O projeto ClimACT é finalista dos RegioStars Awards 2018... VOTA!O projeto Interreg Sudoe ClimACT, projeto que integra a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) enquanto escola-piloto e cuja metodologia a ESTeSL tem vindo a aplicar no decurso dos últimos anos, associado ao programa Eco-Escolas, é finalista dos RegioStars Awards 2018 e o vosso voto pode fazer a diferença (clicar na imagem para votar).

Os prémios RegioStars identificam boas práticas no desenvolvimento regional e destacam projetos originais e inovadores que são interessantes e inspiradores para outras regiões.

Das cerca de 102 candidaturas apresentadas ao RegioStars Awards 2018, um júri especializado está a trabalhar na determinação do melhor projeto por categoria, com base no mérito referente à inovação, impacto, sustentabilidade e parcerias, mas o projeto que receber mais votos irá receber o Public Choice Award!

O desafio que agora vos lançamos é que votem no “nosso” projeto. A votação para o projeto ClimACT, na categoria “alcançar a sustentabilidade através de baixas emissões de carbono”, decorre até à meia-noite do dia 7 de outubro e podem votar várias vezes (ao dia!).  Contamos convosco… VOTEM!

O Humans of Sudoe, um projeto de testemunhos cujo primeiro objetivo é recolher as experiências daqueles que usufruem e estão implicados nos projetos financiados através do Programa Interreg Sudoe, ilustrando como estes contribuem para a melhoria do dia-a-dia, criando dessa forma um reportório de testemunhos na primeira pessoa, relativo à construção de uma Europa por e para os cidadãos, recebeu o contributo do professor Vítor Manteigas, docente da área de Saúde Ambiental da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), coordenador dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e coordenador Baixo Carbono, no âmbito do projeto  Interreg Sudoe ClimACT.

A participação da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) enquanto escola-piloto do projeto ClimACT, levou-me a assumir as funções de coordenador Baixo Carbono, sendo o elemento de ligação da escola com a equipa técnica do projeto.
Com o projeto ClimACT tenho tido a oportunidade de, em conjunto com a comunidade académica, incluindo docentes, não docente e estudantes, identificar situações que têm melhorado o desempenho ambiental e energético da ESTeSL, contribuindo significativamente para a redução das emissões de carbono. Esta minha participação no projeto ClimACT possibilitou-me ainda o trabalho em rede com outras escolas de Portugal, Espanha, França e Gibraltar, onde a partilha de experiências tem passado por momentos únicos de aprendizagem. O ClimACT tem contribuído para a aquisição de conhecimentos e competências que tenho vindo aplicar no âmbito do programa Eco-Escolas, do qual sou coordenador, e naquelas que são minhas atividades enquanto professor de Saúde Ambiental. Tem-se tornado mais interessante e motivador abordar as questões energéticas e, naturalmente, as questões ambientais e relacioná-las com a saúde.

ClimACT é um projeto financiado no âmbito do Programa Interreg Sudoe 2014-2020. Através da gestão energética inteligente, as energias renováveis e a alteração de comportamentos, ClimACT melhora a eficiência energética dos edifícios escolares. Também realiza atividades formativas para sensibilizar os estudantes sobre a importância da economia baixa em carbono.

ClimACT… http://www.climact.net

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) voltou a marcar presença na rubrica “Vida Verde” do programa “Manhãs na TV”, com a participação do professor Vítor Manteigas, coordenador dos programas Eco-Escolas e Jovens Repórteres para o Ambiente e coordenador Baixo Carbono, no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT.

Nesta terceira participação, o tema de conversa foi o Programa Eco-Escolas, tendo-se feito alusão aos sete passos associados à metodologia, assim como a alguma da história das Eco-Escolas em Portugal e no mundo, não deixando de se referir aquela que é a sua implementação nos diferentes níveis de ensino e as mais-valias daí decorrentes.

Muito obrigado a toda a equipa do “Manhãs na TV”, nas pessoas do Ricardo Lourenço e da Fátima Nunes, por continuarem a apostar na participação do “Eco-Escolas ESTeSL” na rubrica “Vida Verde”.

O vídeo da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) “Porque a água importa!…” garantiu o primeiro lugar (exaequo) no Jovens Repórteres para o Ambiente deste ano, na categoria “Vídeo Campanha”.

Este foi um trabalho das estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental da ESTeSL, Catarina Ricardo, Felícia Silva, Inês César e Joana Ferreira, adaptado do trabalho com o qual já haviam participado e sido finalistas do concurso “I LIVE GREEN”, da Agência Europeia do Ambiente, na categoria de Clean Water  (ver  A ESTeSL é finalista do “I LIVE GREEN” e o vosso voto importa!).

Seja consciente… não polua, cuide, poupe ÁGUA! 

Depois de no último ano, uma grande parte do território português ter atravessado um largo período de seca severa, é imperioso ter-se consciência da necessidade de não poluir, de cuidar e de poupar água, um recurso cada vez mais escasso em algumas zonas do território.

Este ano, na sequência do desafio lançado a todas as Eco-Escolas, a Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) participou pela primeira vez no projeto “Alimentação Saudável e Sustentável”.

O projeto “Alimentação Saudável e Sustentável” concretizou-se através de um conjunto de desafios, que pretendia motivar as crianças, jovens, professores e família para um maior conhecimento acerca das questões que se relacionam com a alimentação saudável e sustentável por forma a que estes se tornem recetivos à introdução de mudanças de hábitos no dia-a-dia. O enfoque deste ano letivo foi, para além da Alimentação Saudável e Sustentável, o combate ao Desperdício Alimentar.

ESTeSL é premiada no desafio Alimentação Saudável e Sustentável

As estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental, Catarina Ricardo, Felícia Silva, Inês César e Joana Ferreira participaram no projeto, idealizando uma “eco-ementa” completa para quatro pessoas, com alimentos da época de Primavera/ Verão e que lhes valeu o terceiro lugar no concurso nacional. Parabéns!

Os alimentos foram adquiridos localmente, tendo-se optado por produtos frescos biológicos, na sua maioria não embalados e não processados, assim como por alimentos rios em fibras, pobres em hidratos de carbono e açucares artificiais. Pela proximidade aos locais de produção, foram comprados sem recurso a uso de transportes, tendo sido confecionados nas instalações da ESTeSL e consumidos pelas estudantes, numa das refeições principais.

A ementa foi pensada pelas estudantes, após um trabalho de pesquisa acerca das frutas e vegetais da época e da região, calculando-se também o valor energético total da ementa, tendo por base a tabela de composição nutricional do Instituto Dr. Ricardo Jorge, assim como a informação inclusa nos rótulos de alguns alimentos. Para a concretização deste trabalho contou-se com a colaboração da Mariana Pereira, recém licenciada em Dietética e Nutrição pela ESTeSL, a quem agradecemos. Deixamos também um agradecimento ao curso de Dietética e Nutrição pela cedência do laboratório onde se procedeu à preparação e confeção da refeição.

A Associação Bandeira Azul da Europa convida toda a comunidade Eco-Escolas a votar no(s) poster(es) Eco-Código que mais forem do vosso agrado para que, em cada escalão, os que vierem a ter mais mais “LIKES” sejam premiados com o Prémio Comunidade Virtual.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL), sendo escola-piloto do projeto Interreg Sudoe ClimACT, tem a concurso um poster com o seu Código Climático e o vosso “voto” pode fazer a diferença.

Para poderem contribuir para o sucesso do Código Climático da ESTeSL neste desafio na comunidade virtual, basta terem um perfil registado no Facebook e, depois de acederem ao nosso poster Eco-Código e Código Climático (clicar AQUI), deixar o vosso “LIKE”. Em alternativa poderão “GOSTAR” fazendo uso da imagem incorporada nesta publicação.

Contamos convosco!

Para a realização do projeto submetido ao Concurso Nacional Poster Eco-Código / Código Climático 2018, foi proposto a um grupo específico de estudantes que, no âmbito do Programa Eco-Escolas e unidade curricular de Estágio em Saúde Ambiental I e, em conjunto com o professor responsável, a elaboração de um póster Código Climático em que estivessem contemplados os temas-base no âmbito do projeto Interreg Sudoe ClimACT (água, resíduos, energia, espaços verdes/floresta, mobilidade e compromisso verde) e pelo menos um dos temas facultativos (alimentação saudável e sustentável), indo de encontro também ao Plano de Ação previamente definido.

Foi pedido a cada um dos membros da Comissão Baixo Carbono que, com a colaboração dos colegas dos respetivos cursos de licenciatura (no caso dos estudantes), sugerissem frases tendo em conta os pressupostos anteriores, visando a criação ou alteração de atitudes e comportamentos conducentes à melhoria do ambiente tanto na escola como em casa. As inúmeras frases propostas foram sujeitas a votação e seriação, das quais resultaram as apresentadas no poster.

Este ano, e de forma a garantir uma vinculação efetiva ao projeto Interreg Sudoe ClimACT, optou-se por fazer-se uso da imagem do projeto, depois da devida autorização por parte de equipa coordenadora. Ambas as etapas foram realizadas sob orientação do professor responsável pelo grupo de trabalho e coordenador Eco-Escolas/Baixo Carbono, e sendo igualmente sujeita à “ratificação” dos elementos do Conselho Eco-Escolas/Comissão Baixo Carbono.

A Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (ESTeSL-IPL) volta a vencer uma das atividades criativas da Geração Depositrão!!

A ESTeSL candidatou-se com a submissão de um vídeo de animação sobre “A Carga Máxima protege a Floresta”. Para a realização do vídeo de animação, foi lançado o desafio aos estudantes do curso de licenciatura em Saúde Ambiental para que, no âmbito da unidade curricular de Gestão de Resíduos, realizassem um trabalho que cumprisse os requisitos definidos para o desafio “A Carga Máxima protege a Floresta”. A turma foi dividida em grupos de trabalho que, após a abordagem ao fluxo específico de resíduos de pilhas e acumuladores portáteis, prepararam guiões para os vídeos que se propuseram fazer. No total, foram envolvidos 34 estudantes e o professor responsável da unidade curricular que, após a concretização de todos os vídeos (cinco), selecionou aquele que iria representar a Escola no concurso da Geração Depositrão.

O vídeo apresentado a concurso foi pensado, discutido e elaborado pelas estudantes Ana Margarida Correia, Jéssica Moreira, Susana Camala e Suazilene Sacramento, tendo por base os critérios definidos para a atividade criativa, associando as pilhas, enquanto resíduo, à floresta e aos riscos decorrentes do seu abandono.

Com uma linguagem simples e de compreensão acessível, tendo em conta o público alvo, vão-se dando algumas indicações que ajudam a interpretar a mensagem que se quer associar à animação e que segue o percurso da “floresta ao prato”, deixando claro os riscos de se deixar as pilhas sem encaminhamento e tratamento adequados. As substâncias nocivas são representadas pelos metais pesados que têm um efeito cumulativo na cadeia alimentar, fazendo o percurso desde a floresta até ao prato, passando pelos rios, oceanos, algas e peixes.

A mensagem a reter é… Pilhas na floresta… NÃO!




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