para a problemática dos resíduos e que em Portugal vai já na sua terceira edição.

Depois das participações anteriores (ver #LitterLessCampaign), este ano os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Beatriz Luz, Hugo Silva e Sofia Coelho, decidiram explorar um dos problemas ambientais que assolam a orla costeira portuguesa, realizando uma pequena vídeo-reportagem sobre os resíduos de cigarros e as nossas praias (Beatas no chão… NÃO!), entretanto submetida a concurso.

Estima-se que por minuto, o mercado mundial produza perto de 11 milhões de cigarros para dar resposta ao consumo de cerca de 4,5 triliões de cigarros em todo o mundo. Em Portugal, são vendidos mil milhões de cigarros por mês e, assumindo-se que 30% das beatas destes cigarros vão parar ao chão, significa que teremos, a cada minuto, mais 7000 beatas nas ruas portuguesas. Atualmente, sabe-se que as beatas de cigarro são o resíduo que podemos encontrar em maior quantidade nas nossas praias, sendo que as micropartículas, assim como os metais pesados existentes nas beatas, tendem a entrar num ciclo que afeta todo o ecossistema: terra, mar, ar e naturalmente, os animais e os seres humanos. Por todos estes motivos, importa sensibilizar a população em geral, e os fumadores em particular, fazendo-se o diagnóstico daquela que é a realidade nas praias portuguesas, identificando as causas e apontando soluções que tendem a ser estruturais mas que implicam, invariavelmente, a educação para a cidadania.

Ontem, dia 7 de abril, na celebração do Dia Mundial da Saúde, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) saiu à rua numa iniciativa integrada no Programa Eco-Escolas e no projeto Interreg Sudoe ClimACT, que abordou questões associadas, naturalmente, à saúde e ao tema deste ano («Depressão. Vamos falar!»), assim como à mobilidade sustentável.

Rota Eco-Escolas... mexa-se, pela sua saúde e por uma mobilidade sustentável!

Na iniciativa “Let’s Talk and Walk“, para além do exercício físico decorrente da caminhada de 4 quilómetros na qual participaram docentes das áreas cientificas de Saúde Ambiental, Matemática e Física, assim como um número significativo de estudantes, que aproveitaram a ocasião para se conhecerem melhor e, por exemplo, identificarem interesses comuns,  identificaram-se também situações passíveis que criar constrangimentos a uma mobilidade sustentável. Para este efeito, as estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL Ana Roque e Patrícia Duarte, adaptaram uma lista de verificação que os participantes na caminhada usaram de forma a identificar eventuais constrangimentos a uma mobilidade sustentável.

A iniciativa “Rota Eco-Escolas“, coordenada pela ABAE | Programa Eco-Escolas, integra-se no tema mobilidade sustentável  e visa alertar a comunidade escolar para a importância de uma mobilidade mais segura, eficiente e inclusiva, através do envolvimento das crianças e jovens, professores, encarregados de educação, assistentes e auxiliares, na deteção de problemáticas na mobilidade em redor do edifício da escola e em todo o restante concelho. Pretende-se com a iniciativa que a população seja mais interventiva na comunidade local, e que seja estabelecido contacto mais direto com o município.

O desafio “Rota Eco-Escolas“, consiste em assinalar na plataforma SIG da Rota da Mobilidade as sugestões de melhoria ao nível da mobilidade do município.

Associado ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, do qual a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) faz parte, sendo uma das 35 escolas participantes, tem estado a decorrer, nesta semana, a avaliação da qualidade do ar interior. Em Portugal, e no distrito de Lisboa, esta é a terceira escola do projeto Interreg Sudoe ClimACT que é objeto deste tipo de avaliação, depois da escola EB1/JI do Prior Velho e da escola EB23 Maria Veleda.

Avaliações de Qualidade do Ar Interior na ESTeSL

A qualidade do ar interior (tal como os resíduos, a energia, a água, os transportes, os espaços verdes e o compromisso verde) é uma dimensão objeto de avaliação no âmbito do projeto, sendo que a metodologia associada a esta atividade pressupõe a determinação em contínuo, e durante toda a semana de aulas, em duas salas que sejam representativas das salas existentes na escola, de alguns parâmetros (por exemplo, temperatura, humidade relativa, matéria particulada, dióxido de carbono, compostos orgânicos voláteis, dentre outros).

Os equipamentos foram instalados na segunda-feira de madrugada, ainda antes do início das aulas, e serão retirados na sexta-feira, após o término de todas as aulas que decorrerão nesta semana e nas salas objeto de avaliação. Assim, se encontrarem equipamentos estranhos… não estranhem!

No Dia Mundial da Saúde que se celebra a 7 de abril, data escolhida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), ninguém vai ficar parado!

Todos os anos, a OMS escolhe um tema central para ser debatido no Dia Mundial da Saúde e que representa uma prioridade na agenda internacional. O tema de 2017 é a depressão, com o lema “Let’s talk”, visando a iniciativa ajudar a prevenir e a tratar a depressão. Este dia é, assim, uma oportunidade única de alertar a sociedade para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade e para desenvolver atividades com vista à promoção do bem-estar das populações bem como promover hábitos de vida saudáveis.

No Dia Mundial da Saúde... "let's walk and talk"

Com este intuito, e no âmbito do programa Eco-Escolas da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) irá realizar-se uma caminhada, de aproximadamente 3 quilómetros, na área circundante à ESTeSL, para incutir a toda a comunidade académica a importância da adopção de um estilo de vida saudável. A par desta atividade, é também pretendido que seja feita uma observação ao longo de todo o percurso, de possíveis situações anómalas ao nível da mobilidade com o objectivo de estas serem posteriormente assinaladas na plataforma SIG da Rota da Mobilidade, coordenada pela Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

É importante trazer roupa e calçado confortável, água e máquina fotográfica (facultativo) ou o telemóvel para registar as situações anómalas de mobilidade encontradas e os momentos vividos em comunidade ao longo do percurso.

Contamos com a vossa presença para um “Let´s walk and talk”.

A Futurália, que se apresenta como sendo um evento dedicado à educação, formação e orientação educativa, teve o seu início hoje, dia 29 de março, e decorre na Feira Internacional de Lisboa (FIL), até ao próximo sábado, dia 1 de abril.

A Futurália conta com a presença de inúmeras instituições de ensino (nacionais e estrangeiras) que apresentam as suas ofertas formativas, sejam elas para jovens ou adultos, conferentes, ou não, de grau académico (ensino superior, formação profissional, etc). O evento conta ainda com uma programação paralela de palestras, workshops e debates com o intuito de orientar os jovens e profissionais visitantes, além daquelas que serão as atividades lúdicas, concursos e demonstrações a ter lugar ao longo destes dias.

A Eco-Escola ESTeSL na Futurália

Associada à presença da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) que, tal como vem sendo hábito, pode ser visitada no stand do Instituto Politécnico de Lisboa, o Programa Eco-Escolas da ESTeSL marcou hoje presença, fazendo-se representar pelas estudantes Inês Ouro e Mariana Matos, assim como pelo professor Vítor Manteigas (Coordenador Eco-Escolas e Coordenador Baixo Carbono) e pela Dra. Cláudia Guerreiro, conselheira Eco-Escolas e membro da Comissão Baixo Carbono, que se fizeram acompanhar pela Bandeira Verde 2010/2011, o primeiro galardão Eco-Escolas conquistado pela ESTeSL.

Hora do Planeta 2017

Ainda antes da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) ter aderido formalmente ao Programa Eco-Escolas, que a celebração da Hora do Planeta tem vindo a ser uma prática recorrente, seja desligando apenas as luzes ou, já enquanto Eco-Escola, dinamizando algumas atividades que podem ser consultadas na categoria Hora do Planeta.

Se a Hora do Planeta, iniciativa promovida pela WWF, é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global, importa agora garantir que cada um de nós, individualmente, assuama um papel relevante e parta para a ação.

Hora do Planeta 2017, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, começando na Austrália e percorrendo todo o globo terrestre, acontecerá no dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

JUNTA-TE A NÓS!

Está a chegar a Hora e tu não podes ficar indiferente.
No dia 25 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, desliga as luzes e mostra o teu compromisso para com o Planeta.
Seja onde for, ILUMINA ESTA IDEIA!




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