Integrado no Interreg Sudoe ClimACT, projeto onde a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) tem vindo a participar na qualidade de escola-piloto, aplicando a metodologia de trabalho que lhe está subjacente, numa perspectiva de transição para uma economia de baixo carbono, teve lugar nos dias 9 e 10 de maio, o evento final que juntou todas as entidades parceiras, stakeholders e escolas de Portugal, Espanha, França e Gibraltar, com a presença de cerca de 150 participantes.

ESTeSL acolheu evento final do projeto Interreg Sudoe ClimACT

No primeiro dia do evento, que teve lugar da ESTeSL, houve comunicações asseguradas pelos elementos representantes das entidades beneficiárias e membros da equipa técnica, distribuídas pelas várias sessões (ferramentas para a gestão de energia nas escolas; boas práticas em escolas baixo carbono; educação para sustentabilidade; e soluções baixo carbono), assim como comunicações de várias entidades convidadas a partilhar a sua experiência, conhecimento e competência nas temáticas do projeto.

Paralelamente, os estudantes das escolas integrantes no projeto, tiveram a oportunidade de participar em workshops temáticos (dança, teatro, cenários e música), que serviram de base para a performance final deste primeiro dia de trabalhos, que contou ainda com Filipe Pinto, músico, compositor e intérprete que partilhou o palco com os cerca de 70 estudantes. No fim das sessões em auditório, houve ainda lugar para uma visita a algumas das zonas características do Parque das Nações e desconhecidas para a generalidade dos participantes estrangeiros.

O segundo dia foi passado no Parque Urbano de Santa Iria da Azóia, Loures, onde as escolas dos países participantes partilharam algumas das suas experiências dos três anos de projeto e onde tiveram ainda a oportunidade de participar em várias atividades temáticas.

Muito do sucesso que foi reconhecido ao evento final do projeto Interreg Sudoe ClimACT, deve-se também à nossa Presidência, que desde o primeiro momento se mostrou disponível para acolher na ESTeSL este evento. Igualmente importante foi todo o contributo dos estudantes da ESTeSL que se voluntariaram para trabalhar afincadamente para o sucesso desta iniciativa, nomeadamente: Catarina Anastácio, Diana Narciso, Eduarda Rodrigues, Fabiana Clérigo, Inês Andrade, Inês César, Irene Morais, João Anjos, Mariami Gasviani, Marta Amaral, Pedro Pena e Sandra Ferreira.

Para terminar, deixamos também um agradecimento sentido à Carla Marques, representante dos Serviços de Ação Social do Instituto Politécnico de Lisboa no Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono, que em muito contribuiu para a ementa vegetariana e ovolactovegetariana disponibilizada a todos os participantes.

Muito obrigado a tod@s!

 

Na sequência da submissão de um projeto da ESTeSL ao Novo Verde Packaging Universities Award, no âmbito do Programa Eco-Escolas/Eco-Campus, e que acabou por ser merecedor da atribuição de uma menção honrosa, foi possível a aquisição de ecopontos que entretanto foram distribuídos pelo edifício da escola.

Ecopontos aquiridos no âmbito do projeto da ESTeSL ao Novo Verde Packaging Universities Award

A partir de amanhã, dia 2 de maio, já será possível separar e encaminhar para reciclagem, resíduos de embalagens de plástico e latas (ecoponto amarelo) e vidro (ecoponto verde), com recurso aos equipamentos localizados em cada um dos átrios da ESTeSL, que têm também a possibilidade de deposição de resíduos indiferenciados. Cumulativamente foi colocado também um ecoponto para a separação de embalagens plásticas e latas, vidro e papel (ecoponto azul) e um outro para os indiferenciados, junto à sala de estudo no rés-do-chão (ao lado da biblioteca). Num futuro próximo, os ecopontos azuis existentes na generalidade das salas de aula irão ser substituídos por outros idênticos, de forma a garantir aí a separação de papel.

Para já, estamos numa fase experimental e é possível que ainda se venham a verificar alguns ajustes mas, sendo esta uma ambição antiga da comunidade académica da ESTeSL, esperemos que seja dado um uso adequado aos equipamentos agora instalados.

Aproveitamos a ocasião para agradecer às estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Catarina Alemão, Jéssica Cardoso, Leonor Amaro, Patrícia Fernandes e Raquel Bacalhau, principais responsáveis pelo projeto submetido ao Novo Verde Packaging Universities Award, e sem o qual nada disto seria possível. Agradecemos também à Novo Verde na pessoa da Filipa Moita, responsável de Comunicação e Qualidade daquela entidade gestora de resíduos de embalagens, e que desde sempre nos tem acompanhado nestes desafios, primeiro com a ERP Portugal e agora com a Novo Verde, assim como a todos os restantes elementos do júri, representantes da Agência Portuguesa do Ambiente, da Associação Bandeira Azul da Europa e da Direção-Geral das Atividades Económicas, que nos presentearam com esta menção honrosa.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) contribuiu de forma significativa para as mais de 133 toneladas de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE) e pilhas em fim de vida, recolhidos em todo o país no âmbito do projeto Geração Depositrão, integrado no Programa Eco-Escolas.

Num contexto nacional, o distrito de Lisboa ocupa o 1.º lugar no ranking do peso recolhido, com mais de 24000 kg de resíduos, com especial destaque para a ESTeSL que recolheu e encaminhou para destino adequado mais de 8,5 toneladas. Desde a adesão da ESTeSL ao Programa Eco-Escolas e ao projeto Geração Depositrão, já foram encaminhados mais de 16500 kg deste tipo de resíduos.

ESTeSL lidera ranking nacional da Geração Depositrão

Na sequência desta conquista, teve lugar uma sessão “Geração Depositrão” que decorreu no passado dia 8 de abril na ESTeSL e que contou com a presença de Filipa Moita (ERP Portugal) e de Eva Freitas (LG Portugal), para a entrega de alguns prémios.

No comunicado à imprensa, o Professor Vítor Manteigas, Coordenador do Programa Eco-Escolas na ESTeSL, defende que “a participação das escolas na Geração Depositrão se reveste de particular importância porquanto acaba por ser promotor de boas práticas ambientais nas instituições de ensino e que tendem a ser replicadas pelos estudantes no seu dia-a-dia, concorrendo para uma economia circular. Para além das campanhas de recolha e encaminhamento para destino adequado deste fluxo de resíduos, as atividades criativas da Geração Depositrão, são igualmente uma oportunidade para que os estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa desenvolvam competências relevantes para o seu futuro exercício profissional”.

Filipa Moita, responsável de comunicação da ERP Portugal, sublinhou que “as escolas continuam empenhadas nesta recolha de pilhas e equipamentos elétricos e eletrónicos em fim de vida, garantindo o seu tratamento e reciclagem. A Geração Depositrão continuará no terreno a mobilizar comportamentos e alertar a população para a necessidade e importância de deposição seletiva destes resíduos”.

Para Hugo Jorge, responsável de marketing da LG “A importância da consciencialização para a reciclagem é cada vez mais relevante, sendo um papel não só dos atores diretos como a ERP – que aproveito para felicitar por esta ação continuada há mais de 10 anos – mas também de todas as empresas que, direta ou indiretamente, fazem parte deste ecossistema. A LG tem apoiado esta iniciativa – em parceria com a ERP – no âmbito do seu programa “Choose Smart for a Better Tomorrow” onde diversas ações a decorrer este ano servirão para reforçar esta tomada de consciencialização para o lixo eletrónico – E-Waste.”

A campanha de recolha e encaminhamento de REEE continuará a funcionar até ao final do ano letivo e desafiamos toda a comunidade académica da ESTeSL a fazer uso do Depositrão que se encontra no piso -1, junto à saída do elevador.

O desafio “Planet or Plastic“, associando à Campanha Planet or Plastic” da National Geographic, pretende dar expressão à modalidade “campanha”, propondo a apresentação de uma fotografia  que apele à redução, substituição e correta manipulação dos plásticos, por forma a evitar a crescente contaminação dos oceanos.

Foi nessa perspetiva que as estudantes do curso de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL), Cristiana Costa, Dalila Gonçalves, Elisabete Santos, Suazilene Sacramento, realizaram as fotografias abaixo apresentadas e entretanto publicadas no portal dos Jovens Repórteres para o Ambiente (ver Os rios: a porta de entrada das toneladas de plástico que todos os anos chegam aos oceanos! e A refeição diária da nossa fauna marinha…).

A refeição diária na nossa fauna marinhaAquilo que encontramos na margem do rio corresponde a uma ínfima parte daquilo que se encontra no seu interior…

No final a opção será entre o “Planeta e o Plástico”, mas a escolha parece-nos óbvia!

A celebração da Hora do Planeta 2019 é já amanhã…

Hora do Planeta 2019

Hora do Planeta é a maior iniciativa à escala mundial de luta contra as alterações climáticas, que pretende envolver Cidadãos Comuns, Governos, Organizações e Empresas numa ação conjunta para sensibilizar os menos atentos para os efeitos do aquecimento global. Contudo, importa garantir que cada um de nós, individualmente, assume também um papel relevante e atue!

Hora do Planeta 2019, o momento em que as luzes se apagarão durante 60 minutos num ato simbólico de preocupação ambiental, que começa na Austrália e irá percorrer todo o planeta, terá lugar no dia 24 de março, entre as 20h30m e as 21h30m, e o desafio este ano vai para além da simples adesão institucional.

Este ano, no decurso da Hora do Planeta, irá ter lugar na Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL) o III São Gregório – Festival de Tunas Masculinas da ESTeSL, onde se celebra o vigésimo primeiro aniversário da EST’eS La Tuna Masculina, Tuna Masculina da ESTeSL e por razões óbvias, esperemos que os nossos tunantes não se apaguem!

III São Gregório – Festival de Tunas Masculinas da ESTeSL

Ficaremos à espera que a nossa EST’eS La Tuna Masculina dedique uma das suas música ao Planeta, tal como fizeram todas as tunas participantes em 2015 (ver  A nossa Hora do Planeta foi “cantada”ArquitecTuna; TUCATAPCE – UNL; e Tuna Médica de Lisboa)

Que este seja em evento de sucesso e que a Hora do Planeta “ilumine” todas as atuações. Vai tuna…

Segundo informação veiculada no Relatório Mundial das Nações Unidas sobre Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2018, o ciclo hídrico mundial está a intensificar-se devido às alterações climáticas, com a tendência de regiões já húmidas ou secas apresentarem situações cada vez mais extremas. Atualmente, estima-se que 3,6 mil milhões de pessoas (quase metade da população mundial) vivem em áreas que apresentam uma potencial escassez de água por pelo menos um mês por ano, e essa população poderá aumentar para algo entre 4,8 mil milhões e 5,7 mil milhões até 2050.

Dia Mundial da Água
Hoje, na celebração do Dia Mundial da Água, deixamos a sugestão do filme “A Civel Action”, que alude às implicações da contaminação da água e que se baseia em factos verídicos.

Hoje, dia 21 de março, na celebração do Dia Mundial da Árvore e do Dia Internacional das Florestas, apresentamos-vos aquelas que são “as árvores da minha escola”, uma atividade integrada no projeto “Brigada da Floresta”, que tem como principal objetivo conhecer e agir pela proteção dos ecossistemas existentes na escola e no território envolvente, dando particular importância à floresta.

Este é um trabalho realizado pelas estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), Cristiana Costa, Dalila Gonçalves, Elisabete Santos e Suazilene Sacramento.
Para a realização da inventariação das árvores e arbustos, foi usado como documento base a tela final do projeto de arquitetura paisagística da ESTeSL, com todas as árvores e arbustos inicialmente previstos e plantados. Usando esse guia, realizou-se o trabalho de campo, identificando os arbustos e árvores e fotografando estas últimas (fotografias de silhueta e detalhe). Tendo em conta que ainda não se está na época de floração da maior parte das árvores, algumas das árvores fotografadas não apresentavam folhas (ou estavam secas) nem flores.




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